cap 16 não vai ter como fugir

814 Words

KN O celular despertou antes mesmo do sol nascer. Levantei devagar, os olhos ainda pesados, mas a mente já ligada nela. A marrenta. O novo apelido que grudou nela desde ontem. Me espreguicei, lavei o rosto com água gelada pra espantar a preguiça, botei a bermuda e o boné de sempre. Antes de sair, fiquei um instante parado na porta, olhando o morro pela janela. Lá embaixo a cidade já começava a acordar. E eu também. Dona Marlene tava fazendo café e preparando um bolo. Depositei um beijo na testa dela e saí. Peguei minha moto e desci até a venda pra tomar um café antes de colar na boca com os parceiros. Enquanto a Maria preparava o pão com manteiga, eu mexia no celular sem olhar nada de verdade. Ela não saía da minha cabeça. Aquele olhar desafiador… o biquíni colado no corpo… a voz ba

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