Capítulo 03

2399 Words
NÃO acredito no que está acontecendo, o medo me causava tremores na minha caminha pequena, deixei duas velas acendidas sabendo que eu não dormiria. Um homem, um homem do dobro do meu tamanho e tão bonito está na minha casa! Um desconhecido e ele, ele não parece ser tão bom... Eu percebi como me olhava, tinha algo de errado, eu sabia. Eu causei tudo isso, mas pensei que mesmo que não tivesse procurado por ele, quando ele acordasse iria ver a minha casa ou pior poderia ter morrido. Apertei o urso de pelucia que tenho desde que era criança e que gosto de dormir abraçada, pedi para ser protegida do homem que está na minha casa. Nada de r**m vai acontecer, nada. Amanhã vou acordar e ele não vai mais estar aqui! Me vinha na memória seus olhares, o jeito que falava comigo e principalmente aquela voz mostruosa, tão grossa que quis chorar, além de tudo isso eu me perguntava a todo segundo se seria bom mamãe chegar ou não, eu realmente não sabia sua reação e talvez não fosse tão boa. E se ele estiver falando a verdade? Que vai recompensar, talvez ela não olhe com maus olhos e entenda toda situação e o que eu fiz. Pensava em milhares de coisas que mamãe poderia falar e não tinha certeza de nenhuma delas. De qualquer modo, minha barriga estava roncando de tanta fome queria alguns legumes ou qualquer fruta, porém não sobrou muita coisa e o frio congelava, não ajudando muito a minha situação, minha pele mesmo com o único cobertor que eu tenho tremia. Fiquei pensando no homem, pensando em Steve e em que acidente ele se meteu sendo que não vi nenhum ferimento aberto no seu abdômen. Também pensava em como me segurou la na frente do lago, foi tão estranho. É possível alguém ser tão grande assim? Quando escutei uma batida na porta do meu quarto, me cobri ainda mais na coberta e gemi baixinho apavorada. Essa não, é ele? Então mais uma vez a porta foi empurrada acompanhada de brutalidade. Sabia que não tinha como correr, talvez ele queira alguma coisa e não seja nada demais, sem tempestades em como de água, podia escutar sua respiração pesada do lado de fora. Talvez esteja passando m*l. Agarrei minha ursinha Bella e desci da cama vestida com meu pijama branco tão fino que não ajuda muito. Fui até a porta, com cuidado abri, no mesmo momento as lágrimas encheram meus olhos. Ah não! Ah não!! , abro a boca e fechando os olhos. O que é isso? Ele estava nu, o imenso homem estava totalmente pelado!!! Com uma coisa grande, muito grande e dura levantada em sua virilha. Tentei fechar a porta, porém Steve impediu. — Nunca deixe um estanho entrar na sua casa, ninfetinha. — Sua voz grossa pronuncio e ele entrou no meu quarto contra minha vontade, fazendo-me berrar como um bebê. — O que é isso?! Para! Para vai embora, por favor!! Eu vou... — Você vai se abaixar e me chupar. É isso que você vai fazer. — O que? Por favor saia, não me machuque, eu não estou entendendo. Escondo o rosto com as mão chorando, e ele me encurra-la na parede, aperto tanto Bella com os dedos que posso arrecar o botão que forma seu olho. — Olhe, Olhe pra mim!!!! Agora! Quer que eu te machuque? Porque se você não fazer o que eu mando, vai ser bem pior. Abro meus olhos, ergo meu olhar para o alto aos poucos tentando me concentrar em suas íris negras como a noite, seus lábios estavam rígidos como se estivesse prestes a me devorar, vejo-o alisando sua coisa grande perto do meu peito. — Isso é o que você fez comigo anjinho, a sua mãe nunca lhe falou sobre como putinhas como você fazem homns como eu ficar loucos? — Não, eu não sei, eu não sei. Vai embora! Solte-me! — Se você não sabe é porque não experimentou, estou certo? Seu corpo deve estar gritando pra uma boa f**a. Ele não se importa com meu choro se aproxima de mim ainda alisando sua coisa grande e cheirando meus cabelos, me fungando, apertando-me com vigor. — Eu vou te mostrar que não é nada errado, é o que você está precisando. — Não. — Sim... p*****a linda. Ele tira Bella das minhas mãos jogando-a na cama, soluço e ele seca as lágrimas dos meus olhos com sua mão enorme, me forçando a me ajoelhar, mas não muito, pois eu ficava bem abaixo do que ele precisava, por isso manteve-se puxando meu coro cabeludo potentemente. — Contato visual, olhe nos meus olhos, eu vou te ensinar. Me lembrou as palavras complexas de mamãe, então era sobre isso que ela falava? Eu pedi tanto pra ela chegar, mas nesse momento nem fazia sentido. Talvez ela gostasse de ver isso, começo a chorar ruidosamente. — Abra a boquinha. Obedeci olhando nos seus olhos negros com a minha visão embaçada, derramava em lágrimas. A pouca luz da vela do meu quarto deixava eu ver todo seu corpo forte bem delineado com os desenhos em seu corpo, os homens sao assi? Abri minha boca sem entender o que estavamos fazendo, o que ele queria executar? Passou o instrumento gigantesco e quente no meu rosto, sentia uma leve vibração na coisa grossa, cheirosa e com veias saltadas. Queria falar, pedir pra parar, mas ele não ligava, seus dedos grossos percorreram meus lábios abrindo ainda mais minha boca. — Precisa abrir mais do que isso pra engolir. Sem mais socou bem na minha boca de uma só vez tirando me o ar, não deixou eu correr, depositou com robustez.  Meu corpo ardia de luxúria com sua apetecivel imagem divina, não resisti aos lindos olhos me encarando daquele jeito pedindo para acabar com a maldade ao mesmo tempo que necessitam, mas desejando conhecer um homem, a curiosidade de uma inocente jovensinha quê não conheçe um homem experiente como eu que te fará mulher! Descolou os lábios inchados um do outro e sua língua molhada secretamente gostava de tudo. O anjinho nem sabe o que está fazendo, mas sou um especialista em liberar feromonios e logo a pequena v***a vai estar pulando no meu p*u como uma c****a cheia de experiência. Enfiei meu p*u alargando sua boca o máximo que a ninfeta aguentava, puxei seus cabelos intensificando enquanto mamava, enfiando tudo na sua boca molhada, ela me olhava com lágrimas escorrendo dos cantos dos olhos sem saber como agir ou fazer, não aguentava muito do meu c*****o, apenas recebendo o p*u do homem experiente que a fodia o máximo possível. Alimentava o prazer nas minhas veias que pulsa intensas na sua boca. Soquei em sua garganta cada vez com mais lerdeza pra caber mais fundo até ela experiênciar a ânsia de alcançar o fundo dela. — Chupe, chupa esse p*u todo! Você está indo bem ahhhh gostosa. Tirei meu c*****o da sua boca e soltei um tapa forte no seu rosto angelical que a fez chorar de verdade ao merecer a violência, apertei seu pescoço obrigando-a chupar minhas bolas, pra minha surpresa fazia tão bem... Que não aguentei e coloquei o mais fundo na sua boca sem piedade outra vez, eu não tinha como deixar de não ser o mostro é o que eu sou, e sempre vou ser e gosto de domar uma p*****a dessa forma, só assim elas aprendem o que um homem como eu gosta. — Lamba meu p*u anjinho, eu sei que você está gostando. Toda desnorteada vi sua língua se contorcer molhada na cabeça do meu p*u e grunhi com vontade ao ver sua saliva molhando escorrendo até minhas bolas, ela lambia meu c*****o como uma cachorrinha manhosa cheia de curiosidade e amando a safadeza do mestre. Sorria, eu sabia que não iria demorar muito para ela se apaixonar pelo que está fazendo, meu p*u duro queria mais e eu arremesso tabefes em seu rosto, emfiando até o fundo da sua garganta, mas não gozei. Tirei sua boca gulosa do meu p*u, demorou alvuns segundo para recobrar a respiração, a fiz ficar em pé. — A-acabou? - murmurou como um gatinho secando o rosto encharcado. — NÃO. Ta longe de acabar, me conta o que você sabe sobre o que estamos fazendo, hm? — Eu não sei nada, Steve. - falou engasgando. Ouve um minuto de silêncio enquanto admirava a inocência da garotinha, puxo-a para mim a centímetros de beijá-la, sem embargo empurrei a jovem mentirosa na cama velha de solteiro. — Se você não se divertir, você não vai gostar. Coloque na sua cabeça que desde o momento que coloquei meus olhos em você pertence as minhas vontades e vou f***r, fazer você ser minha mais nova ninfetinha. — Estou com medo, e-eu... — Abra as pernas pra mim, vou te examinar, vou te dar uma primeira vez maravilhosa você só tem que ser boazinha e fazer como ordeno . Ela balançou a cabeça negando. — Abra as pernas pra mim. - pedi e mordi a boca ao ver que seus peitinhos estavam duros no vestido. Ela quis ser teimosa, então fui para cima dela. Ela gritou e chorou quando arranquei seu vestido rasgando a peça totalmente revelando um corpo de princesa com seus longos cabelos espalhados e a calcinha branca apertada ensopada! Eu sabia que ela estava amando chupar um macho. — Eu vou te punir toda hora, meu p*u não vai sair de dentro de você. - meus dedos alisam sua calcinha molhada apertando sua bocetinha que me atraia. Arranquei sua calcinha molhada e sem mais minha boca estava lambendo sua virilha e chupando a pequenina bocetinha doce como morango com pequenos fios de pelos loiros, que me fez duvidar se meu p*u cabia dentro.  Em prantos puxei seus cabelos, mas ele não saia do meio das minhas pernas, os olhos negros do homem mostrava sua impiedade, sua boca tem uma língua selvagem que começou a circular em toda minha região de menina, causando um arrepio tão forte, fazendo-me gemer alto. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas ele apertava minha coxa e lambia, sugava como se estivesse esfomiado, amando o que fazia. Tentei me soltar, porém era impossível ele percebia e me lambia ainda mais pra dentro de mim, meu corpo gostava do que estava sentindo. Minha cabeça confusa me fazia tentar entender se era certo ou não, isso era um fato, eu nunca tinha presenciado isso e agora eu comprendia um bocado de coisas que mamãe me dizia. Era uma sensação difícil, tirar ele de cima de mim enquanto sentia sua barba junto a sua boca e até o seu nariz cheirando, lambendo e apertando-me com tanta fome. O calor das duas velas parecia estar me queimando, chorava, eu estava em um tipo de inferno que nunca imaginei.  Amo vê-la gritando enquanto sua bocetinha escorria de prazer torturando-a com sensações novas. molhava minha barba com mel de ninfetinha mais suculento que um homem mais velho como eu poderia provar, me viciei no sabor. Chupava ate sua bundinha, se contorcia toda melada. — Não, não, não... Hmmm O cheiro, o sabor me deixava em puro êxtase e só fui capaz de parar quando suas mãos puxava os lençóis e balançava a cabeça, seu corpo tremia querendo chegar até o final e ter múltiplos orgasmos nos meus lábios, mas não deixei, neguei a ela, pois quero martiriza-la a noite inteira. — p*****a safada! Minha. Minha. Virei ela de costas e bati forte no seu r**o gostoso, ela lutava ainda, mas sabia que gostava de apanhar e logo eu deixaria seu r**o totalmente vermelho. Puxo seus cabelos longos e falo no pé da sua orelha: — Não vamos parar nem tão cedo, vai se acostumando, vou esfolar todos os seus buracos e por último sua bocetinha safada que você está tão ansiosa pra dá. Ela gemeu balançando a cabeça negando. Mas dei-lhe uma bofetada agressiva na bundinha dela, forçando-a a ficar de quatro contra sua vontade. — Anjinho, obedeça seu mestre agora, fique quieta, apenas gema para seu dono. Ela obedece quando enfio meus dedos no seu cuzinho, lambo os dedos passando pela carne virgem e doce da sua b****a tão linda e esfregando o grelinho até ela não agiuentar e gemer de tanto prazer. Eu tinha a imagem do paraiso, com minha ninfa jovem pronta pra me satisfazer até não aguentar mais. — Mamãe, mamãe... — Seria uma boa sua mãe chegar agora, amaria comer ela também, mas você é especial! Levanta mais essa b***a. Bato nas duas bandas avermelhadas e com marcas das minhas mãos, não perdoo nenhum tapa, seus longos cabelos perfeitos para serem puxados enrrolaram no meu punho com facilidade. Seu buraquinho era pequeno demais, mesmo com minha saliva e a mistura da sua lubrificação ainda foi difícil entrar, suas preguinhas estavam impossíveis de serem invadidas, em cada tentativa forçava com mais força e na quarta a cabeça do meu p*u já estava toda dentro eu via nuvens no céu. Na quinta uma boa parte do começo do meu p*u. Latejando com cabeça explodindo, puxando seus cabelos e suando... Eu grunhia apaixonado pelo cuzinho da minha ninfa a melhor v********a, ou está entre as primeiras. Estocava cada vez mais, aos poucos enquanto o anjo morria chorando eu estava no céu de tanto desejo. Soltei seus cabelos, investia com pura violência querendo arromba-la, quanto mais dentro estava mais xingava-a e gemia. Segurei-a pelos quadris crescendo a velocidade que comia seu r**o logo era o som mais audível a forma que chegava até o talo no seu cuzinho, apertando-a, sentindo-a junto com o cheiro da nossa transa magistral. Estava tão escorregadio que não tinha como esconder seu desejo disfarçando. — Não esconda seu rostinho de mim, você nasceu pra me servir p*****a. Você ama isso e se não ama ainda, vai amar. Uma onda eletrica percorreu meu corpo, Queria encher seu cuzinho de p***a, todavia não fiz, tirei meu p*u de dentro dela a força, a deitei para olhar no seu rostinho cansado e com suas pernas trêmulas abertas enquanto me masturbava e grunhia com a imagem, derramei todo o sêmen na sua coxa e barriga, uma carga cheia de jatos densos que a deixou curiosa para saber o que era. A delícia me fez por fim beijá-la como um animal faminto e alucinado para a segundo round.
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