Capítulo 4

1733 Words
Terça 22h:00m — Caramba, Bella! só homem lindo quer te com*r, esse tal Bruno é divinamente lindo. _Falou a Ruthy alarmada e dando zoom nas fotos dele no notebook. Eu, propositalmente, revirei os meus olhos enquanto passava a escova nos meus cabelos. Foi um desastre! — Ele me chamou de vac* só por que eu comi o cordeiro dele. _ Comento com toda a minha indignação explícita. E a Ruthy caiu na gargalhada. Olhando-a do espelho fiz careta ao balançar a cabeça. Tem doido na minha vida de todo quanto é jeito. — Como será os outros? _Se pergunta. Mas creio que ela espera uma resposta senão que sentido teria ela me olhar com uma interrogação na testa? — Não me interessa nenhum desses embust*s. _ Não tenho nem tempo de deixar minha raiva dar as caras e invadem como uns brutamont*s correndo da castração o meu quarto. De imediato, coloco-me de pé. Meu Deus, me ajuda! Suplicava por clemência desde já. Entraram no meu quarto. — O Bruno não gostou muito de você. _Era o dono da boate em bom som vindo vagamente até mim, pegando com firmeza em um dos meus braços. É o meu fim. O encaro, não me permitindo ficar amedrontada mesmo os seus dedos agora estarem me apertando e eu ficando nas pontas dos pés para amenizar a dor. — Deveria ter pedido comida necessária para você ao invés de meter as mãos na dos outros. _Me sacudiu, meus cabelos tapavam o meu rosto. — Senhor... ai... ele me obrigou a pedir só uma salada. _ Minto. O homem com toda a sua força me puxou e empurrou-me na cama onde a Ruthy estava. — Você gosta de p*****a, não é? Por qual outro motivo seria todo esse afrontamento sua piranh*? Se o homem que está me pagando uma fortuna para te manter intocada chegar em minha pessoa com reclamações. Ah, Cibely! você vai desejar a mort* a ter que me ver com ódio. _Por incrível que fosse, fiquei incrédula quando presenciei ele furioso saindo do quarto. Então, desviei os olhos para a Ruthy e sorri. Me levantando e andando de um lado e outro, pensativa. — Que eles são tudo um bando de m*****s fofoqueiras isso eu sei agora esse negócio de só esbravejar e não me bater. Isso é novo para mim, você viu?_ Estreito os olhos na Ruthy e passo as mãos nos cabelos, os alinhando. — Deveria se comportar Bella, para seu próprio bem. Esses homens com quem tem saído são tudo executivos, o tal Claus tem uma fortuna estimada em 200 milhões de dólares esse Bruno, 300 milhões herdando do pai. Creio que vai aumentando o patamar até chegar no homem que realmente te quer. _Revelou. Estava com a cabeça tão longe que não ouvi uma palavra, eu estava preocupada em como continuaria a fazer os encontros serem um fracasso para não ter que dormir com nenhum deles. — Ouviu o que eu disse, Cibely ? A olho. — E se eu tirasse a roupa amanhã? _Pergunto ao dar ouvido a minha anteninha no meu cérebro. É isso. Deixo um riso escapar. — Você realmente não percebe que está brincando com fogo? _Ela estava extremamente séria. Pisco o olho para ela e saio para dançar, pois, soava aos meus ouvidos uma música bem animada, sexy e eu sou especialista nesse quesito. Então, eu vou me jogar. Hoje não tem show e a boate está lotada, tinha que servi as mesas, mas eu conseguia dar as minhas escapadas. O Bartender detras do balcão levantou uns drinks. Com certeza para que eu levasse até as mesas, mas, dou de ombros, e entro no meio da multidão, dançando. De repente, tudo estava eletrizante não havia álcool no meu corpo, mas o fato da música alta, as batidas e o emaranhado de pessoas na pista de dança era suficiente para que eu ficasse louca. No entanto, automaticamente parei para observar tudo na minha volta quando senti olhos em mim, porém, não tinha ninguém focado apenas em mim. Ao meu ver, alguma coisa estava errada comigo. Eu só podia está a sentir coisas, não é possível, minha atenção encara a saída, semicerro os olhos para ver melhor e um homem saía acompanhado de dois seguranças. Balanço a cabeça e volto a fitá-los, ele falava alguma coisa para um deles e o deixava na porta. Uma vez que o olhar atento do homem de preto vem em mim não perco tempo e me locomovo apressadamente até esta em frente a ele. Cruzo os braços. — Gostou do meu traseis*, infel*z? _Arqueio uma sobrancelha em questionamento. O homem me olha, mas não se move, parecia um poste erguido sobre o chão. — Por acaso está me vigiando?_ Pergunto novamente e recebo o silêncio da sua parte. — Você não vai dizer nada?.. Argh. _ Fecho os pulsos e suspiro, me contendo. E saio batendo os pés com força até o balcão. Talvez ele seja mudo. O clima para continuar a dançar acabou completamente, então, começo a atender os clientes . Feito isso e vendo que todos estavam com o seu "Goró" me sento no balcão, observando o movimento. Esse lugar não é para mim. olha isso... música cheia de palavras obscen*s, pessoas se beijando, homens apalpando mulheres, mulheres nos ombros dos homens, casais trans*ndo nos banheiros, lésbicas com as mãos uma na vagin* da outra. Meu Deus! O que uma pessoa com a vida toda pela frente, cheia de sonhos e com mil e um planos faz aqui? É o que eu me pergunto todo santo dia. E por que eu me senti magoada com as palavras de um dos homens com quem sai? Por mais que eu não queira ainda lembro perfeitamente "PROSTIT*T* VIRGEM " isso se encaixa na minha pessoa? Aliás, eu vou deixar ela me definir? Então, é isso que eu sou afinal? Sacudo a cabeça afastando os pensamentos. — É. Parece que me perdi em meio ao caos desse lugar. _Rosno sem perceber que as palavras saíram em voz alta. — Disse alguma coisa, moça? _Pergunta um homem. O olho. — Falou comigo? Ele me olha, os seus olhos piscam em desentendimento. — Achei que você estivesse falando comigo. _Aponta o dedo para si. Franzio a testa, ficando impaciente. — Por que eu falaria contigo? faça-me um favor seu... seu... _O observo, vendo o quanto ele é bonitinho. — Seu? _Me incentiva a falar o que eu ia dizer, bebendo sei lá que tipo de bebida. — Seu...seu pé grande. _ Acabo rindo. Porque Isso foi ridículo. Suas sobrancelhas elevaram-se. — Te afirmo que não é só o pé. _ Cochichou. — Pronto! Agora vai se gabar do pacote, porque vocês homens são assim? Tão iguais. A gente fala uma coisa e vocês leva para o duplo sentido da palavra. _ Estou realmente curiosa. Ele riu, arregalando os olhos de primeiro instante e os fechando ao depositar o copo no balcão. — Tem razão. Eu me chamo Henrique e meu pa* não é lá essas coisas. _ Estende a mão para mim. Impressionada com a declaração, receosa a pego. — Bella, pra você, me diz uma coisa, porque o seu amigo não é lá "essas coisas"? _ Eu quero mesmo saber. — Tem a cabeça torta e só sobe para homem. _Abro a boca, escandalizada. Isso é inacreditável. Não é preconceito, que fique claro, no entanto, devo salientar aqui os meus sinceros pêsames, que desperdício para nós mulheres. — Enrustido. Tá no armário? _Me engasgo antes de beber de uma vez a minha bebida. Ele me encara. — Eu como e me com*m, simples. _ Falou como se fosse normal dizer isso para uma desconhecida. eu gostei dele. — Já saí sim. Sorrio com a loucura que invade a minha cabeça. — Então você me dispensaria fácil? — Sim, você é ruiva. Que? — Que v*ada mais exigente. _ Volto a beber. — Nada disso, só escolho a dedo. Gosto de selecionar. Nada contra. _Ele pisca para mim. O avalio detalhadamente, ele é muito lindo, rosto bem moldado, olhos marcantes, cabelos bem alinhado, corpo másculo, forte e está perfeitamente bem-vestido. É nítido que eu não teria essa sorte. Que tristeza. Minha vagin* esta de luto. — Nós nos vermos por aí. _ Me levanto, um pouco decepcionada. — Seria um prazer, cabelo de fogo. _Afirma, me arrancando um sorriso pelo apelido. Me aproximo um pouco mais e vejo que bebida ele toma, entro no bar faço um drink, pego um guardanapo descartável pouso sobre o balcão e coloco o copo acima. — Esse é por conta da casa. _Mando um beijo no ar. Ele sorriu e eu saio para o meu quarto nos fundos. Adentro, e me jogo na cama, olhando o teto e fechando os meus olhos. Se não fosse meu celular vibrando abaixo do travesseiro eu teria dormido. Abro os olhos e deslizo as mãos para pegá-lo. Trazendo até o alcance da minha vista imagino se poderia ser outra mensagem do desgraç*do desconhecido. Desbloqueio, abrindo a caixa de mensagens e lendo. Desconhecido: perdida em pensamentos de novo, senhorita Bella? Msg: 00:00. Engoli em seco.Resolvo responder. Cibely: Por Deus! diga-me quem é você? Msg:00:01. Desconhecido: olha, ela fala o nome de Deus.Só mais alguns dias bela jovem... só alguns dias é o que eu te peço. Msg:00:03. Meu peito salta, desesperadamente. Cibely: um nome, diga o seu nome? Msg:00;04. Desconhecido: Ainda não... você precisa aprender muita coisa. Msg:00:06. Leio e o meu corpo dói, eu no fundo, esperava um nome, qualquer um que fosse. O que na verdade ele quer de mim? Cibely: Devo confiar em você? Msg:00:07. Desconhecido: você ainda não confia em si como pode me perguntar isso? é claro que não. Msg:00:09. Grosso! Cibely: me proporcionaria um org*smo múltiplo com a língua? Msg:00:11. Gargalho ao ler sua resposta que chega imediatamente. Desconhecido: rs... não só um mais o melhor org*smo do mundo Cibely. Msg:00:11. Mordo o lábio inferior, contorcendo as pernas uma na outra e a curiosidade de saber quem é esse homem peculiar me consumia por inteira. Desconhecido: agora durma, querida. Boa noite Msg:00:13. Jogo o celular no móvel. Ele é só um fantasma incapaz de mostra a cara. Deito a cabeça no travesseiro. Deve ser um velhinho do pintinho murcho. Inevitavelmente solto uma risada. Como ele sabe tanto ao meu respeito? Minha mente tortura-me até que finalmente eu durma.
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