Marisol estava completamente absorta em seus pensamentos, sua mente caótica e o peito apertado pela dor. Quando Jussara a levou para casa, ela não sabia se sentia alívio ou mais medo. O morro, apesar de ter uma energia de desconforto, parecia ser o único lugar onde ela poderia se esconder, onde ninguém iria questioná-la naquele momento de fragilidade. Jussara preparou o ambiente o mais acolhedor possível. Ela pediu para Marisol se sentar, trazendo-lhe uma xícara de chá quente, tentando dar-lhe algum conforto. Marisol, ainda em silêncio, tomou o chá com as mãos trêmulas. Jussara (sentando-se ao lado de Marisol com uma expressão suave): "Você está segura aqui, Marisol. Só respira. Vai dar tudo certo." Mas Marisol não conseguia respirar. A dor de tudo o que havia acontecido a engolia como

