O dia seguinte começou com ressaca e cheiro de café. O sol m*l havia nascido quando Eloá, já maquiada e usando um robe de seda rosa bebê com as iniciais “EC” bordadas nas costas, apareceu no terraço com um celular na mão e um sorriso que só podia significar confusão. — Acorda, Logan! — ela disse, batendo palminhas, como se fosse uma treinadora de crossfit animada demais. — É hoje que a Barbie chora com o rímel escorrendo! — Que Barbie? — perguntei, ainda com um olho fechado e outro tentando decifrar o motivo da empolgação às sete da manhã. Letícia apareceu logo depois, de óculos escuros e uma xícara de café que parecia mais um galão. — A peituda, Logan. A peituda. — ela respondeu antes de dar um gole. — Tô pegando o vocabulário da Eloá, infelizmente. — Isso. O dia D chegou! — Eloá pul

