Capítulo 37. Tem um cara morto em minha porta

1626 Words

  Ele precisou de toda a sua boa vontade para se manter calado ao ver a sua filhinha aparecer fardada. Era o conjunto de calça jeans muito justa, blusa e gravata da escola tradicional onde a menina havia sido matriculada. O pesadelo pessoal que Marcelo jamais sonhou que teria. De alguma forma a baixinha infernal conseguira deixar aquela roupa que deveria ser inocente, extremamente sexy. Estava apertada nos lugares “errados”, o que dava um toque devastador ao visual juvenil. Ia matar a Beth, a se ia. E ficaria o dia inteiro imaginado a quantidade de pedófilos que estariam atrás de sua filha. Pegou o celular. — Sam, eu quero reforçar a segurança. — Alguma novidade do Renato? — Não, da Beth. Fez questão de levar a menina pessoalmente ao colégio. Entraram de mãos dadas. Emmily não

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