Pov : Lili . . .
Roberto- vou te deixar escolher Carla, tu quê morrer
antes ou depois de estourar a cabeça dessa gorda infeliz?
Carla - Me mata beto, ela não tem culpa de nada, a única
culpada sou eu, me mata antes por favor!
- Não pedi isso mãe - a abracei ainda mais.
Roberto - chega dessa merda toda - ele me puxou pelos
cabelos e me jogou no chão longe da minha mãe, e eu Olhei
pra ela.
Carla - Lili a mamãe te ama - logo ouvi um tiro, ele tinha
atirado nela corri abraçando seu corpo sem vida.
- EU TE ODEIO ROBERTO, EU TE ODEI0 - gritei com
todas as minhas forças, encarando o responsável pela
minha dor e por destruir toda família que eu tinha.
Robert0 -0 que acha que eu sinto por você? - sabia que
era uma pergunta que não necessitaria de resposta -
ajoelha sua vagabunda quero termina com isso logo.
O encarei por uns segundos e ajoelhei a dor que eu sentia
era maior que o medo de morrer Fechei os olhos com
força e esperei a dor me consumir só ouvi um barulho e
abrir os olhos tinha dois policias no quarto eo Roberto
estava no chão desmaiado.
Policial - Recebemos uma denuncia anonima, os vizinhos
relataram que ouviram gritos e disparo de arma de fogo, ainda bem que chegamos a tempo agora você terá que nos acompanhar até a delegacia - balancei a cabeça concordando. Beijei a mamãe e a tatá pela última vez e segui o policial.
entrei na viatura e tinha outro policial que me acompanhou enquanto outros levaram o Roberto e os que entraram na minha casa ficaram lá aguardando os peritos. . .
[. . .]
Fiquei esperando na recepção da delegacia ate ser
chamada pra depor, uma policial me chamou e eu a
acompanhei até uma sala no fim do corredor, entrei e a
senhora que estava na sala me mandou sentar em frente
a uma mesa de madeira onde tinha muitos papeis, um
notebook e um telefone. Do lado esquerdo tinha uma
mesa mnenor apenas com um computador a policial que
me chamou sentou-se nela acho que elaéa escrivã. Sair
dos meus devaneios quando a delegada se pronunciou.
Delegada- Sei que não está sendo nenhum pouco fácil
pra você mas preciso que me conte tudo que presenciou
entendeu - confirmei coma cabeça e ela continuou - fale
seu nome e tudo que aconteceu. - respirei bem fundo pra
não chorar.
- Me chamo Liliane Almeida... - contei tudo que
lembrei pra delegada.
Delegada - Obrigada por contar tudo, vai ser melhor
pra deixa- lo preso por muito temp0 e Liliane eu sinto
muito pelo que aconteceu - balancei a cabeça de novo
concordando e ela chamou um policial pra me deixar em
Casa. . .
[. . .]
Não queria ficar lá tỉnha que ir de vez pro Rio como
mamãe disse, desci da viatura e entrei em casa, estava
fria sem vida, fui direto pegar a mala que mamãe falou,
tava cheia de poeira passei um pano em cima e abri tinha
uma boa quantia em dinheiro e uma carta, Fechei a mala
e subi pro meu quarto, coloquei algumas peças de roupas
em cima da cama, pequei tudo que iria precisar e joguei
na mala, pequei um porta retrato que tinha eu, mamãe e
Talita, chorei até não ter mais lágrimas, abraçada a ele.
Fui no quarto da mamãæ e peguei o papel que ela
escreveu o endereço. Fechei tudo e fui até a vizinha da
frente a dona Lurdes pedir que ela cuidasse de tudo pra
mim sobre o enterro e que olhasse a casa entreguei a
chave e uma quantia que deve ser o suficiente pra ela
fazer todo os trâmites do velório e ficar com algum pra
ela. Fui direto pra rodoviária, torcendo que nada dê
errado. . .