A estranha garota
Capítulo 1
Victor Tolyatti
De repente, uma garota surge na frente do meu carro. Meu motorista freia bruscamente, e a irritação me domina. Não sei de onde aquela maldita apareceu, mas assim que abro a porta, ela se atira para dentro e se esconde no assoalho.
“Quem é você? Saia do meu carro agora!”, grito, furioso.
A garota, então, me olha com lindos olhos castanhos, tristes e cheios de lágrimas. Quando penso que ela vai obedecer, ela tranca a porta e, num movimento rápido, monta no meu colo. No impulso, tento pegar minha arma, mas seus lábios se colam nos meus, e suas mãos suaves seguram meu rosto.
É um beijo doce, inocente, talvez um pouco desajeitado. Quando ela se afasta, meus olhos fixam-se nela. Seu rosto é muito jovem, e eu não costumo me envolver com esse tipo de garota.
“Já disse para você sair do meu carro,” insisto, irritado.
“Por favor, só preciso ficar um pouco até eles irem embora,” ela suplica, mordendo os lábios.
Perigo. A proximidade dela me acende, e o meu amigo lá embaixo se desperta rapidamente.
“Garota, não sei quem você é, mas é melhor ir embora.”
Ela volta a me beijar e, no processo, se esfrega no meu p*u, que já está rígido. Tarde demais para voltar atrás. Assumo o controle do beijo, agarrando seu corpo pequeno e puxando-a ainda mais para perto.
Quando a garota está ofegante, solto sua boca e ordeno: “Wagner, dirija para casa.”
Meu motorista segue para minha mansão, a duas quadras dali. Minha mão desliza delicadamente no rosto dela, que se parece com uma boneca. Tem cabelos cacheados e curtos, na altura da orelha, e os olhos cor de mel. A boca, entreaberta, ainda busca ar. Encosto a minha boca em seu ouvido e sussurro:
“Você mexeu com fogo, garota. Agora você vai se queimar.”
Antes que ela responda, volto a beijá-la. Minha boca a solta apenas para descer ao pescoço e morder sua orelha. Sinto sua v****a, coberta apenas por uma calcinha de renda, e percebo que ela está completamente molhada. Nos meus pensamentos, só quero arrancar aquela calcinha e possuir seu corpo loucamente, mas ainda estamos no carro.
A Fera Desperta
Quando o carro finalmente para na minha propriedade, Wagner abre a porta. Puxo a garota em meus braços. Ela agora parece um pouco assustada.
“Você mora aqui?”, tenta puxar assunto. Talvez pense em fugir, mas é tarde demais. Ela despertou a fera, e não vai sair antes de me saciar.
Coloco o dedo nos seus lábios e, com um sorriso malicioso, digo: “Fique quieta. Apenas sinta o prazer, borboleta.”
Com essas palavras, ela fica inteiramente vermelha. Arranco seu vestido, deixando-a apenas de calcinha e sutiã. Seus s***s são fartos e redondos. Como imaginei, a calcinha de renda m*l cobre o que desejo.
Vejo o medo em seus olhos enquanto tenta cobrir os s***s com as mãos. Tarde demais. Eu caio de boca neles, beijando cada parte do seu corpo jovem e perfeito. Não me importo se é muito jovem... Que droga!
Viro-me para ela e pergunto: “Quantos anos você tem, garota? Não quero me envolver com menor. Algum dos meus inimigos pode usar isso contra mim.”
“Eu tenho dezenove. Por que a pergunta?”, ela responde. Percebo que está um pouco alterada, talvez por álcool da festa.
“Pelo jeito, está bêbada. Estava em uma festa? E por que saiu correndo de lá?”, pergunto. Posso ser um monstro, conhecido como o Demônio Russo, mas não vou t*****r com uma garota alcoolizada.
“Pegue suas roupas e vá embora,” digo, virando-me.
Mas a danada me puxa pelo braço. Pendura-se no meu pescoço — é tão pequena! E, na ponta dos pés, me beija. Suas mãos pequenas deslizam pelo meu peito. Fecho os olhos com a delicadeza que suas mãos tocam minha pele. Aquilo me faz perder o controle totalmente.
Agora é tarde demais para voltar. Deito-a na cama, beijando sua boca. Ela solta um gemido fraco. Arranco minhas próprias roupas, ficando apenas de cueca. Seus olhos curiosos percorrem meu corpo.
Vou até o meio das suas pernas, abrindo-as. Esfrego-me nela ainda por cima da calcinha. Ela tenta fechar as pernas, mas com paixão eu r***o sua pequena calcinha, expondo o paraíso.
Quando ela atinge o orgasmo, seu corpo treme e solta pequenos gritinhos, como se fosse a primeira vez. Aproveito que ela está mole e relaxada. Esfrego meu m****o na sua entrada. Ela abre os olhos, um pouco espantada, e diz:
“É a minha primeira vez. Você pode ir devagar.”
Aquelas palavras me quebram, mas eu já tinha ido longe demais. O desejo havia tomado conta do meu corpo; eu precisava tê-la. Comecei a entrar lentamente. Logo senti uma barreira na entrada, e um pequeno grito escapou de sua boca.
Fiquei lá dentro por instantes e, logo depois, comecei a me mover devagar. Naquele instante, descobri que eu estava no céu. Um céu apertado e escorregadio que me fez segurar para não gozar de imediato. Essa garota veio para destruir todas as minhas barreiras. Ela gemia, e eu beijava sua boca. Entrei lento e ao mesmo tempo forte.
Seu corpo inteiro começa a tremer. Sei que ela está tendo um orgasmo, e agora é bem mais forte que o primeiro. Ela crava as unhas nas minhas costas, e eu aproveito para me enterrar ainda mais nela. Enquanto um grito escapa de sua boca, despejo tudo dentro de sua v****a.