*** Micael Me aproximei do corpo desacordado de Irina. Seu rosto estava arranhado, devido ao impacto de ser jogada. O resto do corpo, ferido também, estava sujo de barro úmido. Com dificuldade, a peguei no colo, e, arfando, caminhei até perto da entrada de casa. Vi o novo amigo de Irina caminhar no mesmo sentido que eu, carregando Miguel apoiado sobre seu ombro. Miguel estava acordado e mancava a cada passo fraco que dava. O rosto dele estava com feridas que ao me aproximar para analisar a gravidade dos ferimentos, se curavam sozinhas. Vamos levar vocês ao hospital! – Falei para Miguel. Não preciso. Vou me curar sozinho. – Disse, ofegante. O amigo de Irina não disfarçou a expressão confusa. Parecia estar totalmente perdido no que Miguel havia acabado de dizer. Então, levarei a Iri.

