Capítulo 2

1862 Words
3 anos depois .. Luiza Triiiiim Triiiiim Despertador maldito passo minha mão pelo criado o pego e jogo no chão. Levanto e vejo que já são 05:30 inferno, levanto e vou ao quarto de Miguel meu príncipe e vejo que ele ainda dorme. Aproveito e tomo um banho. Meu apartamento não é grande mas é o que posso pagar e é ótimo pra mim e para Miguel. Miguel tem 3 anos, um amor para criança é muito calmo e não me trabalho algum. Lembro quando o desgraçado do Gabriel gritou para mim aborta-lo, jamais faria isso, nos namorávamos a um ano e morávamos juntos em Carolina do norte, eu não pensei duas vezes e deixei fui para casa dos meus pais e nunca me esquecerei das palavras seguintes . "Você foi uma vagabunda por ter engravidado dele, não queremos você sobre o nosso teto" - sim meus pais não me apoiaram, mesmo dia os únicos que considerados ao meu lado foram Nicolas e Esther padrinhos de Miguel e submetidos para Seattle.  Esther é Investigadora da polícia e Nicolas é advogado nas empresas Carter's. Gabriel deu chá de sumiço e não nunca mais me encontrar com ele. Não quero meu filho perto desse monstro. Quando cheguei aqui aluguei um pequeno apartamento com ajuda de Esther e Nicolas, consegui um estágio remunerado e terminei uma faculdade. Fiz medicina e agora estou terminando minha residência no hospital Carter's um dos melhores de Nova York. Posso não ter muito dinheiro mas luto muito pro meu filho ter tudo do bom e do melhor ele é o meu mundo é o único por quem eu irei lutar. Relacionamentos? Já tive a pior das principais, agora são só eu e meu filho, não confio mais em homens. Termino meu banho e visto uma lingerie preta, uma camiseta simples preta e uma calça jeans escuro e um salto preto baixo. Penteio e deixo meus cabelos soltos e passo um a base e um pó e um pouco de gloss nos lábios. Assim que eu acabo escuto meu filho me chamando. -Mama - ele ainda não fala algumas palavras certas mas é tão bom ouvir -Oie meu amorzinho, vamos tomar um banho - digo e o pego no colo, dou banho nele e o troco, coloco seu uniforme da creche e desço para cozinha com ele. O coloco no banco da bancada e faço um sanduíche pra mim e pra ele e coloco leite em seu copo e enquanto ele come corto a maçã pra ele. Terminamos de comer coloco tudo em cima da pia escovo meus dentes e o dele.  Vejo que são 06:30 ótimo só entro às 08:00 ainda dá pra levar um café pra Esther. Pego sua mochila e minha bolsa. Tranco meu apartamento e descemos pra garagem. O coloco em sua cadeirinha e entro no carro saio do prédio e vou calma andando pelas ruas de Seattle. Estou andando quando uma BMW quase me fecha, pois está correndo na pista. -SEU FILHO DA p**a, NÃO SABE DIRIGIR NÃO? - grito -Mama o que é fila da pluta? - meu filho pergunta, droga eu e minha boca grande -É uma palavrinha muito feia meu amorzinho, não pode falar tá amor, desculpa mamãe - digo e coloco pra tocar galinha pintadinha no rádio do carro e ele se distrair, ufaa. Chego na creche e me despeço dele lhe dando um beijo. -Tchau filho mamãe te ama - digo -Tlau mama tle amo - diz e entra correndo, entro no carro e vejo que ainda é 07:00 horas, dirijo e você até o Starbucks. Entro e vejo que está lotado. -Oie Camila -digo a minha amiga que trabalha aqui -Oie Luiza, você pode me ajudar por favor? - pergunta com os olhos brilhantes -Sim o que foi? - pergunto sorrindo -Pode atender a mesa 2 por favorzinho, estou ficando louca tá lotado aqui hoje? - pergunta juntando as mãos e eu sorrio -Claro, me passa o avental -digo, pra mim não tem problema ainda tenho tempo -Obrigada minha linda - diz me dando o avental e eu o coloco -Olha a chantagem em - digo e pisco, vou até uma mesa onde há um homem de terno para ao seu lado e começo. -Bom dia senhor, com licença, o que deseja? - pergunto e dou um sorriso forçado. Então ele olha para mim o homem mais bonito que eu já vi em toda minha vida olhando para mim de uma forma que eu não sei decifrar, algo diferente no seu olhar e não sei o que é, volto dos meus devaneios e ele continua me olhando . -O que deseja, senhor? - repito a pergunta -O que você me recomendaria? -Muito bem essa me pegou desprevenida, ninguém nunca pergunta o que eu gosto. -Cappuccino duplo com espuma e um belo croissant de queijo que tal? - lhe dou um sorriso -Ótimo, então é isso que vou querer- fala sorrindo e que sorriso -Com licença -saio e pego seu pedido com Camila e o da mesa 4, vejo as horas no relógio e vejo que ainda é 07:20 -Aqui está - falo colocando seu cappuccino e o croissant sobre a mesa - mais alguma coisa? -Não Obrigado- faço menção de sair, mas ele segura meu braço -Qual é o seu nome? -Pergunta e mais uma vez fico surpresa Tudo acontece muito rápido, tropeço no pé da cadeira a minha frente quando vou me virar e derrubo uma xícara de café nele. -Ai meu Deus! Me desculpe, foi sem querer. Eu não queria fazer isso, me desculpe de verdade, eu ..- falo rapidamente. -Esta tudo bem. É só lavar ..- fala calmamente sorrindo- Não precisa se preocupar -Me desculpe- peço mais uma vez -Não tem importância -Vou pegar um pano para limpar isso aqui -corro para pegar um pano e volto, mais ele não está mais lá. Na mesa somente o cappuccino pela metade do prato onde estava o croissant e uma nota de 20 para pagar. Pego tudo e levo a cozinha me despeço de Camila e vou para o hospital, é Esther ficou sem o café, no meu da tarde lembro de seus olhos azuis. Foco Luiza, esqueça ele lembre do Gabriel. Arthur  Minha vida costuma ser tranquila, causar os problemas que tenho e grandes emoções são em relação à delegacia, já que minha família meus pais e meus irmão e minha irmã vivem em perfeita harmonia simplificando, minha vida chata. Tudo bem acho que exagerei um pouco mais nada realmente emocionalmente acontece. A última vez que algo aconteceu foi o nascimento da Júlia filha do meu irmão Otávio e que ainda é mais novo do que eu, já passou 2 anos desde então dá para entender agora? As vezes eu tenho uma pontada de inveja do meu irmão, inveja santa, não me entendeu m*l não quero tirar as coisas dele, é só que eu sou louco por uma família como um dele uma mulher para amar e receber seu amor uma filha ou um filho, acho que esse é meu maior sonho e me sinto frustrado por ter 26 anos e não ter nenhuma namorada porém prefiro continuar a solteiro voltar com a louca da minha ex Alissa. Levanto relutante da cama e corro para o banheiro entrando sobre a água morna em seguida saio do chuveiro e depois de fazer minha higiene matinal penteio meu cabelo visto minha roupa de trabalho terno gravata camisa social e estou pronto. Deixo sempre minha farda na delegacia, coloco minha arma no coldre embaixo do paletó e meu distintivo em baixo da camisa social. Penso em pegar uma fruta mas prefiro comer no Starbucks faz tempo que eu não como lá. Entro no elevador saindo da cobertura, poucos minutos depois estou saindo do meu prédio no meu carro, dirijo rapidamente no meio do cruzamento um carro quase me fecha e eu acabo fechando o outro carro uma mulher grita mas não dou ouvidos não posso fazer nada, esse pessoal que não sabe dirigir eu hein. Desço do carro entre e me sento virado para entrada e espero paciente ate ser atendido, escuto uma voz doce delicada falar comigo e olhe para ela e nossa. Minha nossa ela é linda e meu Deus é muito gostosa! seu jeito é tão engraçado, ela é espontânea, há algo em seus olhos que posso ver mesmo atrás desse sorriso algo como tristeza, gostei do seu jeito fofo. Ela traz o meu pedido, mas antes dela ir pergunto o seu nome, antes que ela me responda acaba derramando café em mim e fica desesperada solicitando desculpas. Tento tranquilizá-la mas ela está muito nervosa ela vai em busca de um pano então recebo uma mensagem no meu celular. Preciso de você aqui, agora!                                                                                                                                                                                  Ester Droga!  Pego uma nota qualquer na carteira ponho na mesa e pego o croissant, não sem antes beber um pouco do cappuccino. corro para delegacia mas eu vou voltar nessa cafeteria preciso ver outra vez. Entro delegacia e recebo cumprimentos sigo para mim sala e vejo Esther discutindo com..droga! -O que está havendo aqui? - pergunto nervoso -Essa .. - Esther respira fundo- Essa mulher quer falar com você e eu avisei que você não estava, mais ela não quer ir embora. -O que você quer, Alissa? -Pergunto grosso -Nos precisamos conversar, querido - ela fala com uma voz melosa -Não temos nada para conversar, Alissa, vai embora -aponto pra saída -Mas, amor ... -Não me chame assim! -Interrompo-a - Nos terminamos há muito tempo agora esqueça de mim e vai embora -Tudo bem querido eu vou embora, você precisa de um tempo sozinho e eu vou respeitar. Até logo-ela manda um beijo e vai embora Respiro fundo e passo as mãos pelo cabelo tentando me acalmar massageio minhas têmporas e vou para minha sala sendo seguido por Ester. -Essa mulher é maluca-fala sentando de frente para mim. -Eu sei- bufo -O que aconteceu com sua roupa? -Pergunta curiosa -Fui na cafeteria aqui perto ea garçonete derramou café em mim -um sorriso bobo se forma em meus lábios ao lembrar dela -E você gostou da garçonete? -Fala rindo. Ela é demais -Eu não sei, quando eu a vi eu me senti diferente, ela tem um sorriso lindo, mas parece que esconde algo por trás dele- falo me lembrando dos seus lindos lábios -Algo como ..? -Erguer sobrancelhas -Como tristeza, eu não sei-encosto na cadeira -Quero conhecê-la, e pelo que percebi você quer ver outra vez. -Você me conhece melhor do que ninguém não é? - sorrindo -Claro, como ela é? - -Loira, olhos azuis, cabelo curto e muito gostosa - falo mordendo o lábio inferior -Não sei, vou pegar o novo caso já volto-diz e sai Esther é detetive aqui na delegacia há 2 anos ela é uma amiga incrível. Depois de várias sessões, já que ela não abaixa a cabeça para ninguém nós acabamos nos tornamos amigos. Se você proposta que ela gosta de mim está enganada, ela nunca olhou para mim dessa forma e nem eu para ela. No meio da tarde o rosto da garçonete vem em meus pensamentos.  Eu preciso vê-la de novo.
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