cap 02 queria ter morrido

654 Words
Pov : Lili . . . Roberto- vou te deixar escolher Carla, tu quê morrer antes ou depois de estourar a cabeça dessa gorda infeliz? Carla - Me mata beto, ela não tem culpa de nada, a única culpada sou eu, me mata antes por favor! - Não pedi isso mãe - a abracei ainda mais. Roberto - chega dessa merda toda - ele me puxou pelos cabelos e me jogou no chão longe da minha mãe, e eu Olhei pra ela. Carla - Lili a mamãe te ama - logo ouvi um tiro, ele tinha atirado nela corri abraçando seu corpo sem vida. - EU TE ODEIO ROBERTO, EU TE ODEI0 - gritei com todas as minhas forças, encarando o responsável pela minha dor e por destruir toda família que eu tinha. Robert0 -0 que acha que eu sinto por você? - sabia que era uma pergunta que não necessitaria de resposta - ajoelha sua vagabunda quero termina com isso logo. O encarei por uns segundos e ajoelhei a dor que eu sentia era maior que o medo de morrer Fechei os olhos com força e esperei a dor me consumir só ouvi um barulho e abrir os olhos tinha dois policias no quarto eo Roberto estava no chão desmaiado. Policial - Recebemos uma denuncia anonima, os vizinhos relataram que ouviram gritos e disparo de arma de fogo, ainda bem que chegamos a tempo agora você terá que nos acompanhar até a delegacia - balancei a cabeça concordando. Beijei a mamãe e a tatá pela última vez e segui o policial. entrei na viatura e tinha outro policial que me acompanhou enquanto outros levaram o Roberto e os que entraram na minha casa ficaram lá aguardando os peritos. . . [. . .] Fiquei esperando na recepção da delegacia ate ser chamada pra depor, uma policial me chamou e eu a acompanhei até uma sala no fim do corredor, entrei e a senhora que estava na sala me mandou sentar em frente a uma mesa de madeira onde tinha muitos papeis, um notebook e um telefone. Do lado esquerdo tinha uma mesa mnenor apenas com um computador a policial que me chamou sentou-se nela acho que elaéa escrivã. Sair dos meus devaneios quando a delegada se pronunciou. Delegada- Sei que não está sendo nenhum pouco fácil pra você mas preciso que me conte tudo que presenciou entendeu - confirmei coma cabeça e ela continuou - fale seu nome e tudo que aconteceu. - respirei bem fundo pra não chorar. - Me chamo Liliane Almeida... - contei tudo que lembrei pra delegada. Delegada - Obrigada por contar tudo, vai ser melhor pra deixa- lo preso por muito temp0 e Liliane eu sinto muito pelo que aconteceu - balancei a cabeça de novo concordando e ela chamou um policial pra me deixar em Casa. . . [. . .] Não queria ficar lá tỉnha que ir de vez pro Rio como mamãe disse, desci da viatura e entrei em casa, estava fria sem vida, fui direto pegar a mala que mamãe falou, tava cheia de poeira passei um pano em cima e abri tinha uma boa quantia em dinheiro e uma carta, Fechei a mala e subi pro meu quarto, coloquei algumas peças de roupas em cima da cama, pequei tudo que iria precisar e joguei na mala, pequei um porta retrato que tinha eu, mamãe e Talita, chorei até não ter mais lágrimas, abraçada a ele. Fui no quarto da mamãæ e peguei o papel que ela escreveu o endereço. Fechei tudo e fui até a vizinha da frente a dona Lurdes pedir que ela cuidasse de tudo pra mim sobre o enterro e que olhasse a casa entreguei a chave e uma quantia que deve ser o suficiente pra ela fazer todo os trâmites do velório e ficar com algum pra ela. Fui direto pra rodoviária, torcendo que nada dê errado. . .
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