KN Os mano já tavam juntando as coisas pra ir embora quando eu ainda me peguei olhando pra ela. A marrenta. Ela tava lá, uns metros de distância, com o filho dormindo no colo, as amigas ajudando a ajeitar as bolsas. O bonde dela todo animado… mas ela, não. Quietinha, séria. É mermo assim: nem tentando, ela conseguia ser menos linda. Eu lembrava perfeitamente dela mais cedo, desesperada, procurando o moleque pela praia, chamando ele com a voz tremendo. Até que achou ele comigo. Eu brincando com o pivete, botei um pratinho de carne na mão dele pra não se perder. Ela veio igual uma leoa, puxou o menino e me encarou com aqueles olhos molhados… raiva e medo misturado. E quando eu disse que ele só tava brincando, que eu sabia que era filho dela e por isso chamei ele, ela só soltou: Luana: O

