bc

Death Note (novo final)

book_age18+
1
FOLLOW
1K
READ
dark
drama
comedy
sweet
humorous
serious
mystery
like
intro-logo
Blurb

Aviso: S/n e S/a

E se o final tivesse sido diferente? E se no final das contas Kira mudasse de idéia e tivesse um novo objetivo e L finalmente tivesse um sono tranquilo que não fosse a morte?

Fique e descubra

chap-preview
Free preview
Capítulo 1
Vôo 326. Pronto para decolar S/N ouviu a voz robótica vinda do alto-falante. Olhando em volta a procura de S/A que tinha saído a alguns minutos comprar algo para comer e não encontrando resolveu sair. Se levantou de seu assento na sala do aeroporto e foi atrás de sua amiga, lembrava que ela tinha vindo para a saída já que achava os preços dos lanches na lanchonete muito abusivos, ia procurar um mercado por perto. “ Não tem mercado nenhum” foi o que S/N disse antes de sua amiga sumir no meio da multidão. Agora já do lado de fora procurava por cabelos extremamente lisos entre as várias pessoas de diferentes etnias, infelizmente o Sol das onze a impedia de enxergar direito. - O que você está fazendo aqui fora S/N? – se virou para a amiga que estava segurando dois picolés, um de morango que lhe oferecia e outro de limão que a mesma já estava chupando. Estava tão quente que S/N não pensou em recusar. – não era você que estava dizendo que não tinha mercado por aqui? - E tem? - Não, comprei no carro de sorve que passou aqui agora a pouco. Vamos entrar. - Vamos correr né? O nosso vôo já está saindo, eu vim te chamar. – S/A puxou S/N pelo braço e as duas correram até o portão de embarque, as malas já tinham sido levadas. Por sorte chegaram a tempo e conseguiram entrar no avião. Estavam na classe econômica, e pra quem nunca tinha entrado em um avião, como era o caso de S/N, aquilo era um luxo. Já S/A não estava muito contente. - Olha que legal! – S/A se jogou em um dos estofados sorrindo enquanto a amiga sentou do seu lado ainda desgostosa. – o que foi? - Somos as melhores alunas da faculdade, do país, estudamos durante meses, deixamos de ir em todos os roles. Tudo isso pra passar em uma prova que ia nos dar um cargo de detetives em outro país. Certo, já devia estar contente com essa parte. Mas esperava bem mais que – parou para olhar em volta - isso. - Ah, para S/A. Nós estamos indo pro Japão. Sabe o que é isso? Podemos ir ver a cidade de Konoha. Depois ir em Satan-city. Apesar de não gostar muito da idéia. Depois podemos ir no museu que criam em homenagem a shinheki no kyojin. E depois disso tudo podemos ir em uma biblioteca, pesquisei na internet e vi que tinha uma com cafeteria acoplada. Aí que sonho. - Você sabe que a gente tá indo meio que trabalhar né? – elds eram as mais novas detetives a se formarem. Com seus dezenove anos S/N e S/A conseguiram o mérito de serem as jovens mais inteligentes de sua geração. - É um estágio. - Que pode mudar nossas vidas. Droga, por quê te segui em? Estava muito feliz com o meu futuro na medicina até você chegar com seus livros de mistério. – S/N riu com as palavras da amiga, não era sua culpa ter ficado feliz ao perceber seu novo e preferido gênero literário. - Bom, que seja. Kanto que se prepare, nós estamos chegando. - E por falar nisso. Quem vai ser o nosso chefe? – diferente de S/N que havia surtado de felicidade quando descobriu que iria pro Japão. S/A desmaiou quando a sua pressão caiu. Acordou mais tarde com S/N falando sem parar, e tentando explicar o que seu professor tinha dito. - Soichiro Yagami. Líder da Força-Tarefa Japonesa e nosso chefe. Casado com Sachiko Yagami, pai de Raito Yagami e Sayu Yagami. Nasceu dia 12 de julho de 1955. 68 kg. Altura: 1.81. Aquele velho é mais alto que nós duas juntas, fala sério... Por que você tá me olhando desse jeito? – S/A estava impressionada. Sabia que a amiga levava a vida de detetive muito a sério e que não brincava em serviço, mas não tinha o porque de pesquisar a vida de seu futuro chefe. - Como você sabe tudo isso? Não me diz que você... - Sim eu ativei meu modo hack. Quer saber alguma coisa sobre o diretor? Como o fato de que ele assediava algumas alunas e nesse momento está sendo preso? Aliás obrigada pela câmera. – S/N tirou um pequeno objeto de dentro da blusa e entregou para S/A. - Seu primeiro caso? Um assediador?- S/A ainda estava meio lerda pela enxurrada de informações que sua amiga tinha derramado sobre sí. - Não. Fiz de modo anônimo. Eu quero algo mais sabe... Algo que irá causar choque a todos. - Eu vou dormir. Se ouvir outra palavra vinda de você minha mente vai começar a trabalhar e então já era. - Tá bem. Eu vou ouvir música um pouco. Sabe que horas vamos chegar? - Você já sabe. - Estou perguntando para você Sami. – será que ela nunca vai esquecer isso? Pensou S/A enquanto virava pro lado aposto ao de S/N. - As dez horas da noite Ocean. – ouviu a voz da aeromoça pedindo para prender os cintos, depois de fazê-lo as amigas pudera ver a mesma ir para trás de uma cortina. Logo o avião já estava no ar. – até mais Ocean. - Não, não, não. Você não vai dormir. São onze horas da manhã, qual o problema do seu corpo? - Ele não é ligado no trezentos e vinte como o seu é. - Isso, seja ácida. Isso vai te manter acordada. – revirando os olhos S/A encostou sua cabeça no estofado e com os pés tirou a sapatilha azul, logo sentindo a liberdade. Encostou no chão frio da aeronave e se sentiu bem melhor. - Aí caramba, isso deve ser muito legal! – olhou para S/N que estava virada, com os joelhos dobrados encima da cadeira. Em que momento ela tinha feito isso?. A conversa com a pessoa no assento atrás estava muito interessante pelo visto. As vezes esquecia o quanto S/N podia ser comunicativa quando estava animada. - Realmente menina. Os restaurantes no Japão são muito movimentados. Principalmente os que vendem sasishimir. – a voz era masculina, calma e cordial. Mas o que impressionava S/A era o fato de que ele falava seu idioma. - E o que é isso senhor? - Carne de cavalo. - O meu... Vocês comem cavalo? Pobrezinho. – ouviu uma risada rouca e pôde confirmar ser um idoso. - Ora querida. Experimente primeiro, quem sabe goste. - Eu acho que não. Prefiro doces. O que o senhor me recomenda? - Você é muito fofa e gentil. Taiyaki deve ser a melhor opção. - O senhor deve ter viajado muito para saber tudo isso. Inglaterra né? - Como percebeu?- então o homem parecia interessado demais. - O terno elegante, o cabelo devidamente penteado. Fora que apesar de não ficar muito claro o senhor ainda tem sotaque inglês. - Muito inteligente criança. - S/N, deixe ele em paz. Me desculpe senhor. – puxou a amiga pela barra da blusa para que a mesma ficasse sentada. O que não durou muito já que a aeromoça estava vindo com um carrinho cheio de guloseimas pelo corredor. S/A só notou a aproximação da sua amiga tarde demais. S/N tinha jogado o corpo em seu colo em uma tentativa de pegar o bolo de morango. – você podia pedir sabia?! - Você não ia pegar se eu pedisse. – mais uma vez ela tinha razão. Quando notou que sua amiga agora estava sentada tranquilamente em sua cadeira, e sua boca ocupada demais para conversar pôde mexer no seu celular. Não era o melhor, mas com o salário que ia ganhar na corporação podia comprar outro. Já S/N olhava pela pequena janela do avião. Parecia estranho que um pequeno vidro como aquele impedia que ela e os outros passageiros morressem pela pressão causada pela altura. Olhou para a amiga que parecia muito interessada no seu celular. Não queria conversar, mas também não queria ficar quieta. Quem sabe o gentil senhor no banco atrás do seu poderia lhe contar uma história. Olhou pela brecha da cadeira que lhe permitia ver o que acontecia atrás e notou que ele estava mexendo em um laptop com muito interesse. Sentiu a curiosidade tomar conta de sí, mas não podia sacia-la, não era amiga do mais velho e com certeza não o encontraria outra vez. Sua mente divagou imaginando um futuro onde ela já idosa se lembrava deste momento se perguntando o por que de não ter feito nada. Se convencendo com este pensamento já ia levantar quando uma mão pressionou seu ombro, a fazendo ficar parada no lugar. - Não se atreva a me fazer passar essa vergonha. – olhou para S/A que lhe encarava mortalmente. - Mas eu quero... – não conseguiu evitar a voz infantil que usava quando queria algo. - Mas não pode. Droga, preciso de mais bolo, onde está a aeromoça quando preciso? - Por que o bolo do nada? - Não é pra mim, é pra você. O único jeito de te fazer ficar quieta é comendo então... - Você se preocupa mesmo comigo S/A. Eu sabia que um dia ia descongelar esse seu coração frio. – S/A notou pequenas lágrimas nos olhos grandes e castanhos da amiga. Sabia que para ela os amigos eram tudo, e para S/A também. Mas em sua visão ela não podia se deixar envolver tanto. - Você não descongelou nada. Agora seque essas lágrimas, e por favor tente cochilar um pouco. - Tá bem. Até mais amiga. Quebra de tempo O “cochilo" durou até a hora do almoço, e só acordaram porque a aeromoça lhes chamou para que pudesse servir. Comeram, conversaram, e depois dormiram outra vez. A mudança de continente estava as afetando. Só vieram acordar quando as rodas do avião tocaram o chão. Ainda meio grogues pelo sono elas se levantaram e tentaram organizar as roupas no corpo. Pelo que dizia no e-mail o oficial Yagami estaria esperando as duas no saguão. Já na ala de desembarque S/N procurava um homem de meia idade entre tanta gente, se lembrava muito bem das feições do oficial. Quando notou um homem de sobretudo marrom e gravata preta, puxou as duas malas de rodinha deixando S/A para trás, indo ao encontro de seu chefe. - Senhor Yagami? – o homem se meia idade olhou para a jovem a sua frente, não era diferente da foto que lhe enviaram, mas ainda era estranho saber que alguém tão jovem seria de sua equipe. - Olá, você deve ser S/N Ocean. Muito prazer. - naquele momento ela agradecia por ser trilíngue e entender japonês tão fluentemente. – mas é só você? Pensei que eram duas. - S/N O QUE ESTÁ FAZENDO CONVERSANDO COM UM DESCONHECIDO? – S/A chegou furiosa, tinha perdido sua amiga de vista e agora a encontrava conversando com um velho tarado. - S/A, esse é o nosso chefe; Soichiro Yagami. Senhor Yagami, está é S/A Swan. - Ah, é. Muito prazer senhor. Me desculpe pelo surto, fiquei preocupada quando notei que minha amiga tinha sumido. - Está tudo bem, é normal se preocupar, já passei por uma experiência parecida. - Obrigada por entender. - Bem, deixando esse momento constrangedor de lado. Onde nós vamos dormir chefe? – apesar de não demonstrar, S/N estava cansada, sua cabeça pesava, resultado de pensar tanto, seu corpo estava dolorido por ficar tantas horas sem se mexer, e quando sentiu uma pontada no pescoço já previu um nó formado naquela região. - Vocês vão ficar na minha casa, conversei com o diretor da faculdade de vocês e ele não se importou. Espero que vocês também não. Mas caso não gostem eu posso pagar um hotel...- o Yagame deixou a sugestão no ar. Sabia que se as meninas não fossem teria problemas com Sayu. - Não, está tudo bem. Aposto que sua filha deve se sentir sozinha, eu entendo. - Como você...? - Pesquisei um pouco sobre o senhor. Espero que não se importe. – o capitão olhou para S/N abismado, aquela fala o lembrou de certo alguém. - Não se incomode. Ela não conhece algo chamado “limite". - Está tudo bem. Só fiquei surpreso. – dando um riso sem graça Soichiro se voltou para as meninas – permitam que eu carregue suas coisas sim? - Não será necessário capitão. Não estamos tão cansadas assim não é S/N? – o sorriso que S/A lhe dava era tão tenso que ficou com medo de ver a amiga perder um dente pela força que colocava. Pegou as alças das malas de rodinhas e olhou para seu chefe. - Ela tem razão senhor. - Bom, se insistem. Por favor me sigam. – em pouco tempo as duas detetives notaram o quão educado e gentil era o capitão Yagami, ao mesmo tempo que era sério. Por enquanto esses eram os traços de personalidade que conseguiram capotar. Depois de uma viajem de carro do aeroporto até a casa do oficial, o mesmo explicava para as duas as regras e como deviam se comportar no prédio da polícia, falava as regras de sua casa e explicava como eram sua esposa, seu filho mais velho um estudante dedicado de dezoito anos e Sayu, uma jovem estudante de quinze anos. Nada que S/N não soubesse. Mas S/A ouvia atentamente tudo que era dito e decorava para não cometer nenhuma gafe futuramente. Quando o carro parou na frente da casa Yagami, Soichiro foi até o porta-malas e tirou de dentro a bagagem das meninas. - Podem vir, aposto que Sachiko já está nos esperando. - contando os passos que dava até a porta, S/N percebeu que algo r**m iria acontecer, era como se estivesse andando em câmera lenta, indo em direção ao pesadelo. - Okaerinasai. – ao ouvir a palavra em japonês S/N despertou de seus pensamentos – que lindas querido. São as novas recrutas? - Sim querida. Essa é Lian. – S/N deu um sorriso gentil para a mulher – e essa é Samir. - Muito prazer. - Aí minha nossa. Finalmente vocês chegaram, estava tão ansiosa. Olá, eu sou Sayu. É um prazer. - O prazer é todo meu Sayu, espero ser sua amiga. – S/A sorriu para confirmar a frase de S/N. E receberam um abraço da menina. - Onde está Raito? – Soichiro perguntou a esposa. - Estou aqui pai. Então essas são nossas convidadas? Muito prazer. – S/N viu o garoto descendo as escadas, e mais uma vez a sensação de câmera lenta lhe atingiu. Ao olhar nos olhos de Raito, sabia que nunca deveria confiar no mesmo. - Olá. Sou Lian. – a alguns momentos atrás, Soichiro havia lhes instruído a nunca mais revelar seu verdadeiro nome a ninguém, e naquele momento agradecia por isso. - Eu sou Samir. – as duas sabiam sobre os casos de assassinato que estava acontecendo em todo o mundo, principalmente no Japão. Tinham noção disso quando faziam as provas mas agora que estava ali. Era como se tivesse caindo em um buraco, onde o resultado da queda seria a morte. Mas de quem...?

editor-pick
Dreame-Editor's pick

bc

Entre o Crime e o Amor

read
1K
bc

A escolhida Poline

read
2.5K
bc

No Meio do Nada

read
1.1K
bc

How To Hate You.

read
1.2K
bc

Procura-se uma esposa

read
1.8K
bc

OBSESSÃO (MORRO) prt.1

read
19.2K
bc

Milena [M]

read
5.0K

Scan code to download app

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook