Hyle Um mês depois Meu coração salta no peito quando vejo Julian se aproximando da minha mesa. Ele concordou em se encontrar comigo no restaurante de um hotel na cidade. Isso depois de muitas ligações e mensagens, muita insistência para conseguir uma palavra sequer com o meu irmão mais velho. Ele para na minha frente, mas não me olha. Sua testa franzida antes de se sentar. Estamos em uma mesa reservada. Queria que pelo menos pudéssemos ter uma conversa privada. O garçom se aproxima, mas logo é dispensado por Julian. — Não vou beber nada — ele fala ríspido. Assim que o garçom sai, ele respira fundo e finalmente me encara. — Como você está? — começo, tentando quebrar o gelo. — É sério mesmo? Você me trouxe aqui para ter uma conversa normal sobre como eu estou ou como está o tempo

