01 - É só sexo.
Alice narrando
Entrei no banheiro para tomar banho, eu tava cheia de sangue porque matei mais um filha da p**a que matou meu pai.
— Vai continuar com isso mesmo? — meu padrinho falou, quando me viu saindo do banheiro.
— Não vou parar, até m***r todos eles — falei passando por ele, fria como sempre.
Fui para meu quarto peguei meu celular, passei um perfume e fui para boca, hoje eu não fui lá.
— Fala aí chefinha — TL falou quando eu entrei na sala.
— Tava na correria hoje — falei sentando na minha mesa, comecei a fazer as contabilidade.
Comecei a fazer as contas e lembrei do meu pai, no dia que mataram ele eu só tinha 12 anos. ele pediu para eu vingar todos que estava envolvido na morte dele, e até hoje tô fazendo isso mesmo que todo dia tenho que m***r um leão.
flashback on ❌
Eu tava no meu quarto quando comecei a ouvir vários tiros, não fazia ideia de onde vinha, mais quando o barulho dos tiros ficaram mais autos, percebi que era na minha casa.
— Filha — meu pai me chamou e eu fui até ele — Não sai do seu quarto.
— Pai não vai, por favor — falei já querendo chorar.
— O papai tem que ir minha princesa, não saia do quarto — falou ajeitando o fuzil — Não saia do quarto princesa, por favor.
Meu pai saiu e eu me escondi no armário que tinha no meu quarto, os tiros foram ficando mais autos.
Percebi passos no meu quarto e botei a mão na boca, para o soluço não sair.
Quando os tiros pararam eu resolver descer para ver, e encontrei meu pai deitado no chão e vários corpos pelo chão, corrir até meu pai.
— Pai — falei sussurrando e colocando a cabeça dele no meu colo — fica comigo pai, na me deixa aqui sozinha — falei apertando o ferimento tentando estancar o sangue, mais só sangrava mais.
— Não tenha medo minha princesa — falou passando a mão na minha cabeça — o papai vai tá sempre com você, não importa a distância.
— Pai não vai, por favor. não me deixa aqui sozinha — eu falava já soluçando.
— Vinga todos que armou isso, não deixa passa ninguém — falou me olhando, enquanto cuspia sangue — promete pra mim Lili — falou me chamando pelo apelido que ele me deu.
— Eu prometo pai — falei chorando e abraçando ele, foi aí que meu pai deu o último suspiro falando o último "eu te amo Lili"
Meu padrinho chegou e foi uma luta para tirar o corpo do meu pai do meu colo, eu não aceitava que ele tinha morrido. ele prometeu nunca me deixar.
flashback off ❌
Sair do meus pensamentos quando meu padrinho chegou falando, que os carregamento tinha acabado de chegar.
— Vai fazer o que ? — falou me olhando.
— Pode manda os vapor contar — falei terminando de fazer a contabilidade.
— E você como tá minha pequena — falou me olhando.
— To bem né — falei olhando pra ele.
Ele falou alguma coisa e saiu da sala, peguei meu celular e comecei a meche e tinha ums contatinhos que eu ficava, eu sou o tipo de pessoa que não quer laço com ninguém.
***
Tava me arrumando para ir para o baile, passei o creme de pele e depois passei o perfume, peguei a chave da moto e sair de casa com meu padrinho.
Os seguranças tudo atrás, cheguei e todos ficou me olhando, fui direto para o camarote.
— Pega uma cerveja pra mim — falei olhando para o cara que tava no bar, não demorou nada 0ara me da a cerveja. Comecei a beber e poze quem tava cantando.
— Qual foi patroa — falou me olhando.
— Fala tu — fiz toque com LL.
Começou a puxar conversa e eu só falava o necessário, nunca fui de falar muito. só do minha opinião quando é diretamente para mim, fora isso não dou opinião em nada.
Nunca fui de ter muitas amigas, nem quando eu era criança a única sempre foi Vitória, mais fora ela mais nenhuma.
— Aí amigaaaa — chegou pulando em cima de mim.
— Tá maluca já né ? — falei abraçando ela.
— Ainda não, cheguei agora vim ficar com você.
Eu e Vitória começou a beber, sem se importa com o amanhã sempre é assim.
Vi um rolo meu me olhando, e eu olhei pra ele também dei um sorriso e ele levantou o copo pra mim, eu balancei a cabeça.
— Vou dá um perdido — falei no ouvido de Vitória.
— Eu também — falou indo para o lado de um dos meus seguranças.
Sair primeiro e encostei no carro dele, já que meu padrinho tava com a chave da minha moto.
— Achei que não ia te ver hoje — falou quando a gente entrou no carro.
— Eu sou dona do morro né jogador — falei olhando pra ele e ele concordou arrastando o carro, a gente foi para uma casinha que a gente sempre vai.
Ele parou o corro e já foi me beijando, o gosto da maconha com o whisky, a gente desceu do carro e entramos.
— Quer beber alguma coisa? — falou me olhando e eu neguei.
— Quero não — puxei ele pelo cordão e começamos a se beijar de novo, ele foi passando a mão pelo meu corpo todo.
Comecei a arranhar a costas dele por baixa da blusa e ele começou a aperta minha banda, tirei a camisa dele e ele puxou meu vestido tirando do meu corpo, e começou a c****r meu peito e eu comecei a gemer, depois de deixar os dois peito sensível ele começou a descer os beijos, quando chegou na minha b****a senti a respiração dele.
Ele começou a me c****r e eu já comecei a gemer, ele olhou pra mim e deu um t**a na minha cara e eu sorri pra ele, ele deu um t**a na minha b****a e eu abrir mais as pernas para ele.
— Cachorra — falou sorrindo e eu concordei.
— Toda sua por essa noite — falei tendo a visão pelo espelho no teto ele me chupando, comecei a me contorcer e ele segurava minhas pernas e não parava de me c****r, comecei a gemer e gozei.
Eu fui para cima dele, me abaixei na frente dele e peguei o p*u dele, cheio de veia e, é grossa.
Comecei a c****r, o que não cabia na minha boca eu punhetava, vi a cara dele de satisfação e ele começou a me olhar a gente não quebrava o contato visual, comecei a c****r as bolas dele e ele segurou no meu cabelo, quando continuei chupando ele gozou, eu engoli e ele deu um t**a na minha cara.
— v***a gostosa, que boquinha abençoada — falou me jogando na cama.
— Me come vai — falei gemendo no ouvido dele.
Ele veio pra cima de mim e sem perde tempo me penetrou de vez, gemi com o ardo que senti e ele começou a ir mais rápido.
— Gosta como eu te fodo v***a — falou me batendo.
— Eu amo, me come vai — falei gemendo, ele tava metendo sem pena mesmo. chega dava para ouvir o barulho da cama.
Mudei de posição e comecei a sentar para ele, sentindo os tapas s**o bolado do jeito que a gente gosta.
***
Se jogamos na cama, depois de várias rodadas de s**o bolado, ele começou a fazer carinho na minha cabeça e eu levantei respirando.
— Porque sempre que faço carinho em você, você recusa ? — falou me olhando
— Não é recusar, eu só não gosto — falei vestindo a roupa.
— É sempre assim, fazemos s**o e você mudar completamente — falou me olhando eu vestir a roupa.
— c*****o jogador, eu falei para você que era só s**o, entrou nessa sabendo c*****o — falei olhando para ele.
— Então não existe dá uma chance para a gente — levantou e veio para minha frente.
— Não, não existe — falei tirando a mão dele da minha nuca — nunca existiu, e você sabia disso.
Não esperei nem ele fazer cena, sair da casa indo para minha casa, eu nunca prometi amor para ele, sempre deixei muito bem claro o que queria com ele, e ele aceitou mais agora tá começando a questionar para mim não dá mais.
Cheguei em casa tomei um banho e deitei, peguei no sono rapidinho.
Acordei agora peguei meu celular e tinha vários áudios dele, nem fiz questão de abrir. nunca promete nada sempre foi s**o e agora ele quer cobrar algo.
— Tá com essa cara porque? — meu padrinho chegou falando comigo.
— O jogador — falei suspirando, falei tudo pra ele que tinha acontecido.
— Eu não confio e nem gosto dele — falou me olhando — abre o olho, sua mente e seu guia.
— Eu sei meu lindo, mais eu não quero nada com ele. amor é fraqueza — falei passando por ele.
Fui tomar café porque eu tava com fome real mesmo, tomei meu café e fui tomar banho.
— Vai para boca agora? — falou me olhando
— Vou, falei olhando para ele.
***
Cheguei na boca e passei pelos vapor, falei com eles e fui fazer as contabilidades como sempre.
— Já cobrei os drogados que fica no beco — TL falou e eu concordei.
Terminei de fazer tudo na boca e fui para casa novamente, tava morrendo de fome já. como lá em casa não tinha nada para comer passei na pensão para almoçar.
— Quero o de sempre — falei com a filha da dona Maria e ela concordou, não demorou muito para a minha comida chegar.
Comecei a comer e Vitória chegou para comer comigo também, comemos e ficamos conversando os babados.
— Aí amiga, porque não dá uma chance para ele? — falou me olhando, depois que eu falei sobre o jogador.
— Você me conhece, sabe como eu sou — falei bebendo meu suco.
— Você é muito casca grossa — falou me olhando e negando com a cabeça.
— Aí Vitória, caladinho você vence — falei terminando minha comida.
A gente veio para minha casa, aí fica cada uma em um canto com o celular na mão, mais ai a gente começou a conversar.
— Mulher, eu não acredito não — falou quando a gente começou a falar do jogador de novo.