Giovanni
A vida é uma caixa de surpresas. Eu sou um Homem sério, nunca me envolvi com mulher nenhuma, simplesmente as uso e jogo fora. Isso mesmo, pois nunca passou de uma noite, aliás nunca passou de uma transa; após comê- las, deixa-las acabadas na cama, sumia. Beijar na boca só na minha adolescência, depois, quando comecei a comer as vadias que só querem saber de sexo, resolvi que não iria mais beijar nenhuma delas, afinal beijar é algo íntimo.
Com este meu jeito rude, sério, bruto e ignorante, foi fácil todos estes anos afastar as mulheres. Até por conta do que eu faço, esse meio é perigoso demais, tenho inúmeros inimigos, mas sei me cuidar, assim como cuido da segurança e das negociações do meu amigo e chefe, Capo da Cosa Nostra, Fillipo Mancini Rossi, a quem tenho muito respeito e sou grato pela oportunidade de ser seu braço direito e seu Consigliere.
Por conta deste meu cargo, tenho alguns poderes em mãos, muitas ligações poderosas, e sou muito temido por alguns membros da máfia Italiana. Tenho carta branca para usar do meu poder quando necessário, sem precisar recorrer ao Capo, já que ele sabe que sempre pode confiar em mim, tanto na minha lealdade, quanto na minha amizade, assim como o meu pai foi um dia do seu pai. Enfim, algumas coisas terão que mudar simplesmente pelo fato de um dia uma menina, uma garota … uma ninfeta que caiu em cima de mim e quando os nosso olhos se conectaram; não sei o que aconteceu naquele dia, só sei que ali nossos destinos se entrelaçaram.
Assim que a conheci, fiz algo que não é do meu feitio: ser gentil. Lhe ofereci uma carona, carona esta que me fez pegar um leve resfriado por conta da forte chuva que tomei, por tentar nos tirar de um buraco onde o carro atolou, mas não foi só isso, ali diante do seu corpo trêmulo e seu olhar de pavor por conta da chuva e relâmpagos, eu senti uma necessidade imensa de protegê-la e desde de então é o que venho fazendo, mesmo que seja de uma forma rude, grosseira e nada amigável. Afinal, como já disse, nunca me envolvi e não pretendo me envolver com nenhuma mulher, a única coisa que esta ninfeta terá de mim será a minha proteção eterna. Porém, não consigo pensar direito quando estou perto dela. Já até perdi a cabeça algumas vezes, sua língua é tão afiada que quando dou por mim, a calo , colando as nossas bocas, sim fiz algo que não fazia a anos, beijar uma mulher na boca e p***a que boca, aquele beijo me hipnotizou desde o dia que há vi pela primeira vez, há anos eu não beijava ninguém, mas eu quis saborear a dela, e que delicia, p**a merda seria meu fim, por isso recuei. Sabia que estava mais fodido do que eu pensava, p***a, não sei como me controlei ali na sala de tiro, não a fodi ali mesmo, ela acendeu uma chama em mim desconhecida até mesmo por mim. Então eu tinha que dar um passo para trás, mas este passo acabou nos afastando demais. Eu voltei para Itália, mas estava sempre de olho em tudo que ela fazia em Nova York, e quando o Filipo me disse que ela estaria vindo com a Victoria eu vi a chance de encurtar os passos e me aproximar novamente, afinal a irmã dela estava prestes a se casar com meu melhor amigo e teríamos que conviver. Minha intenção era só se aproximar dela e protege - lá. Mas quando estamos perto um do outro tudo acontece e nem eu mesmo me reconheço.
***
— Você está me enlouquecendo, sabia? Essa p***a de short curto está fazendo os homens te comerem com os olhos e isso me deixa puto. Esse seu jeitinho de menina, mas com postura e atitudes de uma mulher, excita demais os homens, mas o que eles não sabem é que você é …. — rosno trincando os dentes, mas recupero a minha sanidade antes de finalizar a frase.
Passei todo o nosso passeio me controlando, mas agora que estamos só nós dois, chega de me conter, acabo de decidir que esta ninfeta será minha. Vou alisando a sua barriga e pressionando meu m****o que está duro nas suas costas. Sinto que ela respira fundo antes de se virar e me encarar.
— Sou o que? — me desafia, como não retruco ela continua. — Vou te dizer o que eu sou: livre, por isso uso o que eu quiser, se querem olhar não me importo, afinal, o que é bonito é para se olhar e ser apreciado.
Seguro seu queixo e olho dentro dos seus olhos.
— Você adora me desafiar, mas não me importo, pois esse seu jeito desafiador só me excita ainda mais — aviso e puxo a sua cintura, fazendo seu ventre encostar na minha ereção, seus olhos se abrem e seu rosto fica ruborizado, aproveito e a provoco — Eu só não te fodo aqui e agora, porque você é mulher para ser apreciada e degustada. Mas pode ter certeza que quando eu te pegar, você não lembrará nem seu nome. — vejo seu peito subir e descer e posso apostar que o meio das suas pernas está escorrendo com a sua excitação .
A maldita passa os braços em volta ao meu pescoço, dá um sorriso safado e olha dentro dos meus olhos.
— E se eu te disser que dificilmente alguém me fará esquecer meu nome ou até mesmo me fará gozar facilmente? — fala baixo, num tom sexy e provocativo.
— Para te fazer gozar eu não preciso nem te f***r. — aviso antes de puxar a sua nuca e tomar a sua boca com força, ela logo vai me dando passagem e se entrega ao beijo quente que me faz querer mais e mais essa boca deliciosa.
Porra, estou fudido. Sua boca é doce feito mel.
Sem desgrudar as nossas bocas, eu abri seu shorts e enfiei minha mão, ela logo abriu um pouco as pernas e afastei a sua calcinha. p**a que pariu, estava muito mais encharcada do que eu imaginei.
— Você já está mais que preparada para gozar, eu vou te chupar e vou fazer você gritar até encher a minha boca com o seu mel. — aviso e vejo ela arregalar os olhos, mas não impede de fazer o que digo e com este sinal, me abaixo, retiro o seu shorts, coloco a sua calcinha de lado, levanto uma das suas pernas e posiciono em cima do meu ombro, para deixa-la bem aberta para mim. Assopro seu clítoris e ela geme, passo a língua suavemente no seu e ela começa a se contorcer, acabo sorrindo, afinal, m*l comecei. Sem pressa vou a saboreando, a marcando para ela entender que o único a fazê-la gozar e sentir as pernas trêmulas serei eu. Ela agarra meus cabelos e começo a chupa-la com vontade, introduzi um dedo no seu canal, quente e melado, meu p*u pulsa ainda mais forte dentro da minha calça.
Porra, estou louco para me enterrar nesta ninfeta, mas irei me controlar.
— Ah, Ahh, Ahh, Tiozão … não para, me mostra do que você é capaz — A safada começa a rebolar na minha boca e me provoca, me chamando de tiozão, pois sabe que fico puto.
— Ninfeta do c*****o, provoca vai, que eu vou te mostrar o que este tiozão aqui é capaz de fazer — para puni-la introduzi mais dois dedos na sua entrada e em poucos segundos ela estava gritando, gemendo enlouquecidamente, conforme se desmanchava na minha boca.
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Saiu dos meus pensamentos com o toque do meu telefone, desde a loucura que fizemos naquele dia, não consigo esquecer seu gosto, ainda não a tive completamente em meus braços, somente a sua boca, nas vezes que precisei fazê-la entender que a sua linguinha afiada só me deixa louco de t***o .
—Alô!
— Pelo tom da sua voz, já sei que está de mau humor, melhor nem falar quem estou vendo agora na pista de dança junto com seu treinador — Rafael sempre gosta de me irritar, bufo, já imaginado sobre quem ele está falando
— O tempo deste bosta está contado, só garanta que ele não a toque se não quiser morrer. — aviso e escuto a risadinha do i****a de fundo.
— Pelo visto esta decidido a seguir com o pedido do Carlos, acho ótimo, só não acho que a sua ninfeta ficará tão feliz — o i****a me provoca, contei a ele e ao Fillipo sobre a minha conversa com o pai da Letícia, precisarei ficar um tempo nos Estados unidos e com Fillipo de volta à italia isso não será problema, só estou aguardando ele voltar este fim de semana de lua de mel.
— Ela não precisa estar feliz e sim segura — declaro, ele diz que ficará de olho e nós finalizamos a ligação.
Dimitri bateu na porta do escritório e avisou que o nosso prisioneiro já está pronto para mim. Prendemos um traidor, um soldado que estava passando informações das nossas negociações de armas para um dos nossos inimigos.
Agora o desgraçado saberá que não se trai a máfia Cosa Nostra, e este acerto veio na hora certa, pois irei extravasar a minha raiva no maldito.