Primeiro dia

1703 Words
Romana Mal chego em casa e o sol começa a nascer, minha mãe está esperando a gente sentada no sofá, ela abraça meu pai e pergunta pra ele o que o mesmo perdeu dessa vez. Ele olha para mim e eu faço sinal de negativo com a cabeça. Então ele apenas suspira e diz: — Nada querida. — Que bom! - ela diz feliz e o abraça. — Vem, vamos descansar. Ela o leva para o quarto deles e eu vou para o meu, eu fico pensando nas mãos e boca do Dorian Tukov em cima de mim, não foi de todo m*l, eu gostei, senti prazer, e antes ele do que qualquer um daqueles homens nojentos que estavam na mesa com o meu pai, só de pensar nisso eu sinto náusea, mas enfim, procuro tirar tudo isso da minha mente no momento. Tudo o que aconteceu naquele banheiro me deixou cansada, então eu tomo um banho e me deito um pouco. Hoje é domingo então não me preocupo de ir para o cursinho, hoje eu terei um momento de descanso. (....) Acordo no meio da tarde, sinto fome e vou até a cozinha, tanto a geladeira quanto a dispensa está vazia, não há nem sequer um biscoito velho para se comer nessa casa. Percebo que na geladeira também tem um bilhete da minha mãe dizendo que ela foi ao cinema com o meu pai. Dei de ombros, fui ao meu quarto e peguei meus livros e comecei a estudar. Até que do nada o meu telefone começou a tocar e percebi ser um número desconhecido, atendi e a voz do outro lado da linha fez o meu corpo todo se arrepiar. "Meu motorista está te esperando em frente à sua casa." Ele desliga e eu guardo os meus livros e vou para fora de casa, e como avisado tem uma limosine preta em frente a minha casa, eu apenas tranco a porta e entro no carro e o motorista assim que me percebe, segue em frente. (....) Depois de um tempo paramos em frente a um enorme prédio, eu desço do carro e me despeço do motorista que apenas assente com a cabeça. Entro no prédio e assim que me vê o porteiro libera a minha entrada e me dá algumas orientações sobre o prédio, passo pelo o elevador e vou direto para o apartamento da cobertura, toco a campainha e ele abre a porta. Ele está sorrindo para mim e me olhando de cima a baixo. — Entre. - da espaço pra eu passar e eu logo faço isso. E nem penso duas vezes, já vou logo tirando a roupa. — Que pressa é essa? - Dorian pergunta com uma expressão divertida. — Vamos acabar logo com isso. - eu digo pois quero que seja rápido pra eu voltar logo pra casa. — Tudo bem, pode tirar a roupa, eu gosto de você toda pelada. - diz me olhando de cima abaixo com aquela expressão de desejo. Eu tiro toda a calça jeans e a T-shirt preta e o sutiã, tiro meus tênis e meia e a única coisa que fica em cima de mim é o cordão no meu pescoço. — Pode começar! - falei e o mesmo sorriu, o que me deixou irritado. — Que foi? - perguntei. — Calma! Por que você não se senta um pouco? - ele diz e apronta pra uma poltrona acolchoada que só de olhar dá pra ver que é super confortável. Dou de ombros e me sento nela, e cara, é mesmo muito relaxante. Fico ali sentada completamente pelada sem entender as intenções do Dorian até o momento em que ele caminha até mim e se ajoelha, abre as minhas pernas com força e se coloca no meio, ele novamente começa a massagear o meu clítoris. Eu fico olhando intensamente pra ele observando seus movimentos, ele consegue mesmo me deixar excitada. — Sua bocetinha é linda! - ele diz olhando para a minha i********e, parecendo se deleitar com a imagem. — Ela é macia, rosadinha, uma delícia. - diz e me abocanha de uma vez e começa a me chupar. — Aaanh! - solto um gemido que nem eu estava esperando, mas foi muito bom. Percebo que ele sorri com as maçãs do rosto, já que a boca está ocupada e isso parece um incentivo pra ele já que está me chupando como se a vida dele dependesse disso. — Aaaah p***a! - eu digo cheia de t***o, eu não sabia que isso era tão bom assim. A boca dele é quente e me faz ter inúmeras sensações enquanto ele gira a língua, eu juro que vou enlouquecer aqui se eu não tiver logo a minha liberação, parecendo entender o que eu estou precisando ele aumenta os movimentos em um ritmo insano e.... — Ahhh! p***a! p***a! p***a! - eu g**o intensamente e ele sorri pra mim. — Acho que agora você vai ficar mais relaxada. - Ele diz e se levanta me deixando ainda ofegante e mole na poltrona. — Bem na hora. - ele diz enquanto a campainha toca e vai atender a porta, ele fica bem na frente tapando a minha visão para que quem quer esteja ali não me veja, e é muito fácil ele fazer isso já que ele é enorme, ele é muito alto e forte. Ele fecha a porta e vem até mim com uma barca de sushi e me entrega juntamente com um hashi, e também começa a comer no sofá ao lado da minha poltrona. Eu pensei em recusar, mas o meu estômago me lembra de que eu sai de casa sem jantar, já que minha mãe não tinha chegado ainda do trabalho com a nossa comida. Eu não queria dar explicações para ela do que eu iria fazer. Então eu ataco essa barca de sushi que está incrivelmente deliciosa como se não comesse há dias e acabo descobrindo que a comida fica muito mais deliciosa depois de um orgasmo. Dorian come em silêncio me observando também, ele tem uma expressão satisfeita no rosto, ele parece estar relaxado, mas sei que não, ninguém fica relaxado com um volume tamanho master que ele está exibindo na sua calça, ele ainda está com o terno do trabalho. Só que sem o terno e a gravata está um pouco frouxa, eu fico me perguntando quando ele vai resolver tirar a roupa toda, e também imagino o que ele irá fazer comigo quando isso acontecer, de repente a minha entrada começa a pulsar em expectativa eu fico sem entender o porque disso estar acontecendo comigo. — Ta gostosa a comida? - ele me pergunta com uma expressão divertida, aqui ele é totalmente diferente do homem sério que já vi algumas vezes na casa da Gaby. — Sim, está. Inclusive já terminei. - eu comi tudinho, não deixei nenhum sushi pra contar história e estou completamente satisfeita. — Ótimo por que agora eu terei a minha sobremesa. - ele se levanta e começa a tirar a roupa, mostrando os seus músculos fortes e o seu abdômen trincado e ainda de calça ele vem na minha direção e novamente se ajoelha, ele me abre todo pra ele e começa a acariciar a minha entrada, e novamente eu vejo aquela expressão de desejo em seu rosto, quase abeirando a loucura. — Você é uma delícia. - ele diz um pouco antes de cair de boca e começar a chupar. A língua dele é quente e trabalha sem parar me deixando doida. As mãos dele passeia pelo o meu corpo, ele me suga com tanta vontade que me faz revirar os olhos. A minha entrada está pulsando sem parar, eu sinto a onda de adrenalina tomando conta novamente do meu corpo então eu explodo na onda de prazer. Dorian finalmente tira a boca e me pega no colo e me leva até a mesa do flat, me senta de pernas abertas e se posiciona no meio, e finalmente ele tira a calça relevando o seu m****o gigante e duro que nem pedra, e aos poucos vai entrando em mim. Eu não sabia que estava desejando isso, mas quando ele começou a me estocar eu enlacei minhas pernas ao redor dele e o apertei facilitando seus movimentos. — Aah Romana! Você me deixa doido. - ele diz com aquela voz grossa que me faz tremer na base. — Isso tá gostoso pra você? Ele me pergunta e não tem como eu mentir, pois o meu corpo está já dizendo toda a verdade. — Siiim! Aaanhh! - eu digo e começo a gemer. Ele grunhe em satisfação e me pega no colo novamente sem sair de dentro de mim, e se senta no sofá comigo no colo dele. — Então prova! Senta gostoso pra o seu homem. - ele pede e eu me entrego ao momento e começo a quicar sem parar. — Ahhh Rom! Que delicia... Aaahhh! Apesar de tudo eu adoro ver os efeitos que eu causo nele, alguma coisa nisso me dá muito prazer. Então eu aumento meus movimentos e começo a rebolar. — Issoooo... rebola minha p*****a gostosa. - ele diz e aperta a minha b***a com força, eu sei que a minha b***a é grande, muitas vezes a Bia já reclamou na escola, disse que não era justo e tal. E eu só sorria. — Aah! - eu dou um gritinho fino quando sinto ele estapear a minha b***a. — Se você gritar assim novamente eu não vou responder por mim. - ele rosna pra mim com um olhar animalesco, e eu não sei por que, mas isso me dá muito t***o. E me faz rebolar ainda mais. Então ele me dá outro tapa mais forte e eu dou um gritinho de novo. — Caralhoooooo! Ele me coloca de quatro pra ele e começa a me estapear enquanto eu alterno entre gemidos e gritinhos e ele começa a me estocar em um ritmo completamente rápido. — Aah porraaaaaa! Tô gozando c*****o! - ele grita e sinto os jatos dele pingando nas minhas costas, e do nada eu começo a sentir os espasmos também e g**o novamente. — Delícia! - ele diz, parecendo que gostar do que está vendo.
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