Capítulo 17

1149 Words
Pablo Não estava esperando que ela acordasse tão rápido, ainda não deu tempo de montar o bercinho do nosso filho. — Desculpe por isso eu… — Estendi as mãos tentando explicar essa confusão natalina na nossa sala em plena lua de mel. — Para tudo! — exclamou em um tom divertido, pegando seu celular do bolso da sua calça de moletom. — O que vai fazer com isso? — Abaixei as mãos um tanto preocupado. — Ora essa, que pergunta hein. Noel gostosão. Assim que começou a fotografar sorri, embora por dentro estivesse morrendo de vergonha por ter me exposto tanto. — Tá, só não coloca essas imagens nas suas redes sociais, ou seria expulso do exército. Olivia me olhou de moneira faceira, dando-me um dos seus melhores sorrisos ao parar de fotografar. — Oli… — Não farei nada para atrapalhar sua carreira, soldadinho. Hu. --- fez biquinho dengoso, derretendo meu coração. Voltou a tirar mais fotos. Cada vez mais empolgada. — Não está bom o suficiente para a senhora? Já tirou quantas fotos? Umas trezentas, eu presumo. Ansioso para mostrar o restante da arrumação, coloquei as mãos impacientes na cintura, fazendo a minha esposa suspirar, no decorrer gritinhos surgiu naqueles lábios de mel. — Assim está muito melhor, muito sexy. Vou fazer um calendário de janeiro a dezembro com esse seu corpinho esculpido. — Epa, aí não porque… — Fica ali, noel! Avançou de supetão, chegando perto o suficiente para me roubar o ar por um breve segundo, dando-me uma tremenda bolinada. Essa garota apertou o meu traseiro sem nenhuma cerimônia. Ainda de quebra, colocou parcialmente a língua para fora e a mordeu de leve enquanto me enviava diretamente uma tremenda piscada. Um gesto meio moleca e metade sensual. Esse gesto espontâneo dela me quebrava, e fazia-me fazer qualquer coisa que me pedisse. Isso era mais perigoso do que estar cercado por inimigos em uma guerra, porque por ela eu me entregaria sem hesitação. Como queria imensamente agradá-la, na intenção de incluí-la nessa data festiva do ano, fiz o que queria de mim. Fui seu modelo, e realizei diversas poses. Até mesmo a de segurar o saco do querido noel. E o saco, era o meu mesmo. Sorte que ela não pediu para pôr para fora da cueca. Maldita hora que aparece semi-nu para a minha querida desvairada. — Isso, agora afasta a perna, e a põe uma no sofá e a outra no… — Ficou procurando um lugar aleatório enquanto o coitado aqui estava plantando bananeira. — Olivia, vamos parar um pouco? Desci as duas pernas, um tanto cansando desses minutos como um inusitado modelo. — Tá com sede, noel? — Ahhh… estou mais preocupado em dar continuidade em outras particularidades. Olivia torceu o nariz, guardando o celular no bolso. — Ok, tira essa cueca deve estar toda suada. Veio toda brusca tentando a todo custo me deixar peladão, mas eu agi rapidamente antes que aquelas garras de gavião tomassem conta do volume dentro daquela peça íntima. — Você tira essas mãos assanhadas daqui mocinha. Segurei-a pelo rosto, fazendo -a sorrir. Um sorriso aberto, sincero. — Tá com medo de mim, soldado? — Negativo. — Sussurrei mais perto, deixando meu peitoral tocar seus s***s. Roubando-lhe seu espaço pessoal subtamente. Abaixei a face, vendo como aquele brilho audacioso sumia pouco a pouco daquele olhar furtivo. — O que você quer? Ela me perguntou tentando desviar aquelas esferas escuras do meu campo de visão aguçada. — Que celebre o natal desse natal comigo. Te trouxe muitos presentes. Oh, oh, oh. — Pisquei enquanto largava aquela pele lisa, quente e convidativa. Olivia pela primeira vez deixou de me olhar com aquele desejo perene, para olhar em volta como todo. Notando cada detalhe de verdade. — Tudo isso você fez pra mim? Olhou-me novamente, deixando a emoção falar ao invés de apenas deixar a luxúria lhe dominar. — Faria qualquer coisa para te fazer feliz, por isso fiquei apenas de cueca e gorrinho. — Peguei o gorro pondo-o novamente na cabeça, pois havia caído depois de permanecer de ponta cabeça. — Não precisava se preocupar tanto. — Abraçou o próprio corpo como modo de defesa. — Eu não lhe pedi para se preocupar com os meus sentimentos. Eles são meus, apenas meus problemas. — Também não pediu para te amar, e mesmo assim… — Me aproximei novamente, mais rendido ainda por essa morena de cabelos escuros. — sigo te amando desde o princípio. Mesmo que diga na minha cara que não mereça ser amada, mesmo que diga que já dormiu com meio mundo ou o mundo inteiro. Não me importo com nada, apenas contigo. Você é meu mundo agora Olivia. A segurei pelos cabelos, tocando-a com extremo cuidado, enquanto via em seus olhos pela primeira um sinal de gratidão. Não resisti e a tomei pelos lábios, sorvendo um choro agudo que acabou descendo pela minha garganta. Nossas línguas ávidas se mesclavam sem um pingo de controle, sentindo gotas de suas lágrimas descendo pela minha pele. Se meus beijos pudessem curar a sua dor, a sua perda, eu o faria a noite toda, por toda a eternidade se assim quisesse. Nos movemos pela sala e sem perceber acabei caindo no sofá, com ela montando por cima. As nossas bocas não desgrudaram, e a minha ereção estava no pico, quase soltando pela cueca que ela fazia questão de rebolar, enquanto me prendia naquela doce sedução. Seus joelhos em volta dos meus quadris eram como grades que eu não ousaria romper. A frente da sua i********e estava completamente protegida pela calça de moletom, e mesmo assim sentava com gosto se roçando drasticamente por cima do meu pa.u já muito duro para ser contido. Minhas mãos, ainda agarradas naquela sedosidade de cabelos longos, desceram apertando com vontade aquelas ancas que dançavam sensualmente em cima de mim sem piedade ou misericórdia, até que em poucos segundos a ouvir gemer. Olivia chupou a minha língua com extrema volúpia ao gozar sobre seu homem estando vestida. Quando acabou desacelerou os nossos beijos para mordiscar meu lábio inferior, subiu o rosto, pairando sobre o meu. Em seguida sorriu satisfeita enquanto me encontrava estático, ímovel, com um m****o latejando da porr.a. Sem saber o que fazer com aquela intensidade que emanava dela. — Obrigada por essa g****a natalina. Mas tira suas mãozinhas assanhadas da minha bund.a agora, tá? — Hã? Tá! — Respondi fazendo o que havia me pedido, respeitando seu espaço, um tanto atrapalhado talvez, sem conseguir proferir algo que fizesse sentido naquele momento de pura tensão. Saiu de cima toda faceira, e segundos depois se virou na direção do quarto cantarolando “Dingo bel, dingo bel, já acabou o papel, não faz m*l, não faz m*l, limpa com o jornal…” Eita que mulher é essa que eu casei? Passei uma mão na testa e a outra no pa.u que ela havia deixado duro de propósito. — Diaba!
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