Carina O Armazém Não era a primeira vez que eu tentava me concentrar no trabalho e falhava miseravelmente. As palavras no monitor do computador pareciam dançar diante dos meus olhos, enquanto a verdade que eu acabara de descobrir queimava na minha mente como uma faca afiada. Meu pai… morto. E, de alguma forma, a família Rossi estava envolvida. Tudo começou naquela manhã, quando um envelope anônimo apareceu na minha mesa. No seu interior, havia recortes de jornais antigos sobre a morte do meu pai e uma anotação feita à mão: "Nem tudo é o que parece. Encontre-me no armazém às 22h. Vou provar que estou certo." Passei o dia inteiro debatendo comigo mesma. Era uma armadilha? Talvez. Mas, e se não fosse? Se a pessoa realmente tivesse as respostas que eu tanto procurava? O relógio marcava 21

