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QUEBRANDO OS PADRÕES (MORRO)

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intro-logo
Blurb

Liliane Almeida ou simplesmente Lilié uma garota doce, carinhosa e feliz,o único problema que tinha era com a balança mais tudo mudou quando sua irmã e sua mãe foram assassinadas pelo o homem que ela acreditava ser seu pai.Vinícius Barreto vulgo VS é um homem lindo, triste e arrogante, aos 16 anos virou o Dono do morro pois seu pai tinha sidomorto pela PM, hoje com quase 30 anos é considerado o chefão do tráfic0, pega todas mais não se apega. Isso até ela chegar!

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cap 01 muita tristeza
Pov. Lili . . . Acordei hoje com uma dor no peito, uma sensação estranha de que algo r**m vai acontecer, deixei de pensar nisso e fui tomar um banho, vestir um vestido azul soltinho e coloquei uma sapatilha preta, deixei o cabelo solto, passei rímel e por último meu perfume , peguei minha bolsa e desci. Carla- Que cheiro bom meu amor - Mamãe disse assim que pus os pés na cozinha. - E muito bom esse perfume mãe. - falei sorrindo e continuei. - mãe? Carla- oi amor? - eu ouvi você e o papai brigando outra vez, porque a senhora não deixa ele? A gente só sofre aqui mãe! - Ela me olhou triste e começou a chorar, eu odiava về ela chorando, me aproximei e a abraçei forte. Carla- Não é tão simples filha.- Ela falou e se afastou secando o rosto com as mãos. Deixei o assunto morrer e fiquei mais um pouco na cozinha observando ela. Minha mãe é uma mulher incrível, sempre trabalhou pra ajudar nas dispersas da casa, e nunca deixou faltar nada pra mim nem pra tatá eu às amo mais que tudo. Sai dos meus pensamentos com mamãe falando. Carla- come um pouco Lili, você nem tocou no café que eu coloquei na tua frente! - desculpa mãe, nem vi que tinha colocado café pra mim não precisava.- Ela arqueou a sobrancelha sabia que não à convenci e continuei - E sério mãe eu to sem fome! Já ia levantando pra ir quando ela falou Carla- Não adianta Liliane! Você vai comer nem que seja uma fruta! Baixei a cabeça e fiquei mexendo nas mão. Enquanto exclamava pra mim mesma, Odeio ser gorda! Odeio ser gorda! Odeio ser gorda! Porque eu tinha que ser gorda, até a minha mãe tinha um corpo mais bonito que o me, Sai dos meus pensamentos quando senti a mão de mamãe nos meu rost0. Carla- você é linda meu amor! Olha pra mamãe - ela pediu e eu levantei o rosto meus olhos já estavam marejados, abracei ela e deixei as lágrimas rolarem assim ela continuou - Se quiser fazer dieta eu te ajudo filha, mais não para de comer, assim só vai te fazer m*l. - Eu te amo tanto mãe! Juro que vou fazer direitinho agora! Carla- Também te amo muito Lili, nunca esqueça disso amor. Ficamos um tempo abraçadas, sai do aconchego do braços dela apenas porque tinha que ir pro cursinho. Peguei uma maçã e mostrei a ela que riu e me deu um beijo na testa. . . [. . .] A aula foi um pouco longa hoje, estava caminhando pra o ponto de ônibus com a Rebecca uma colega de curso minha, não falamos nada o tempo inteiro, também não tínhamos assunto, ela se despediu quando o ônibus que ela ia chegou, e eu tive que esperar mais uns dez minutos, minha mãe não saia da minha cabeça, fiquei com uma Vontade enorme de chorar, me bateu uma saudade louca dela e da minha irmã, logo o ônibus chegou,eu estava impaciente ele demorou mais que o normal pra chegar na rua da minha casa, logo avistei o ponto que eu ia descer pedi parada e segui pra casa, apresei o passo queria chegar logo, suspirei aliviada quando cheguei na frente da minha casa, quando abri a porta, fiquei paralisada em vê que estava tudo fora do lugar! - MẪEEE - gritei por ela mais nenhum barulho eu ouvir, sai procurando por toda casa só faltava os quartos, lágrimas saiam dos meus olhos sem parar, subi as escadas devagar, respirei fundo e entrei na porta do quarto da minha irmã. - Tatá? Olhei todo o quarto e nada fui direto pro quarto de mamãe a porta tava fechada então decidi bater - mãe? Ta no quarto? - abrir a porta devagar e nesse momento meu mundo caiu por completo, minha mãe e minha irmã sangrando diante de mim corri e me ajoelhei perto delas. - Tatá? Talita? Fala comigo por favor? -balancei o corpo da minha irmāzinha mais nada , verifiquei o pulso e não tinha ela morreu, minha irmã está morta, chorei abraçada ao corpo dela. Ouvi a voz da mamãe , corri até ela- mãe, mãe o que aconteceu? Quem fez isso? - mil perguntas sugiram na minha mente. Carla- amor - a vOz dela tava fraca ela respirou fundo e continuou- você tem que ir embora daqui Lili. - não mãe Carla- a mamãe ta morrendo amor- já não parava de soluçar- pega uma caneta e um papel pra mim. - tirei da bolsa que eu tinha levado pro curso e a entreguei , e ela escreveu algo no papel e me entregou- filha presta bem atenção! - a interrompe Lili- mãe chega a gente tem que ir pro hospital - não queria perder ela também. Carla- me escuta por favor? - assenti - pega a bolsa de viagem preta no depósito, tem um dinheiro dentro pra emergências, compra uma passagem pro rio e procura a Neide o endereço dela ta no bilhete, eu te amo muito meu amor tudo que fiz foi pensando em vocês. - não entendi nada do que ela falou, ouvi a voz do papai atrás de mim. Roberto - Olha só quem chegou?! - Pai? A mamãe precisa de ajuda. - falei me levantando. Roberto - Quer dizer que essa vagabunda ainda ta viva? - não podia ser? Meu Deus que isso não seja verdade! - Pai para com isso! A gente precisa levar ela pro hospital. Roberto - chega de palhaçada, preciso terminar isso logo e caí fora daqui - não conseguia me mover, apenas fiquei o encarando enquanto lágrimas e mais lágrimas rolavam pelo meu rosto. Carla - Para Beto por favor! Deixa ela ir! Roberto - NÃO, ela não pode ir, tudo isso Carla foi por culpa dessa gorda infeliz, que não deveria ter nascido nunca! Eu deveria ter feito o serviço direito quando tu tava grávida dessa baleia imunda! Carla - PARA! Para de falar assim com ela! - eu não sabia o que fazer apenas ouvia tudo calada. Roberto - Eu vou acabar com isso de uma vez Carla, nem que depois eu me mate. - Pa. -fui interrompida pelos gritos dele. Roberto - NÃO ME CHAMA DE PAI p***a, - tava tudo muito confuso pra mim. - Porque fez isso? - nem sei porquê eu perguntei talvez curiosidade ou só pra ganhar tempo mesmo, mamãe respirava com muita dificuldade não queria perder ela, espero que Deus me ajude a sair dessa e salvar minha mẫe. Roberto - Eu amava tua mãe sÓ que ela me traiu de novo, você e sua irmã eram pra serem minhas - meu Deus ele ta louco! Por favor Deus não deixe minha mãe morrer por favor. - mãe! - me ajoelhei do lado dela e a abraçei - Eu te amo! Vai ficar tudo bem! - tentei demostrar que não estava com medo, mais acho que não consegui e ele riu e colocou a arma na minha cabeça. . .

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