Um bom tempo depois da Kim ir trabalhar, ouvi a campainha tocar. Eu não me dei o trabalho de abrir. Pode ser o Ash, e eu não quero ter que lidar com ele outra vez. Mas e se não for? E se for algo ou alguém importante? Decidi ir abrir a bendita porta. Maldita porta que não tem olho mágico, era o Ash. Ele está jogado na calçada inclusive. — Ei? — O chamei e não obtive nenhuma resposta. — Ash? — Silêncio. — Asher! — Gritei e ele acordou. — Oi! — Deu ênfase no "i". Ele tenta levantar mas falha miseravelmente. Ele parece estar bêbado, a forma como ele está o entrega. Ash ainda anda alguns centímetros mas cai no chão. — Meu Deus, Ash! — Coloco seu braço sobre meu ombro e o carrego para dentro de casa. — Você bebeu? — Um copo de água só. — Água sabor álcool. — Mineral mesmo. — Ele r

