ANNA. Tentava me soltar dos braços que me prendia e me arrastava violentamente, eu não conseguia ver mas tenho total certeza que é Marcelo, aquele imundo não vai me deixar em paz, Marcelo prenssou meu corpo contra o vão de uma parede e uma pilastra que dava para o jardim ao ouvir vozes se aproximando, ele ficou de frente para mim e pude ver o rosto daquele ser humano desprezível, ele mantinha sua mão com força na minha boca, me debatia tentando me soltar dele, mas ele era forte e me prendia com seu corpo contra a parede. - Adoro como você é rebelde, minha gatinha! - ele falou no meu ouvido. Marcelo me olhou e cheirou meu pescoço, eu quase vomitei de tanto nojo, meu coração disparou, lembranças me invadiam a mente. Aquele verme me tirou da minha casa, me sequestrou dessa mesma forma hor

