Capitulo 2

1054 Words
Giovanni — Por favor, acabe logo com isso — o maldito diz, cuspindo sangue. Como eu disse, minha raiva está sendo descontada toda neste desgraçado, nem dei tempo dele dizer nada, cheguei já com soco ingles entre os dedos socando a sua cara e estômago, em seguida, dei uma descarga elétrica no desgarçado até desmaiar, o acordamos com água gelada e ele já está implorando pela morte rápida. — Você sabe que traidores aqui na nossa facção costumam ter mortes lentas, com você não será diferente, então mostre o soldado que foi treinado para ser e aguente a sua punição. Afinal, para nos trair não pensou duas vezes e por conta disso perdemos milhões na última carga, que foi interceptada e levada antes do nosso cliente chegar. — digo puto, trincando os dentes. — Agora me diga o nome do mandante desta merda toda, sabemos que a facção dos Pasquales está envolvida e eles irão ser punidos, mas tem peixe grande nesta merda, então fala logo, que te poupo e te dou uma morte rápida — digo me aproximando com um machado, que servirá para cortar suas mãos . Ele arregala os olhos e diz que não sabe de nada, então, sem pensar muito, arranco a primeira mão. Isso simboliza que ele é um traidor e caso viva, não será bem vindo em nenhum trabalho, muitos acabam se matando depois ou pedem para morrer de uma vez . — Ok eu falo …foi o Alberto, ele queria se vingar do Dom, por ter tirado a filha do Juan dele e dado para o Dimitri — conta, olho para o dimitri que logo me olha com olhar mortal, só dou o sinal e ele finaliza o serviço com o nosso soldado, o matando com uma facada no peito. — Peço permissão para acabar com o desgraçado do Alberto — pede nervoso, sem pensar direito. — Ele irá ter o fim que merece, mas iremos fazer do modo certo, mostrando a todos do conselho o traidor que ele é, em seguida ele é todo seu, mas por enquanto, aumente a segurança da sua mulher, o desgraçado já deve saber que pegamos seu bode expiatório — explico e ele meneia a cabeça concordando . *** Coletamos todas a provas contra o maldito do Alberto, na verdade nem foi difícil, o velho tem mais inimigos do que aliados, com isso foi facil fazer alguns abrirem o bico, foi ai que descobrios que ele realmente estava ligado a todas as ilegalidades do Juan junto aos mexicanos e Europeus, estava tão envolvido e sem saida, que até a sua casa já estava usando para esconder as mulheres que ele estava traficando, como fechamos as boates do Juan, o cerco se fechou, mas o i****a ao invés de achar um lugar discreto,deixou todas elas num galpão no fundo da sua casa. Fizemos uma armadilha e invadimos seu galpão fedido, com poucos seguranças fazendo a ronda, por conta do barulho com as granadas o velho apareceu rapidamente, acredito pra ver se suas mercadorias, no caso as mulheres, estavam vivas; foi aí que ele deu de cara comigo e o Dimitri, que estava se controlando para não voar no seu pescoço. — Olá, Alberto, pelo visto ver seu amigo e comparsa morrer lentamente com muito sofrimento, não o fez repensar nesta merda que estava fazendo com ele, afinal, continuou com esta p***a — digo seriamente olhando dentro dos seus olhos, o velho está parado feito estátua, acho que prossessando toda bagunça que fizemos — Eu não sei como essas mulheres vieram parar aqui — tenta argumentar; me aproximo dele e olho dentro dos seus olhos. — Mas eu sei e você pagará por ter traído as leis da Cosa Nostra — aviso e só balanço a cabeça para que os soldados o levem para o nosso galpão . Um dos nossos soldados se aproxima e avisa que achou uma carga de armas escondidas também, o maldito além de não cumprir as leis da máfia, ainda estava nos roubando . — Fillipo m*l chegará amanhã e terá uma boa diversão — digo para o Dimitri, sei que disse a ele que podera dar uma surra no desgraçado, mas não será só ele e sim todos do conselho, pois é assim que fazemos quando um traidor do conselho cai, todos tem que estar presentes para saberem como que um traidor é tratado, para não pensarem em nos trair também . *** Estou no quarto terminando de me arrumar e meu telefone toca, vejo que é o Fillipo e atendo. — Oi — atendo no segundo toque. — E ai, cara, sei que a nossa reunião está marcada para amanhã, mas vamos fazer um jantar aqui em casa. A Victoria exige a sua presença — diz com uma voz tranquila, Victoria fez muito bem ao meu amigo — Vocês acabaram de chegar, achei que iam querer ficar sozinhos — provoco. — Já passamos muitos dias dentro de um quarto, fora que o jantar não irá nos impedir de aproveitarmos mais tarde — acabo rindo com o que o safado diz. — Ok pode confirmar minha presença, assim já vejo o moleque — digo me referindo ao filho deles, nos despedimos e eu me troco para ir jantar na sua casa. Finalizamos a ligação, e vou até a sala onde fica meu bar, sirvo uma dose de whisky e minha ninfeta logo invadiu meus pensamentos, desde que fechei o acordo com o Carlos, fico imaginando a sua reação ao saber de todo o nosso acordo, se ela vai me odiar? Sim e muito, porém a segurança dela sempre será minha prioridade. *** Chego à propriedade dos Rossi e logo nossos soldados abrem os portões para mim. Passei pelo imenso jardim, estacionei o meu carro e desci. Cumprimentei alguns dos soldados e entrei. Assim que passo pela porta, escuto risadas, algo que nunca havia escutado antes de Victoria aparecer na vida do meu amigo. Caminho até onde escuto os sons e minha respiração vai ficando pesada, a tensão começa a tomar conta do meu ser, uma tensão que só uma ninfeta me faz sentir. Caminho em passos firmes e, assim que entro na sala, paro constatando que a pessoa que atormenta meus pensamentos está ainda mais linda e gostosa da última vez que a vi. "c*****o estou fofido"
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