CAPÍTULO 10

4992 Words
Dulce Maria Passaram-se alguns dias e junto com eles, veio a minha tão esperada folga e também a inauguração do parque no qual iríamos eu, Anahí e Poncho. A semana foi tranquila na casa de Christopher, Antonella disse que estou indo muito bem e percebo que as crianças estão gostando bastante de mim. Ontem mesmo o Eduardo trouxe da escola um desenho onde era solicitado que ele desenhasse 3 mulheres, então ele me explicou que desenhou a vovó Alexandra, Antonella e eu. Achei muito lindo aquilo mas confesso que achei estranho também o fato dele não desenhar a mãe dele, porém não questionei, afinal deve ter algum motivo para isso. Era sexta a noite quando Christopher me liberou para minha primeira e tão esperada folga, havia marcado com Anahí e Poncho de virem para minha casa curtirmos a sexta. Para iniciar as comemorações do meu novo trabalho, resolvi ir ao mercado para comprar algumas coisas para poder passar o fim da sexta e o inicio de sábado, já que iria ficar o dia inteiro fora. Eu estava andando pelos corredores do mercado quando encontrei Fuzz, nossos carrinhos quase se chocaram se não fosse ela a desviar. Sim, a maior prova de que eu jamais poderia tirar habilitação por não saber dirigir nem carrinho de supermercado, que dirá um automóvel, o Uber que lute pra me carregar e eu que lute para pagar né? Dulce – Amiga, que coincidência você por aqui! Não havia voltado para o México depois do jogo? Fuzz – Sim, voltei poucos dias depois! Você mora por aqui? Dulce – Mais ou menos, e você? Fuzz – É, um pouco distante daqui mas vim comprar alguns mantimentos pra minha madrinha que chegou á pouco. E quando iremos marcar algo hein? Dulce – Pois é, agora está um pouquinho complicado porque arrumei um emprego e tenho folga apenas uma vez na semana. Mas deixa só eu me estabilizar Fuzz – Dulce, eu ouço você falar "Deixa só eu me estabilizar" desde a época do colégio Dulce – Naquela época era falta do emprego, hoje é falta de tempo por conta do emprego e quando eu estiver de folga é por falta de animo Fuzz – Dulce, sempre boba! – Rindo e negando com a cabeça - Mas enfim, que bom que conseguiu trabalho. Está trabalhando de que? Dulce – De babá, você consegue acreditar? Euzinha de babá Fuzz – Dulce, as vezes você é mais travessa que uma criança – Falou rindo – Mas fico feliz de verdade que você tenha conseguido esse trabalho, afinal você tem esse jeito espivetado, porém sempre gostou de crianças. – Sorrindo- Bom, agora preciso ir pois ainda tenho que passar na casa da minha tia pra deixar esses mantimentos Dulce – Obrigada pelas palavras Fuzz – Sorrio - Mas não era da sua madrinha? – Me virei para a geladeira e peguei uma lasanha Fuzz – Sim, ela é minha tia e madrinha! Dulce – Ah sim, então tudo bem. Até qualquer dia, na minha próxima folga eu te ligo e marcamos algo com todos Fuzz – Vou esperar, vamos rever os velhos tempos Me despedi dela com 2 beijos na buchecha, voltei a atenção para as compras. Fui pegar mais algumas guloseimas, cerveja e refrigerantes para podermos comemorar a vontade e sem faltar nada, em seguida fui até o caixa e por estar vazio eu logo fui atendida. Chegando em casa, coloquei as cervejas e os refrigerantes para gelarem e guardei o restante das compras no armário. Em seguida tomei um belo banho no meu chuveiro baixa renda porém que me supria bastante, como é que pode né? Acostumamos com coisas boas tão rápido, que saudade daquela banheira na casa de Christopher, alem das crianças, a banheira será a minha única saudade nos dias de folga Assim que saí do banho eu ouvi a campainha tocando e deduzi ser Anahí e Poncho para nossa comemoraçãozinha sobre meu trabalho Anahí – Amiga, quanta saudade! – me abraçando forte Dulce – Calma Anahí, eu também estava com saudades, mas me abraçando assim vai me enforcar dessa forma – Abraçando ela e mirando Poncho - Oi Poncho, como você está? Poncho – Oi Dulce, bem! Você que me parece bem cansada, está parecendo um rato atropelado – Falou rindo juntamente á Anahí Dulce – Só não vou te mandar a merda porque estou muito feliz por ter conseguido esse trabalho e por amanhã ser minha folga Sentamos para comemorar, bebemos algumas cervejas, comemos algumas besteiras e assistimos um flme. Anahí me contou todas as fofocas da rua e assim fomos até as 22:00, quando Anahi e Poncho resolveram ir embora. Eu necessitava urgentemente ir para a minha cama com o meu bom baby doll confortável e dormir até as 10:00 ou até a cama me expulsar dela. ⚽ Acordei e o tempo estava um pouco nublado, e assim que tentei me levantar me dei conta da minha idade porque estava com uma dor horrível entre a coluna, passando pelo glúteo e tendo fim na parte posterior da coxa e eu já sabia muito bem que era inflamação no ciático ou simplesmente meu corpo reclamando da minha tão amável caminha que muito amada antes que eu conhecesse a cama do meu quarto na casa do Christopher. Tomei um remédio para dor, tomei um banho e resolvi por deitar mais um pouco porem no chão e minutos depois eu acordei com o celular tocando, era Anahí pra me lembrar que á tarde teríamos a inauguração do Parque Levantei e olhei no celular, vi que já eram 11:30. Aproveitei que estava de folga para ir ao dentista, já estava na época de fazer minha limpeza dentária e agora que estava trabalhando era a melhor hora. Fui de ônibus mesmo por ser bem próximo a minha casa, o caminho foi rápido e por sorte eu era a próxima, o que chega ser um milagre Dulce – Oii Hortência tudo bem? Hortência – Oi Dulce, quanto tempo! Estou bem e você? Dulce – Bem...Dr Roger tem como me atender hoje? Hortência – Dulce, você sabe que precisa marcar antes de vir – Olhando a agenda – Mas por sorte a paciente das 12h cancelou, posso encaixar você Dulce – Minha vida está um pouco corrida por isso vim de ultima hora, mas obrigada. Me sentei para esperar, mas bastou eu sentar para Dr Roger me chamar Roger – Bom dia Dulce, vamos? – Apontando para dentro da sala Dulce – Vamos Me levantei e entrei na sala dele. Era um consultório pequeno porém bem aconchegante. Me deixei na cadeira e ele começou a explicar o procedimento Dr Roger – Hoje vamos iniciar sua limpeza, esse é um procedimento bem tranquilo, talvez o mais tranquilo no ramo da odontologia Dulce – Ok, então vamos lá Ele fez menção para que eu abrisse a boca e inseriu aqueles instrumentos estranhos mas necessários. Ele fez a raspagem, poliu o dente e por fim colocou o flúor Dr Roger – Suga, por favor – Se virando para a auxiliar E eu suguei o dedo do dentista, porem logo após eu descobri que ele estava falando para a auxiliar dele usar o sugador e não para que eu sugasse seu dedo Limpeza finalizada, paguei pela consulta e me despedi de Hortência e Dr Roger. Eu estava com fome e meu estomago só pedia qualquer alimento mastigável Parei no restaurante mais próximo e almocei um formidável prato de frango a parmegiana com muito molho. Meus planos para quando chegasse em casa era dormir mais um pouco até chegar a hora de irmos ao parque, contudo assim que cheguei, ouvi o telefone tocar e atendi pensando ser Anahí novamente para me lembrar do compromisso mas não, era Daniel Daniel – Dulce? Oi amor, como você está? Dulce – Bem e você Dan? Saudades! Como está a viagem? Daniel – Estou bem, estarei voltando na próxima semana. Aqui é maravilhoso e já estou triste de ter que voltar. Te liguei a semana inteira e você não estava, o que houve? Dulce – Nada, só arrumei um emprego e durmo nele, acabo ficando sem tempo. Me mande mais fotos da viagem Dani, adoro ver Daniel – Pode deixar meu amor, vou mandar sim, agora preciso desligar. Falamos-nos durante a semana, ligarei no seu celular Dulce – Ok né! Beijos Deitei no sofá e acabei dormindo, só acordei no horário de ir ao parque. Tomei um banho novamente e fiz minha higiene pessoal. Procurei algo pra vestir, algo confortável até porque estava bem abafado apesar do dia nublado, então coloquei uma boddy Vermelho e calça jeans. Nos pés calcei uma sapatilha e no rosto passei uma maquiagem básica, só pó compacto, lápis, rimel e um gloss. Terminei de me arrumar e fui encontrar meus amigos no ponto próximo a minha casa Chegamos ao ponto e estava lotado, algo que estranhei pela hora e por já ser a parte da tarde. Anahí e Poncho ainda não haviam chegado e como depois iríamos para o rodízio decidimos ir de ônibus mesmo até porque talvez iríamos beber algo e Deus nos livre de Anahí dirigir bêbada e colocar eu, Poncho e o resto do mundo em perigo. E ela surtaria se perdesse o carrinho cor de rosa dela para o Detran por conta de lei seca Com a demora de Poncho e Anahí, já estava ficando estressada e sem contar a demora do ônibus, o ponto de ônibus estava ficando cada vez mais cheio e para piorar a situação começou a chover, próximo a mim eu via a vizinha mais fofoqueira do bairro, dona Sonia, para pegar o ônibus também Sonia – Estão ai embaixo da marquise para se protegerem da chuva? Dulce – Não, estamos aglomerando aqui embaixo para fazer uma festa surpresa pro motorista que vier – sussurrei para mim mesma Meia hora depois chegaram Poncho e Anahí, ainda falaram que eu que estava atrasada, é o cumulo mesmo.. o fim da picada! Dulce – Poncho, atravessa para o outro lado e acende um cigarro por favor Anahí – Está doida, Dulce? Poncho nem fuma Dulce – É mas é só acender um cigarro ou atravessar para o outro lado da rua, que o ônibus vem! Estou a mais de 40 minutos nesse ponto e não passou nem carroça por enquanto – Cruzei os braços Após uma hora enfum o ônibus chegou, ele estava lotado e com isso fomos em pé até uma parte do caminho. E devido ao fato da minha curiosidade ser maior do que eu, resolvi ler as conversas de uma moça que estava sentada próxima enquanto eu estava em pé Dulce – Mas espera aí, esse é o mesmo homem que estava na foto da tela principal? – Pensei eu ao ler algumas partes do dialogo Cada vez que a moça me olhava, eu desviava o olhar para frente para disfarçar mas estava totalmente de olhos abertos, então olhei novamente Dulce – HMMMMM, figurinha de saliência, que safadinha! – Pensei eu E seguiu – se assim até chegar em uma parte do trajeto em que ocorreu um acidente fora da pista com uma moto e todos se levantaram para ver, eu que não sou boba nem nada, me aproveitei pra sentar juntamente com meus amigos e fomos conversando até lá Anahí – Poderíamos ir na praia na sua próxima folga, se você não estiver tão cansada Dulce – Eu acho ótimo, eu amo praia, me esturrico naquela areia, deito naquela areia, fico parada assim igual um crocodilo naquela areia só pegando sol, viro uma a milanesa naquela areia, viro Tieta naquele mar Poncho – Estou percebendo pela sua animação – Falou se apoiando no banco as nossas costas Dulce - Encontrei a Fuzz no mercado, poderíamos chamar ela também Anahí – Sim, ela está tão branquinha Dulce – Eu também estou, podemos ir fazer um bate e volta em Santos ou no Guarujá Anahí – Sim – Batendo palminhas -Não podemos esquecer de levarmos o protetor, se não vamos virar carvão Dulce – Se deixar eu mesmo faço meu próprio bronzeador com Cola Cola, limão e óleo queimado. Coca cola pra dar o tom, limão para queimar e depois jogo óleo de cozinha para enfim me bronzear, chego na praia as 6:00 da manhã e só saio as 20:00 da noite no CTI do hospital Anahi – Misericórdia Dulce Poncho – Meu pai amado, o auge do descontrole – Passando as mãos pelo rosto Chegamos no parque por volta das 16:00 e dali por diante eu tinha total certeza que o meu restante de dia seria de total diversão, chamei Anahí e Poncho para irmos ao minhocão do parque, sempre foi o meu brinquedo preferido apesar de parecer com uma inimiga minha de infância. Dulce - Vem no minhocão comigo amiga? Muito tempo que não vinha ao parque Anahí – Vamos amiga, vem bebê Poncho – Achei que não iriam me levar, quero sentar do seu ladinho Anahí Dulce – Depois vamos à montanha russa, comer maçã do amor, algodão doce, pipoca Poncho – Montanha russa? Acho que você não teria emocional pra isso Dulce – Tenho sim Poncho, acho que você que está igual um coelhinho com medo. Isso sim! Poncho – Eu zelo pela segurança de vocês Anahí – Mas amor, não era você que disse que queria tanto ir à Montanha Russa? Falou a semana inteira Dulce – Pois é, agora está preferindo ir ao cavalinho para gritar "Iupi cavalinho" – Falei rindo com a mão na barriga Poncho – Vamos logo nesse minhocão que depois faço questão de ir nessa Montanha russa! Fomos para fila do minhocão na maior alegria mesmo mediante ao medo de Poncho. Eu e Anahí rimos e gritamos bastante, já Poncho ficou quieto. Saindo do brinquedo fui procurar pela maçã de amor pois era o que eu mais queria naquele momento até porque eu estava igual a um castiçal segurando vela. Não é a toa que Jesus me chamou para ser luz no mundo Dulce – É, vou procurar algo para comer porque se tiver comida eu nem me importo em segurar vela – Falou já saindo rumo às barraquinhas de alimentação Alfonso = Nós vamos andar em outros brinquedos, depois nos encontramos Fui em direção a praça de alimentação do parque e pedi o meu lanche Estava comendo meu mega x-tudo com bastante queijo cheddar e bacon quando uma criança abraçou minhas pernas Dulce - Pronto, agora vem uma criança pidona e terei que dividir meu lanche. Será que se eu disser que é de brincadeira, ele acredita? - Pensei XxX – Oi Tia Dulce Dulce – Eduardo, oi amor da tia. O que você está fazendo aqui? Está com quem? Pensei que ele estava com a mãe dele, até porque eu ainda não fui apresentada a ela, inclusive nem foi tocado sobre esse assunto mas me despertei dos meus pensamentos quando senti aquele cheiro maravilhoso e vi Christopher com Henrique nos braços, tirando fotos com fãs que rodeavam ele e apertavam as buchechas de Henrique, que estava vestido de Mickey. Estavam todos a coisa mais linda do mundo, o pai principalmente! E eu? Bom, eu estava com a boca toda toda lambuzada de cheddar e ketchup e com uma mancha bem no centro da minha blusa e logicamente ele notou assim que virou um pouco o rosto e me viu ali. Christopher – Aproveitando bem a folga, Dulce Maria? – Falou com aquele sorriso canalha que só ele tem Dulce – É, vim prestigiar a inauguração do parque com meus amigos – Olhei para o lanche - Bom, vocês querem x-tudo? – Ofereço a eles Christopher – Não, obrigado! Apesar das crianças não comerem nada do tipo, pela tabela nutricional que lhe foi apresentada, as vezes eu dou uma colher de chá para que Eduardo aproveite o lado bom da vida também, inclusive viemos comprar também, acredito que foi quando Eduardo te viu e veio correndo falar com você Dulce – Ah sim, veio sozinho com as crianças? Christopher – Sim, com quem mais viria? E você? Dulce – Como disse anteriormente, vim com o meu casal de amigos. Se quiser se juntar á nos, tudo bem mas se não quiser, tudo bem também Eu falei isso já sabendo que ele não aceitaria por ser famoso e não me conhecer. Notei sua cara de pensativo enquanto Eduardo dizia para que aceitasse o meu convite. Christopher – Sim, pode ser. Só vou ali levar Eduardo no cavalinho, enquanto o moço prepara os x tudo, vem conosco? Dulce – Ah sim, claro – Sorri já me levantando – Mas amanhã tem jogo do Palmeiras, o que está fazendo aqui? Não deveria estar concentrado? Christopher – Sim, mas eu tenho minhas regalias, o técnico me liberou por algumas horas, vou me concentrar com o time as 22h - Piscou Caminhamos até o brinquedo e durante o trajeto fiquei pensando no quanto Christopher era convencido. Christopher colocou Henrique sentado no cavalinho enquanto eu colocava Eduardo no cavalinho á frente, ambos estavam felizes, Henrique batia os braçinhos em sinal de alegria e o irmão não ficava atrás. Saindo do brinquedo, fomos novamente em direção a barraquinha de x tudo e lanchamos, como ainda estava com fome, repeti o lanche Christopher – Vai acabar ficando gordinha Dulce – Quem come, não reclama – Dei de ombros Christopher – Dulce! – Autoritário – Tem crianças aqui Dulce – Desculpe é melhor comermos Como eu já havia comido um, dividi o meu com Henrique que insistia em meter as mãozinhas para pegar o ovo de codorna Eduardo – Pai, coloca molho no meu Christopher – Dulce, me passa o molho verde por favor? Dulce – Quer o molho, ou prefere Keutechupe? Christopher – O que? - arregalou os olhos Dulce – Ketchup, Christopher. Não gosta de Ketchup não? - Disfarcei Christopher – Ah sim, gosto, pode me passar também, por favor – Falou todo desconcertado Lanchamos e notei meus amigos virem em minha direção e por eu ser somente a babá dos filhos dele, perguntei se poderia apresenta-los ou não Dulce – É, aqueles são meus amigos. Se você quiser ficar conosco Christopher – Eu havia dito que tudo bem, lembra? Dulce – Sim, é que você é meu patrão e.. – Christopher interrompeu Christopher – Essa noite vamos fingir que sou Christopher e você apenas Dulce mas apenas este momento Dulce – Ah, sim. Tudo bem então Anahí veio com um sorriso que m*l cabia no rosto, e saltitante.. Não que tivesse algo errado, até porque Anahí é a alegria em pessoa mas ela estava mais alegre que o normal Anahí – Dulcinha, olha só essa belezinha aqui na minha mão – Mostrando as mãos Dulce – Uau, que lindo mas o que aconteceu? Poncho – É que eu pedi Anahí em namoro Anahí – Ai bebezinho, deixava que eu desse a noticia – Fazendo biquinho Dulce – Que bom Anny, fico feliz. Até que enfim se decidiu né Poncho ? estava passando do tempo! Mas deixem-me apresentar, esse é o Christopher, meu chefe Poncho – Ah, já nos conhecemos já, é Christopher Uckermann, nosso mais novo centro avante artilheiro. O mesmo cara que você caiu de cara na b***a dele, seu ídolo que você chama de gostoso 24 horas por dia, não é? Anahí – Poncho! Anahi chamou atenção dele dando um cutucão na cintura e eu rapidamente corei totalmente sem graça Dulce – Obrigada por me lembrar desse king Kong que paguei, Poncho! Muito obrigada mesmo. Christopher – Sim, sou eu mesmo – Falou rindo – Prazer em conhecer vocês, Dulce estava falando que estava com vocês Anahí – Sim, mas ela saiu, achou que estava sobrando. Poncho – E de fato, estava! Anahí – Poncho! – Chamou atenção novamente dele - E quem é esse nenenzinho lindo? Christopher – Esse é Henrique e esse agarrado na Dulce, é Eduardo Fomos todos para a tão esperada Montanha Russa, Poncho por ser um belo medroso usou a desculpa de que iria ficar com Henrique por ser muito perigoso para idade dele, então fomos eu, Anahí, Christopher e Eduardo. Eduardo quis ir sentado juntamente de Anahí, Christopher de inicio relutou em deixar ele ir com ela, mas desistiu depois de Eduardo estar sentado e Anahí passar a trava no brinquedo. De inicio senti Christopher com um pouco de medo, só não sabia se era do filho não ir no mesmo assento que o dele ou se era por conta do brinquedo, constatei que ele suava, passava as mãos pelo cabelo e abriu dois botões da camisa e não perdi tempo, meus olhos foram direto para aquele peitoral másculo, só conseguia imaginar sem aquela camisa e principalmente sem o restante, ele era um homem maravilhoso! Ai minha nossa senhora das calcinhas molhadas! Christopher estava um pouco vermelho e comecei a ter certeza que ele não estava vermelho pelo mesmo motivo que eu mas sim por conta do medo, sim! Ele estava com medo de uma simples montanha Russa Christopher – Dulce, esse brinquedo será que é de confiança? O parque abriu hoje pela primeira vez Dulce – Lógico Christopher! Exatamente por isso o brinquedo é confiável, é algo novo. Está com medo é, o Jogador? Christopher – Claro que não Dulce, de onde você tirou isso? Estou dizendo pelo bem estar do meu filho. Dulce – Claro, a desculpa já veio pronta O funcionário passou por nós para certificar que as travas estavam fixadas e que estávamos todos em segurança e nisso o brinquedo começou andar, elevei meus braços com a maior expectativa de que seria com toda certeza o melhor brinquedo daquele parque mas senti Christopher apertar minha coxa com firmeza, com tanta firmeza que os dedos dele chegaram ficar vermelhos. Notando o medo dele, resolvi trollar ele. Levei alguns pregos no bolso do short para trollar Anahí, mas como encontrei Christopher, eu decidi trollar ele mesmo, perco o emprego mas não perco a piada Na hora que a montanha russa estava no alto, eu tirei os pregos que havia levado do bolso do shorts sem ele perceber Dulce – Ei, de onde saíram esse pregos? – Falei apontando para os pregos, como se estivessem caído do brinquedo Christopher – Dulce, p***a! Não brinca com uma merda dessas comigo, de onde saíram esses pregos? PAREM ESSA p***a DESSE BRINQUEDO AGORA! – Gritou em desespero Dulce – Se acalma Christopher e curte o momento, tenho certeza que vai ser incrível Christopher – Dulce, se eu morrer, eu juro com todas as minhas forças que venho pegar seu pé e se algo acontecer ao meu filho, já era seu emprego! Dulce – Relaxa aí e curte, jogador – Falei gritando "uhul" Chegando ao fim da maior aventura que eu sempre amo reviver, apesar de muitos anos não ir em uma Montanha Russa, eu enfim estava satisfeita. Tinham vários outros brinquedos mas o que me interessava mesmo era Montanha Russa, Eduardo amou o brinquedo e o pai dele se abrisse a mão, o cu caia no chão. Dulce – Não sabia que Christopher Uckermann, tinha medo de uma simples montanha russa. É, vivendo e aprendendo Christopher – Medo? Estava preocupado com meu filho, Dulce! Alias,irei procurar o responsável daqui para prestar queixas, cadê os parafusos para ter provas? Dulce – Christopher, não eram parafusos, eram pregos e eles foram tirados do meu shorts eu apenas trouxe para tirar uma onda com a cara de Anahí mas como você se demonstrou um belo medroso eu decidi brincar um pouco Christopher – É o que Dulce Maria? Eu deveria te demitir imediatamente! Dulce – Me demitir por quê? Não estamos no meu local de trabalho e eu estou de folga, não venha com ameaças Encontramos Alfonso com Henrique e começamos a andar pelo parque. Fui andando na frente e quando olhei para o brinquedo á minha frente meus olhos brilharam, era a roda gigante, eu amava andar na roda gigante quando pequena. Eu só quero reviver Dulce – Gente, vamos na montanha russa – Com os olhinhos brilhando Christopher – Dulce, não invente! Você não tem altura para um brinquedo desses, sua salva vidas de aquário Dulce – Vou ser demitida se eu esquecer que você é meu chefe e lhe mandar a merda? – Franzi a sobrancelha Christopher – Vai ! Anahí estava mais melosa ainda, Eduardo não quis ir na Roda gigante e Anahí perguntou á Christopher se poderia leva-los para comer algodão doce e depois nos encontraríamos no local próximo ao brinquedo Xícara maluca, Christopher mesmo relutante, novamente não negou e sinto inclusive que minha amiga estava querendo armar uma armadilha para me deixar á sos com Christopher mas não vou mentir e dizer que eu não gostei, porque só de ter sentido aquela mão grossa e quente na minha coxa, minha mente maliciosa e depravada já imaginava o que mais nele seria grossa e quente. Sentamos no brinquedo, o técnico nos auxiliou com as travas novamente e o brinquedo começou a rodar, Christopher parecia mais tranquilo mas não sei se já estava relaxado por conta do filho não estar no brinquedo no alto ou se ele estava se acostumando com as aventuras De repente o brinquedo parou no alto, o que era normal para dar uma adrenalina maior mas Christopher mais uma vez dando seu show de medrosidade Christopher – Dulce, isso está parado no alto. Porque não desce? – Senti ele pegar na minha mão Dulce – Se acalma Christopher, um homem desse tamanho com medo de roda gigante? Christopher – Não é medo, é proteção! E meu pai sempre disse que é melhor um covarde vivo do que um valente morto, não é vergonha alguma ter receio Dulce – O que você chama de receio, eu chamo de medo! Fica tranquilo que a melhor parte vem aí Nisso o brinquedo desceu com total velocidade e todos gritaram, mas Christopher como sempre, com medo Christopher – Ai mãezinha, eu quero descer daqui, isso está despencando Dulce – Falou gritando com seus cabelos bagunçados voando Dulce – Pronto Christopher já está no baixo. Quer repetir? Christopher – Nunca mais! Sua louca, não sei porque ainda acredito nas suas ideias O brinquedo parou e nós saímos em direção á xícara maluca para encontrar Poncho e Anahí com Eduardo e Henrique, mas Henrique estava dormindo tranquilamente nos braços de Anahí e Eduardo devorava sua maça do amor e estava ficando com sono também Não poderíamos ir embora sem ir no Tagada ou WakaWaka como muitos chamam, que é um dos brinquedos mais engraçados, precisamos segurar firme nas barras e se equilibrar enquanto o brinquedo gira e balança. Acredito que Christopher nunca tenha ido em um desses pois eu disse que era de total confiança e sem perigo algum e ele confiou Anahí – Cuidado para não perder o silicone no brinquedo hein Dulcinha Dulce – Aqui é tudo natural de fabrica Anahízinha, mamãe quando me fez, jogou a forma fora perante a perfeição! Anahí – Você nem se acha, néa? Dulce – Não preciso achar nada, eu já sou. Não vai vir conosco não Poncho? Poncho – Não, Deus não me revelou nada para que eu fosse não Dulce – Ok medroso dois Christopher – Dois? Dulce – Sim, o primeiro é você! – Falei rindo Anahí resolveu também ficar pois dizia estar cansada e está com Henrique no colo. Então fomos em direção ao brinquedo e nos sentamos, esticamos os braços para nos segurarmos firme, de inicio o brinquedo começa rodar e balançar lentamente e vai aumentando de intensidade aos poucos. Muitos se levantaram e foram dançar no meio para testar o equilíbrio. Enquanto o brinquedo esta no modo lento até dá para fazer isso mas depois é salve-se quem puder mas claro que isso não contei ao Christopher, se não estaria sozinha nesse brinquedo. Logo foi avisado que o brinquedo pegaria mais intensidade e solicitado para que todos se sentassem e se segurassem, o brinquedo foi pegando intensidade XxXx – Tá devagar, tá devagar, ta devagar – Todos gritavam pulando sobre o brinquedo enquanto Christopher passava as mãos sobre o cabelo demonstrando mais nervosismo ainda O brinquedo pegou a intensidade três e com ele, levou muitos ao chão, perdi o equilíbrio e meu corpo foi totalmente parar no colo de Christopher, tentava me segurar ao máximo mas estava ficando impossível, minha cara já estaria em casa quando saísse daquele brinquedo tamanha era minha vergonha por estar literalmente sentando nele. Quando pensamos que nada poderia piorar, sempre piora! No solavanco que o brinquedo deu, novamente me desequilibrei e fiquei com os s***s diretamente na cara de Christopher, ele só soube arregalar os olhos assustado mas logo senti algo em baixo me cutucar e eu sabia muito bem do que se tratava, rezava para acabar aquele mico coletivo e para minha sorte, muitos estavam caídos aos chão se equilibrando apenas no movimento que o brinquedo fazia e quando pensei que tudo estava acabando, foi pior. Minha mão se soltou e eu cai no meio do brinquedo, cai de quatro e se não estivesse de shorts, estaria com tudo de fora. É, eu jamais esqueceria mais esse mico na presença do Christopher que alem de meu ídolo, também é meu chefe Saímos do brinquedo e eu não tinha cara para olhar para Christopher, que andava claramente tentando disfarçar sua excitação. Nos encontramos com Anahi e Alfonso que de pronto estranharam nossas feições Alfonso – Porque estão com essas caras? Viram algum fantasma? Dulce – Nada não – Disfarçando Christopher – O dia foi muito bom mas eu preciso ir embora, vou me concentrar daqui a pouco para o jogo de amanhã Anahi – Nós já vamos também Seguimos todos em direção á saída do parque, Christopher acomodou seus filhos em sua Mercedes Benz vermelha e foi embora com os filhos. Eu, Anahí e Poncho seguimos para o ponto de ônibus para esperar pela eternidade até o nosso ônibus aparecer.
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