Quando acordo novamente estou de volta a um novo ambiente branco, sendo que onde quer que os meus olhos se movam o branco está lá e eu estou automaticamente tomada pelo pânico. Eu imaginei tudo, foi tudo pensamentos da minha cabeça e eu nunca sair daquele inferno. Lágrimas transbordam dos meus olhos e eu sinto que vou gritar a qualquer momento. — Senhora, está finalmente acordada. — Onur fala, entrando pela porta e lágrimas caem de mim, não mais de pavor, mas de alívio. — Eu pensei que era tudo fruto da minha cabeça, pensei que nunca sai de lá. — digo. — Sinto muito, senhora, fui apenas pegar algo para comer. A senhora deseja algo? Balanço a minha cabeça que não. — O que aconteceu? — questiono. — A senhora desmaiou e eu a trouxe para o hospital mais próximo. Aparentemente a senhora

