Em cada canto da boca, rasgava-se. Cortes que se estendiam até metade da bochecha. Então ele sorriu. Um sorriso macabro — enquanto sorria, mais lágrimas de sangue desciam...Como se aquilo doesse. O rosto de Micael, parecia elástico o bastante para sua boca se tornar um buraco. E então, daquele breu, proferiu-se um som. Uma voz mista como a de um monstro e de uma mulher ao mesmo tempo. A voz pareceu ecoar pela minha cabeça e se expandiu para o ambiente. Ele disse: “Corra.” Não pensei duas vezes. Corri. A cada passo largo que eu dava ao correr, ouvia aquela respiração selvagem logo atrás de mim, seguidas de passos como se fossem cascos batendo contra o piso. Meu medo era tão grande que eu m*l sentia minhas pernas ao correr, só queria chegar a um lugar que fosse me proteger daquilo atrás

