Me despedi da Ginna, ela entrou no seu carro e acelerou. Fico apreensivo vendo como ela dirige, tenho medo dela um dia sofrer um acidente. Destranquei a porta e entrei com a Kira. — Pode ficar à vontade. — Falei para ela. — Só vou atender o telefone. — Assenti e ela saiu. Fui na cozinha preparar alguma coisa enquanto ela não voltava. Senti como se estivesse sendo observado. Virei para trás e reparei na Kira, que estava escorada no batente da porta me olhando. — Está tudo bem? — Questionei. Ela assentiu e me abraçou por trás, apoiou a cabeça nas minhas costas. Depois de comer a gente foi para o quarto. A Kira parecia um pouco envergonhada, mas logo se acomodou. — Você mora sozinho? — Questionou. — Sim. Moro sozinho há quase uns 2 anos. — Você tem empregados? — Eu ri pela pergu

