Capítulo 31

1051 Words

Liz Valença narrando Olho da janela o dia amanhecer, mais parece que a noite não se desfez ainda, a chuva que cai lá fora, o friozinho que hoje faz no Rio de Janeiro, meu coração amanheceu ainda mais apertado, uma angústia que toma conta do meu ser, uma solidão e tristeza sem fim, que parecem nunca me abandonarem, como se fossem minha sombra, não me deixando nunca mais. 06:00 horas em ponto marca no relógio da parede desse quarto de hospital, e como havia dito sequer preguei o olho a noite, dessa vez por conta do nó que se formava forte em minha garganta, como um choro entalado. Eu não durmo, pois minha mente não permite que eu descanse os olhos um pouco, e também sempre que cochilo acordo em sobressalto com o coração na mão, com o pesadelo que venho tendo por muitas vezes, o pesadelo é

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