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Aposta Perdida

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Blurb

Hugo perde uma aposta em uma mesa de jogo e o prêmio é sua filha Romana de dezoito anos. Dorian é o herdeiro da máfia, o Dom que todos conhecem como o demônio, mas depois que ele vê Mave pela primeira vez, a única coisa que passa pela sua cabeça é ganhar essa aposta a qualquer custo.

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A aposta perdida
Romana Sou acordada no meio da noite pela a minha mãe, no começo eu fico meia atordoada, dou uma olhada no relógio e vejo que ainda são três e meia da manhã. Então eu vejo a minha mãe chorando e já imagino que deve ser alguma coisa relacionada ao meu pai, pois desde quando ele se viciou em jogo que tem acontecido muitos problemas na minha família, inclusive o fato de estarmos completamente falidos. — Filha o seu pai ainda não chegou. - ela diz preocupada. — E se ele contraiu alguma dívida de jogo com mais alguém perigoso e.... - ela não consegue terminar e volta a chorar e eu a abraço. No mês passado o meu pai quase foi assassinado, ele apanhou tanto de uma galera barra pesada a quem ele devia grana que foi até parar no hospital, e desde então a minha mãe está uma pilha de nervos, pois nós já perdemos tudo para o seu vício e agora moramos de aluguel, estamos sobrevivendo por causa do novo emprego de cabeleireira da minha mãe. — Calma mãe! Deixa que eu vou atrás dele, com certeza ele deve estar naquela posilga de cassino clandestino. - eu digo e ela enxuga as lágrimas. — Vê se traz ele pra casa filha por favor. - ele pede e eu visto o meu conjunto moleton laranja e saio em direção a espelunca que com certeza o meu pai está. Sempre que ele some é lá que eu o encontro. Um salão de jogos clandestino nos fundo de um restaurante de fachada. E dito e feito. Assim que chego naquele lugar imundo encontro já o meu pai sentado em uma mesa de jogo, com o rosto enterrado entre as mãos, é certo que dessa vez ele perdeu uma quantia grande, mas o pior de tudo é que não temos mais nada, não sei o que será dele agora. — Pai! O que é isto? Eu vim buscar você. - falei pra ele e assim que ele me percebe ali começa a chorar, o que me deixa bastante assustada, pois eu nunca o vi assim. — Filha eu sinto muito. - ele diz desolado. E seus companheiros riem, a mesa está composta por mais três indivíduos, um deles eu sei que é o Dorian, o irmão mais velho da Gaby que já deve ter pelo menos uns trinta anos. — Pai o que aconteceu? O que você fez? - pergunto com medo da resposta. — Ele apostou você! E perdeu para mim. - Dorian diz e os outros homens dão risada, percebo que eles me olham de cima abaixo com expressão de desejo, o que me faz sentir calafrios. — O que isso quer dizer? - pergunto sem entender. — Você quer que eu trabalhe para você? Assim que pergunto isso todos começam a gargalhar, menos o meu pai que me olha com uma expressão triste. — O seu pai apostou você pois não tinha mais nada para barganhar, e agora você será minha durante um mês todas as noites. - ele diz com a voz cheia de desejo. — E vamos começar isso agora, me siga até o banheiro. O cara diz e se levanta, eu olho desesperado para o meu pai. — Pai faz alguma coisa, me diz que isso não é verdade. - eu suplico pra ele. — Me perdoa filha. - ele diz e novamente enterra a cabeça nas mãos e começa a chorar. — Garota é melhor você fazer o que o Tukov pediu, a família dele é poderosa, eles podem matar o seu pai. - um dos homens que está na mesa diz sem disfarçar o olhar desejoso que ele me lança. — Todos nós aqui entramos no jogo loucos pra vencer, pena que o Dorian ganhou. - o outro homem que está na mesa diz também parecendo querer me comer com os olhos, esse é velho é bem nojento. Eu engulo em seco e olho na direção do banheiro, Dorian está parado me olhando. Então eu respiro fundo e aceito o meu destino. Assim que entro no banheiro escuto o trinco da porta se trancando atrás de mim. — Vamos só dar um tempo e depois você vai embora. - ele diz pegando um cigarro do bolso e acendendo. — Por quê? - pergunto sem entender o motivo. — Você não ganhou a aposta? — Você é muito gostosa menina. - ele diz e quando eu viro pra ele percebo que ele está mordendo o lábio; seus olhos queimam de desejo. — Me diz quantos anos você tem? — Dezoito. - relatei e assim que falei isso seus olhos se arregalaram e ele lançou um sorriso sacana nos lábios que me fez arrepiar de cima a baixo, todas as meninas da escola acham o irmão da Gaby um gato incluindo a mim. — Você quer? - ele pergunta se aproximando devagar. — Senão quiser saia correndo daqui agora, ou caso contrário não irei me segurar. Falou me olhando intensamente nos olhos me deixando totalmente sem fôlego, e eu não disse nada pra ele; mas de maneira alguma eu saí de onde eu estava. Então ele segurou forte no meu cabelo e tomou meus lábios de maneira intensa. Ele enterrou a língua na minha e começou a chupar, suas mãos passeavam por todo o meu corpo até que parou na minha b***a, ele começou a me apertar com força contra ele e me esfregava sem parar contra o seu p*u que já estava duro como pedra, o que fez a minha i********e pulsar. — Ótimo! Maior de idade. - ele diz com a voz rouca assim que se separa dos meus lábios. Ele me vira de frente para a enorme pia e eu me olho no espelho estou com o rosto todo vermelho. — Você é linda toda coradinha assim, sempre quis fazer isso toda vez que você ia visitar o Gaby e eu estava por lá. Fala baixinho na minha orelha e começa a mordiscar e chupar a mesma me fazendo arrepiar todo o corpo. Ele puxa a minha calça moleton fazendo a mesma descer junto com a calcinha e puxa a minha b***a pra ele, e logo eu sinto dois dedos sendo introduzidos dentro de mim. — Você é apertadinha como eu pensei. - ele fica deslizando os dedos dentro de mim. — Ah c*****o eu tô louco de vontade de me enterrar em você. Eu olho a sua expressão pelo o espelho, ele está com os olhos fechados e mordendo muito os lábios o cara está completamente doido, eu nunca imaginei que o irmão advogado da minha melhor amiga tivesse esse tipo de desejo por mim, até onde eu sei ele é até noivo de uma mulher bem rica. Mas quer saber f**a-se, se eu tenho que pagar a dívida do meu pai que seja logo então. — Faça logo o que você quer fazer, vai com tudo. - digo pra ele e vejo a sua expressão de surpresa. Mas logo ele cospe no próprio p*u e começa a meter em mim. No começo ele entra devagar e eu sinto o desconforto, mas aí o cara começar a fazer carinho no meu pontinho sensível de um jeito tão insano que não sei como, mas eu relaxo e quando percebo ele já está todo dentro de mim e me estocando sem parar. — Aaah que apertada, apertadinha do c*****o! Aaahhhh! - ele diz com os olhos fechados, o rosto tomado de t***o. Ele segura meus quadris com força me fazendo empinar pra ele. Enquanto ele mete em mim até o talo. E Eu não sei dizer o que realmente sinto no momento, só sei que está muito gostoso. — Gostoso! Você é uma delícia Romana! - ele diz entredentes, o cara está completamente louco. — Ahh eu vou enlouquecer com essa sua b*******a apertadinha, esfolando o meu p*u desse jeito aaahhhh caralhooooo. Ele me aperta, me estoca com força, me morde, e fica falando sacanagens no meu ouvido, e não sei como mas ele me deixa excitada, acho que é o calor do momento, mas eu começo a gemer. O Tukov levanta a minha perna direita e a apoia na pia, me deixando totalmente aberta pra ele. E continua com as suas loucas estocadas. Ele massageia meu clítoris, e agora sim ele consegue me deixar doida, eu fecho os olhos e começo a respirar pesado, mordo os lábios pra controlar o t***o, depois ele sabe trabalhar bem com os dedos. Eu apoio minhas mãos no espelho com tanta força que tenho medo que ele quebre. Ele começa a meter com mais rapidez e força na mesma velocidade que me masturba e eu sinto o meu corpo ser tomado por uma onda louca de adrenalina, e de repente eu explodo gozando. — Vou gozar! Aahhhh! - ele avisa e eu sinto os seus jatos quentes serem lançados em um lado na minha b***a, depois da um tapa no outro lado. Depois sobe a calça com o sorriso mais largo do mundo. Ele me vira pra ele e me dá outro beijo de língua. Depois diz: — Me aguarde! Amanhã a noite eu vou te procurar de novo. - e depois sai do banheiro me deixando completamente ofegante. Eu vou até uma das cabine e pego um papel higiênico, me limpo do jeito que dá e me visto. Saio do banheiro e meu pai está na porta me esperando. — Filha eu... — Não diz nada pai, só vamos pra casa, e vê se não fala nada disso para a minha mãe. - falei e me dirigi a saída dali o mais rápido que eu pude.

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