Capítulo 5

1137 Words
Luiza Porque é tão difícil se arrumar para um evento de gala? Coloco meu vestido rosa com alcinha, faço um make simples, penteio meu cabelo é prendo a franja pra cima. Coloco meus saltos e estou pronta, desço pra sala e vejo Miguel brincando com Camila. -Uau tá linda em Luiza -diz Camila -Inda mama - diz Miguel vindo me abraçar, pego ele no colo e beijo todo seu rostinho -Obrigada meu amorzinho, agora fica com Camila, eu volta daqui a pouco, qualquer me liga ta - digo e Camila assente, desço e pego um táxi para o hospital. Está lotado, quando eu chego alguma pessoa olham pra mim e eu forço um sorriso. Caramba parem de olhar pra mim, falo em pensamento -Uau, você está linda, amiga -diz Lisa se aproximando -Obrigada, você também - digo -Olha quem chegou, o filho mais velho dos Carter's -diz e eu me viro prendo a respiração, é o Arthur ele está lindo, junto a um rapaz. -Luiza que bom rever você -diz abrindo um sorriso -Arthur, é bom revê-lo também -digo sorrindo -Esta muito bonita - diz -Obrigada, você está ... bonito também - digo gaguejando, foco Luiza ouvimos um tosse forçada Arthur É sorte ou destino dela estar aqui também? Ela esta tão linda. Vejo Lorenzo vindo na direção de Luiza e tenho até medo nunca sabemos o que esperar de um maníaco tarado. Meu melhor amigo dá um abraço de urso nela, atirando do chão. O que se p***a tá fazendo? não tem amor à vida, não?  Ela surpresa sorri. -Lorenzo, ao seu dispor -o canalha diz beijando a mão da MINHA Luiza, minha? Sim minha Ele vai ver o que estar ao dispor dele .. -Seu dispor uma ova, seu bastardo, largar ela filho da mãe -digo brincando e falando sério ao mesmo tempo. Sempre foi assim Lorenzo aprontava e eu revidava, nossos pais apareciam e ele se escondia na saia da mãe e eu que pagava o pato por seus merdas, criados juntos desde pequenos. Sorte dele que eu o considero como meu irmão senão já tinha quebrado ele ao meio. -Vou fazer o discurso, podemos conversar depois? -Pergunto dela assente-pisco e puxo Lorenzo -Você não mentiu quando disse que Luiza era linda, meu irmão que avião, meu pai! Me chama de pista e pousa em cima de mim -Lorenzo diz e assobia no final Filho da p**a provocador -O que disse? Repetir se não quiser continuar com todos os dentes dentro da boca -falo sério e ele quase se joga no chão de tanto rir -Estou brincando contigo, esquentadinho, você precisava ver a cara que você fez, foi hilária -ele continua rindo da minha caramas ela é um avião mesmo cara, que pernas são essas? quase ..- não espero ele terminar de falar e meto murro no seu braço e ele faz cara de vítima. -Que agressividade é essa, mano? Duvido que quando tiver na cama com sua Luizinha vai ser assim ..- levanto minha mão já fechado pra bater nele de novo, mas ele se afasta quase correndo parece uma moça medrosa e dou risada. Subo ao palco e bato em minha taça chamando a atenção de todos. -Eu me sinto lisonjeado em fazer parte desse momento histórico, mas sei que temos a responsabilidade, o dever e o compromisso de fornecer uma assistência de qualidade, humanizada e com responsabilidade socioambiental. Em 10 anos vocês e meus pais tiveram muitas alegrias em salvar e recuperar vidas, mas também tristezas com como que perderam. Propiciamos qualidade and conditions that engandeceram a medicine. Meus pais não escolhidos vir, mas estou representando eles sei o quando eles batalharam para ergue e administrar um hospital de ponta como esse, então uma salva de palmas para os 10 anos do hospital Carter's- termino e todos batem palmas, olho pra frente e vejo o sorriso de Luiza e quando vejo também estou sorrindo. Desço do palco e vou até Luiza. -O discurso foi lindo, parabéns, não sabia que era filho de Heitor Carter -diz -Obrigado, não gosto de usar meu sobrenome pra conseguir as coisas aos meus pés -digo -Nisso eu te apoio, temos que lutar por nossas coisas -diz sorrindo e seu telefone toca -Desculpe  -Fique a vontade -digo ela atende, vejo seu nervosismo e ela desliga o celular -Tudo bem? - pergunto -Desculpa mais eu tenho que ir meu filho não está bem -diz desesperada -Vamos eu te dou uma carona -digo andando -Não precisa eu pego um táxi você tem a fest ...- não deixo ela terminar -Eu insisto - digo e saímos rápido, abro meu carro e nos entramos, o silêncio recai sobre o carro enquanto dirijo até que escuto um choro. Viro e a vejo chorando e isso me mata por dentro. -Ele vai ficar bem - digo e seguro em seu braço e uma corrente elétrica passa pelo meu corpo -Obrigada, ele é tudo pra mim- diz limpando como lágrimas Chegamos ao apartamento e ela desse junto a mim, pegamos o elevador e ela abre a porta, vejo uma mulher sentada com uma criança no colo -Graças a Deus, asma atacou - diz e Luiza suspira -Eu levo vocês ao hospital -digo -Ok obrigada eu só tenho que pegar os documentos - enquanto ela fala eu pego seu filho de seus braços -Fica melhor você subir sem te-los no braço -digo e ela sobe encaro o menino e vejo que ele é igual a mãe. -Eu miguel -diz sorrindo -Oie Miguel, eu sou o Arthur- digo sorrindo e ele deita sua cabeça em meu ombro e eu faço carinho em sua cabeça. -Pronto, Obrigada Camila - diz e saímos -Ele não estranhou você - diz e eu a olho - ele sempre chora quando alguém que não conhece pega ele- diz e colocamos ele na cadeirinha no carro. Chegamos e ele é logo atendido. Enquanto ele toma oxigênio converso com Luiza -Ele sempre tem essas crises? - pergunto -As vezes, era mais localizado quando ele nasceu - diz -O pai dele não está preocupado? - pergunto e ela se remexe desconfortável - Desculpe eu não ..- ela me corta -Não tudo bem, somos só eu e ele -diz e olha para Miguel -Prontinho papais ele já está bem -diz a medica -Ana nós não som ... - a interrompo -Obrigado, vamos - digo ee Luiza assente. Enquanto Luiza pega sua bolsa pego Miguel que está dormindo e subimos. -E na segunda porta- diz e entro em um quarto bem organizado azul, deito Miguel na cama tiro seus sapatos e o cubro. Saímos e ela fecha a porta. Fomos para a sala -Acho que agora eu já vou -digo a olhar e ele umedece seus lábios. Quando eu avanço um passo ela recua. -Obrigada por tudo Arthur, mas eu não posso - diz me olhando e eu entendo -Sim entendo - digo e lhe dou um sorriso e ela me dá outro Seguimos até a porta e eu saio, e me viro pra ela. -Como amanhã é sábado, minha amiga vem almoçar quer vir e trazer alguém? - pergunta e eu sorrio -Claro, Tchau Luiza -digo -Tchau Arthur -diz e fecha a porta, entro no meu carro com uma sensação estranha no peito.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD