5 - Vitor Carvaniele

2254 Words
Sofia Vou até a prateleira de livros infantis. Quando esbarro em um homem. Um senhor de um metro e oitenta. Olhos verdes musgos, intensos, sombrios. Cabelos castanhos, rosto perfeito. -Cuidado mocinha. -Obrigado. -sorri fraco. -Comprado livros para o filho? -Sobrinho na verdade. -Eu não atrapalhar a senhorita mas poderia me ajudar comprar livros para meu neto. -Quantos anos tem o senhor? -Nada de senhor, meu nome é Vitor. Tenho quarenta e sete anos. -Não parece. -Obrigado. -E quantos anos têm o tente seu neto? -Cinco. Mostrei alguns livros adequados para o neto dele. Ele me convidou para um café, eu aceitei. -Sabe Sofia, eu queria te convidar para jantar. -Eu adoraria mas não posso aceitar ,sou casada. -Me desculpe.  Eu não imaginei afinal das contas você tão nova. -Tudo bem. -Quanto tempo de casados? -Uma semana. -Pouco tempo. Mas me reponde uma coisa? Você ama mesmo seu marido? -O que? -Você fala desse casamento como um fardo. Não como uma mulher apaixonada. Seus olhos não brilham quando fala dele. Levanto-me.  Pego minha bolsa. Tiro uma nota para pagar o café. -Vitor me desculpe mas tenho que ir. Saio o mais rápido possível da livraria. Sinto uma mão forte puxando meu braço. -Me desculpe. Não quis ofende-la. Puxo meu braço. -Não foi nada. Senti Isaac se aproximando. -Você não perde essa mania em Vitor! -E você não perde a oportunidade de se meter em assuntos que não são lhes desrespeito! Isaac de uma gargalhada forçada. Colocou seu braço ao redor da minha cintura. -Ele assunto me desrespeito porque Sofia é minha mulher! -Agora eu entendo porque a garota está tão infeliz. Casada com você. -Eu não estou infeliz, Vitor! -digo. -Mas também não está feliz! -Vai procurar clones da minha mãe e nos deixa em paz! -Eu não sou o único aqui que procura clones! Vitor me da um olhar sinistro. -Eu não vou alongar essa conversa. Até mas. Vitor da as costas e sai andando. -Porque estava conversando com esse cara?- perguntou. -Primeiro não fale comigo nesse tom. Segundo ele me pediu uma ajuda para comprar livros para o neto. -Serio que caiu nesse papinho? -Meu Deus. Você é doente! Começo caminhar em direção apartamento de Cloe. Isaac  caminha comigo. -Temos um carro sabia? -Quando eu estou  nervosa gosto de caminhar para esfiar a cabeça. -Você pode esfiar a cabeça dentro do carro. -Se eu entrar dentro daquele carro com você! Eu vou pegar sua linda cabecinha e vou bater tanto no vidro do carro até você morrer! -Está tão chateada comigo assim? -Eu não estou chateada! Estou p**a da vida com você! Você age como se fosse te trair com qualquer um! Eu não sou uma p**a de beira de estrada não! -Eu sei! -Então porque age assim? -Medo de te perde! Me calo. Ele também. Quando chegamos perto do prédio da Cloe. -Qual seu problema com Vitor? -Não quero falar sobre isso. -Tudo bem.                                  oOo Estou eu sentada no sofá com Cloe, Bea, Isaac e Dante. -Eu vim ver um filme e agora vou assistir as mulheres babando um cara com um chicote! -Eu não sou fã do Senhor Grey!-Falei. -Eu também não!-Bea disse. -O que as mulheres acham romântico nesse cara? A primeira vez dá menina. Ele diz ‘’Eu não faço amor Anastácia eu fodo com força! ‘’ A primeira de  uma mulher o cara tem que ser fofo. -Dante eu sou virgem! Pode tirar minha virgindade com fofura?- Brinca Cloe. Todos riem. -Eu não teria nem chegado nessa parte. Assim que me mostrasse o quarto vermelho da dor. Eu diria Socorro, chamem a policia. Esse cara merece ser preso pela lei Maria da penha!- Brinca Bea. -Calem a boca! Vamos ver o trailer.- fala Cloe. O trailer e quente, sensual e envolvente. Isaac fala no meu ouvido. -Nem todos os dominadores são bonzinhos como o senhor Grey. Então não se iluda com esse trailer! Todos comemos uma pizza. E assistimos Amor é cego.                      oOo Eu e Isaac estamos no carro indo para casa. -Porque Dante foi para essa reunião das garotas? -Porque o tapado do Dante. E a Bea gosta dele. Ele riu. -Mio ánge, nos homens tão egoístas que não percebemos quando uma mulher gosta da gente. Para percebemos ela precisa dar sinal e a Bea não deu nenhum. -Ela é tímida. -Você também é mas não esconde o desejo que tem em mim! Ele aproxima seu rosto do meu. Me deixando desejosa por um beijo. -Como agora eu sei que quer um beijo meu! Como no dia dá praia que estava doida par fazer amor comigo naquelas areias. -Quem te disse isso? -Seu corpo, seus olhos, -ele aproximou sua boca da minha. -Sua deliciosa boca. O carro para mas Isaac teve quer na casa do seu tio João. Então eu fiquei em casa e ele foi atender o tio. O porteiro avisou que senhor Carvaniele ele está subindo. A campainha toca. Abro a porta. Vitor surge na minha frente. Ele ficou me olhando. -Boa noite. John cadê? Pera Vitor é Vitor Carvaniele . O pai de Isaac deu em cima de mim! -Está vindo. -Vô!-  grita John. Eu me ajoelho para arrumar o cadarço solto de John. -Arruma logo tia Sofia. -Calma querido.- riu com a animação do menino.- Pronto. Continue ajoelhada. Passei a mão na roupa do menino. Encarando seus belos olhos castanhos. Arrumou seu cabelo n***o. -Qualquer coisa me liga, a qualquer hora. -Eu sei, tia. -Vou sentir falta. -Eu também. Ele me deu um abraço apertado. Abracei-o forte. -Não esqueceu nada? Cueca, escova de dente, pijama, o remédio da asma? Nos soltamos e ele riu. -Não, tia. Levanto-me. Dou um beijo na cabeça do pequeno -Juízo viu, nada de estressar seu avô. -Eu não estressar não! -Adeus. -Tchau tia! -Adeus Sofia. Fechei porta. Foi para meu quarto. Tomar um banho.  Depois do banho meu pijama velhinho e caio na cama.                   oOo Acordo no meio da madrugada com os barulhos dos trovões.       Eu morro de medo dos trovões. É tipo uma fobia. Levanto-me. Saio do meu quarto. Fui para o quarto de Isaac. Seu quarto não dá para ver muita coisa. Acordo ele. -Isaac! -O que foi? -Eu estou com medo! Me deixa dormi com você? -Eu estou pelado. -Se levanta e veste uma roupa. Deu uma trovoada c*****o. -f**a-se. Levantei o lenço e me enfie de baixo. Fique longe de Isaac. -Porque está tão longe?-perguntou divertido. -Você está nu. -Mas eu não só um estuprador não! Eu sei me controlar Sofia! Venha mas para perto está morrendo de frio! Ele me se deita por cima de mim. Liga o abajur mas permanece lá. -Assim esta melhor. -Sai de cima de mim, por favor. Ele pressionou sua ereção, sobe o tecido fino da minha calcinha. -Isso que faz comigo! -Isaac! Ele começou a usar sua ereção para massagear meus c******s. Comecei a sentir minhas pernas formigar e um fogo a crescer no meu ventre. -Vamos acabar com nosso desejo! Deixe-me entrar em você! -Virgem! -O que? -Eu sou virgem. Ele girou para o outro lado. Caindo da cama. -Isaac? -Banheiro. Ele se enrolou no lenço. Foi até o banheiro. Voltou meia hora depois já sem nenhuma ereção e com uma cueca samba canção. Eu vou comprar cuca para ele! Ele se deitou na cama comigo. -Por quê? -Opção. -E o Leonel? -Ele nunca passou a segurança que precisava para eu perde com ele. Sempre quando íamos tentar alguma coisa acontecia. Eu também sou muito medrosa e ele não sabia como lidar comigo. -Entendo. -Ele não me deu segurança que você me dá! -Você quer fazer amor comigo? -Eu sou preciso de um tempo! Mas eu quero muito! Ele me deu um beijo apaixonado. Onde nossas línguas se mesclavam em uma sintonia perfeita. -Eu quero fazer nosso casamento da certo! -disse ele. -Eu também! Ele me deu outro beijo. -Canta para me fazer dormi. –pedi. -Escusa se ti amo e se ci conosciamo (E desculpa se te amo e se nos conhecemos) Da due mesi o poco più (Há dois meses ou pouco mais.) Escusa se non parlo piano (Desculpa se não falo baixo) Ma se non urlo muoio (Mas se não grito morro) Non so se sai che ti amo..( Não sei se sabes que te amo...) E scusami se rido, dall'imbarazzo cedo (E desculpe se rio, me entrego ao embaraço.) Ti guardo fisso e tremo (Olho pra ti fixamente e tremo.) All'idea di averti accanto (À ideia de te ter do meu lado.) E sentirmi tuo soltanto (E me sentir somente teu.) E sono qui che parlo emozionato (E estou aqui e falo emocionado.) ...e sono un imbranato!  (! E sou um atrapalhado!) Sorri para ele. Abraçou-me e dormimos.                                   oOo Isaac teve que passar o dia preso na empresa mas que o encontrasse lá para almoçarmos. Quando cheguei ao escritório. Falo com sua secretaria. -Boa tarde! Eu sou senhora Carvaniele. Gostaria de falar com meu marido, por favor. Ela me olhou de cima abaixo. Eu estou vestida com blusa verde de manga com decote V. Uma calça jeans escuro. Uma sapatilha da cor da blusa. -Senhora Carvaniele é mesmo? E eu sou a Madonna. -Você acha que estou mentindo? -A senhorita se retire, por favor, ou eu vou chamar o segurança. -Daqui eu não saio! Ela chama o segurança por um telefone. Juntos a eles chegam Cloe. -Para que esse segurança, Maria? -Para retirar essa moça daqui! -Rapaz, não precisamos mas do serviço. -Mas Cloe... -Cala a boca Maria! Quando os cara saio. -Me desculpa Sofia! Essa Maria só faz besteira! -Tudo bem. Isaac está sozinho? -Claro. Aquela é a sala dele. Ela apontou para uma sala em frente a recepção. Dei as costas. Entrei na sala de Isaac. Ele olhava para janela enquanto conversava com alguém no celular. Quando me viu abriu o sorriso mas lindo do mundo. Ele desligou. -Mio ángel.(Meu anjo) -Amore mio. (Meu amor) Ele me abraçou. Me deu um beijo casto nos lábios. -Senti sua falta! Há quanto tempo chegou? -Há uns dez minutos. -Porque demorou a entrar. -Sua secretaria me destratou.Queria-me por para fora daqui. -Eu vou conversar com ela. -Isaac isso não é caso de conversa é de demissão! -Depois conversamos. Ele vai até a mesa pegar o telefone e atende. Ele senta na cadeira Que filho da p**a me ignorando. Se ele acha que vou ser ignorar não vai não! Vou até sua cadeira. Sento no seu colo. Com minhas pernas a cada lado do seu quadril. Ele afastou o telefone da boca. -O que está fazendo? -Cala a boca e curte o momento! Abro a camisa dele.  Mordisco o módulo da sua orelha.  Dou vários beijos, mordisco e chupões do pescoço.  Ele desliga o telefone. -Vai ficar marca. -Tem algum problema por ficar marcado? Ele de um sorriso sacana. -Nenhum. Dou um selinho nele.  Me ajoelho no chão. Continuou meu trabalho. Beijo suas cicatrizes. Chupo seus m*****s. Ele solta uns gemidos. Passo língua  por seu caminho da felicidade. Abro sua calça com uma ereção abundante.  Abro o zíper . Baixo sua calça e cueca.  Sua ereção salta para fora da calça. Caiu com a b***a no chão. -Misericórdia divina! Meu Deus o que é isso? -Ele não morde! -Acabou casamento! Você não vai tirar minha virgindade com isso não! -Vai ser com o que? Sabe uma late de inseticida? Pronto o pênis do meu marido é da grossura e do tamanho daqui. -Não vai caber. -Pode deixar que vai! Continua a brincadeira vai! Começo masturba-lo. Sentindo sua pele macia e convidativa, desliar sobre meus dedos. Sua pele começou a esquentar. -Me chupa Sofia, por favor! Passei minha língua rosada por sua glande vermelha. Seu gosto é doce. Coloco toda na boca. Sinto no começo me engasgo mas começo a respirar pelo nariz.  Puxo a cadeira para mais perto. Olhos para seus belos olhos negros. Eles têm um brilho diferente. Parecem se encher de um sentimento que não consigo identificar. Continuo meu trabalho. Sugando, raspando os dentes, levando ate a garganta. Quando escuto a porta e abrindo. Mas quem disse que vou parar? Sofia está em baixo dá minha mesa, fazendo o melhor boquete da minha vida. Quando meu tio e Vitor entraram na minha sala. Os dois sentaram nas cadeiras em frente a minha mesa. -Estamos aqui conversa com você.- Disse J.V. Eu acinte.   Vitor começou a fala. -Montenegro veio nos procurar ontem. Depois de anos descobriu que suas filhas se casaram com um policial e um tenente do exercito. Leonor se casou com um policia e Leandra com o tenente. Ambas mortas. -O que eu tenho.... Haver com issooo?- pergunto gaguejando. -Queremos sua ajuda. Diabinha larga meu p*u e passa a língua no meu saco. -Ahhh. Meu Deus! Eu ajudo agora caíram fora. -Isaac você está passando m*l? -pergunta Vitor. Ela enfio meus sacos naquela boca quente e apertada. -Eu to coooom doooor de barrigaaaaaa! -Quer ajuda Isaac quer que chamem um medico?- pergunta Vitor. -Caim fora daqui! Os dois saíram da minha sala. -Isso Sofia estou quase lá. Ela para de me chupar. Sofia Ver como Isaac perdendo o controle foi épico. Empurrei a cadeira com toda força. Levantei-me. Olhei bem fundo nos seus olhos negros. -Eu posso ter esse jeito de menina doce. Eu posso parecer ingênua.  Mas eu posso ser muito mais quente que isso. Então não brinca comigo porque pode sair muito, muito queimado! Dou um selinho nele. -Te espero lá em baixo amor!  Saio da sua sala rebolando como se nada tivesse acontecido.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD