A estranha garota

962 Words
Capítulo 1 ​Victor Tolyatti ​De repente, uma garota surge na frente do meu carro. Meu motorista freia bruscamente, e a irritação me domina. Não sei de onde aquela maldita apareceu, mas assim que abro a porta, ela se atira para dentro e se esconde no assoalho. ​“Quem é você? Saia do meu carro agora!”, grito, furioso. ​A garota, então, me olha com lindos olhos castanhos, tristes e cheios de lágrimas. Quando penso que ela vai obedecer, ela tranca a porta e, num movimento rápido, monta no meu colo. No impulso, tento pegar minha arma, mas seus lábios se colam nos meus, e suas mãos suaves seguram meu rosto. ​É um beijo doce, inocente, talvez um pouco desajeitado. Quando ela se afasta, meus olhos fixam-se nela. Seu rosto é muito jovem, e eu não costumo me envolver com esse tipo de garota. ​“Já disse para você sair do meu carro,” insisto, irritado. ​“Por favor, só preciso ficar um pouco até eles irem embora,” ela suplica, mordendo os lábios. ​Perigo. A proximidade dela me acende, e o meu amigo lá embaixo se desperta rapidamente. ​“Garota, não sei quem você é, mas é melhor ir embora.” ​Ela volta a me beijar e, no processo, se esfrega no meu p*u, que já está rígido. Tarde demais para voltar atrás. Assumo o controle do beijo, agarrando seu corpo pequeno e puxando-a ainda mais para perto. ​Quando a garota está ofegante, solto sua boca e ordeno: “Wagner, dirija para casa.” ​Meu motorista segue para minha mansão, a duas quadras dali. Minha mão desliza delicadamente no rosto dela, que se parece com uma boneca. Tem cabelos cacheados e curtos, na altura da orelha, e os olhos cor de mel. A boca, entreaberta, ainda busca ar. Encosto a minha boca em seu ouvido e sussurro: ​“Você mexeu com fogo, garota. Agora você vai se queimar.” ​Antes que ela responda, volto a beijá-la. Minha boca a solta apenas para descer ao pescoço e morder sua orelha. Sinto sua v****a, coberta apenas por uma calcinha de renda, e percebo que ela está completamente molhada. Nos meus pensamentos, só quero arrancar aquela calcinha e possuir seu corpo loucamente, mas ainda estamos no carro. ​A Fera Desperta ​Quando o carro finalmente para na minha propriedade, Wagner abre a porta. Puxo a garota em meus braços. Ela agora parece um pouco assustada. ​“Você mora aqui?”, tenta puxar assunto. Talvez pense em fugir, mas é tarde demais. Ela despertou a fera, e não vai sair antes de me saciar. ​Coloco o dedo nos seus lábios e, com um sorriso malicioso, digo: “Fique quieta. Apenas sinta o prazer, borboleta.” ​Com essas palavras, ela fica inteiramente vermelha. Arranco seu vestido, deixando-a apenas de calcinha e sutiã. Seus s***s são fartos e redondos. Como imaginei, a calcinha de renda m*l cobre o que desejo. ​Vejo o medo em seus olhos enquanto tenta cobrir os s***s com as mãos. Tarde demais. Eu caio de boca neles, beijando cada parte do seu corpo jovem e perfeito. Não me importo se é muito jovem... Que droga! ​Viro-me para ela e pergunto: “Quantos anos você tem, garota? Não quero me envolver com menor. Algum dos meus inimigos pode usar isso contra mim.” ​“Eu tenho dezenove. Por que a pergunta?”, ela responde. Percebo que está um pouco alterada, talvez por álcool da festa. ​“Pelo jeito, está bêbada. Estava em uma festa? E por que saiu correndo de lá?”, pergunto. Posso ser um monstro, conhecido como o Demônio Russo, mas não vou t*****r com uma garota alcoolizada. ​“Pegue suas roupas e vá embora,” digo, virando-me. ​Mas a danada me puxa pelo braço. Pendura-se no meu pescoço — é tão pequena! E, na ponta dos pés, me beija. Suas mãos pequenas deslizam pelo meu peito. Fecho os olhos com a delicadeza que suas mãos tocam minha pele. Aquilo me faz perder o controle totalmente. ​Agora é tarde demais para voltar. Deito-a na cama, beijando sua boca. Ela solta um gemido fraco. Arranco minhas próprias roupas, ficando apenas de cueca. Seus olhos curiosos percorrem meu corpo. ​Vou até o meio das suas pernas, abrindo-as. Esfrego-me nela ainda por cima da calcinha. Ela tenta fechar as pernas, mas com paixão eu r***o sua pequena calcinha, expondo o paraíso. ​Quando ela atinge o orgasmo, seu corpo treme e solta pequenos gritinhos, como se fosse a primeira vez. Aproveito que ela está mole e relaxada. Esfrego meu m****o na sua entrada. Ela abre os olhos, um pouco espantada, e diz: ​“É a minha primeira vez. Você pode ir devagar.” ​Aquelas palavras me quebram, mas eu já tinha ido longe demais. O desejo havia tomado conta do meu corpo; eu precisava tê-la. Comecei a entrar lentamente. Logo senti uma barreira na entrada, e um pequeno grito escapou de sua boca. ​Fiquei lá dentro por instantes e, logo depois, comecei a me mover devagar. Naquele instante, descobri que eu estava no céu. Um céu apertado e escorregadio que me fez segurar para não gozar de imediato. Essa garota veio para destruir todas as minhas barreiras. Ela gemia, e eu beijava sua boca. Entrei lento e ao mesmo tempo forte. ​Seu corpo inteiro começa a tremer. Sei que ela está tendo um orgasmo, e agora é bem mais forte que o primeiro. Ela crava as unhas nas minhas costas, e eu aproveito para me enterrar ainda mais nela. Enquanto um grito escapa de sua boca, despejo tudo dentro de sua v****a.
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