FARID Observei enquanto a porta se fechava, a maldita garota saindo sem nem ao menos olhar para trás. Repassei os momentos da nossa noite e me questionei como uma mesma pessoa poderia me divertir e me irritar tanto em um intervalo de tempo tão curto. Respirei fundo. Eu precisava me controlar ou... Ou então essa garota seria minha perdição. E eu não sou do tipo que se perde. Ou melhor, o que se deixa se perder. O problema é que ela me enfrentava e lidava comigo como se eu fosse uma pessoa normal. Pela primeira vez eu estava sendo visto como uma pessoa normal. Ela me enfrentou, me colocou em meu devido lugar e usou minhas próprias palavras contra mim. Era um pequeno gênio. Gargalhei, incapaz de me conter. Ela era como uma lufada de ar fresco dentre todas as esposas pegajosas e puxas

