— Está errada, eu juro! Vou te respeitar e te dar só aquilo que você me permitir receber, pequena. Vou aceitar estritamente o que você estiver disposta a me oferecer hoje. Confia em mim. Elise olhou nos olhos azuis dele, avaliando a promessa, e cedeu ao convite. — Tá bom... vou confiar na sua palavra de homem. Foi só ouvir o consentimento dela para que Henrique, tomado por um entusiasmo contagiante, a pegasse imediatamente no colo mais uma vez e a levasse direto para o interior do banheiro espaçoso de mármore. Ele a sentou com cuidado na borda de mármore da pia e começou a retirar a roupa dela, contando com o consentimento claro dos olhares que trocavam. Elise sentiu a respiração ficar totalmente ofegante à medida que a peça de tecido deslizava por sua pele. Henrique desfez o fech

