Capítulo 12
Persefone narrando
— Eu não tenho o dinheiro para te pagar agora – eu falo para ele e ele cruza os braços me encarando – acabei perdendo a d***a para a policia, na verdade tenho somente isso – abro a gaveta e entrego a grana para ele.
— Quando você perdeu a d***a? – ele pergunta me encarando
— Há alguns dias atrás – eu olho para ele – estava vendendo perto da praia e eles me pegaram, ficaram com a minha mochila – ele começa a rir
— Além de dever, ainda é burra – ele fala – tá de caó para cima de mim garota.
— Jamais – eu respondo firme e ele me encara – estou falando a verdade, não tenho como te pagar essa grana
— Vou te dar um prazo ele fala, você tem 30 dias para me pagar essa grana – eu o encaro – são doze mil reais.
— Tudo isso?
— Tem os juros – ele fala
— Não tem como diminuir os juros?
— Não, ainda tem que agradecer que to te dando um prazo bem grande. – ele fala tirando a arma da cintura
— Por favor não, eu vou te pegar – eu olho para ele
— Não quero saber como, eu só quero a minha grana e caso você não me pague – ele fala apontando a arma na minha cabeça – tu vai ouvir e não vai escutar garota, porque aqui dentro do meu morro ninguém me deve e fica vivo.
Ele sai do meu quarto antes mesmo que eu o responda ou que fale algo, assim que ele sai, Sara entra com os olhos assustados.
— Era Atibaia ? – ela pergunta
— Eu preciso fugir daqui – eu respondo
— Esquece, ele já deve ter dado ordem para todos os vapores ficarem de olho em você, ele não vai perder grana nenhuma.
— E o que eu faço?
— Se acalme – ela fala
— Devendo 12mil e sendo ameaçada por aquele homem?
— E olha que Duca ainda nem veio cobrar a parte dele – Sara fala me encarando e eu a encaro nervosa.
Capítulo
Persefone narrando
Ele tinha me dado 30 dias para pagar a minha dívida e eu nao sabia de onde tiraria essa grana.
Eu encaro Joe e ele me encara, eu me aproximo dele.
- Joe , ele cobrou a dívida - Eu falo para ele - Me libera mais d***a para poder pagar
- e aí vai criar mais dívida? Não dá Não dá - Ele fala - Atibaia já disse que vai cobrar de nós.
- por favor me ajuda.
- Vai dar não - Ele fala me encarando - não posso mais te ajudar.
- Joe - Eu falo
- Tenho que ir.
Além de Atibaia eu também tinha duca e não demoraria muito para ele bater aqui, não queria fazer programa para aquele policial, eu sentia que eu iria me ferrwt me encontrando com ele e Sara a única coisa que sabe me dizer é que tenho que ir me encontrar com ele.
Eu estava completamente perdida e sem saber o que fazer, de mão atadas.
Eu peguei a grana que eu tinha e fiz alguns doces, passei o dia vendendo na praia, embaixo do sol, mas mesmo que eu fizesse isso durante os 30 dias não conseguirá a grana.
Eu estava chegando no morro quando um carro me para em um beco antes da subida , Duca desce e eu o encaro.
— Cadê a minha grana Persefone? - Ele pergunta me encarando.]
Capítulo 14
Persefone narrando
Eu olho para Duca e respiro fundo, me mantenho calma ou tento pelo menos.
— Me de mais uns dias – eu falo para ele – eu vou conseguir o dinheiro – ele começa a rir
— E você acha que eu vou acreditar em você? Está me devendo horrores.
— Eu vou conseguir.
— Eu já sei que você perdeu tudo para a policia, moleques do meu morro viram tudo – ele fala – você realmente quer que eu acredite que tu vai me pagar a porcaria da minha grana?
— Eu vou conseguir – eu repito – me der mais uns dias
— Você vai me pagar essa grana hoje.
— Eu não tenho dinheiro aqui
— De alguma forma você vai ter que me pagar – ele fala mostrando a arma
— Eu não tenho o dinheiro Duca – eu falo para ele
— Então você vai me pagar de outra forma – ele pega no meu braço
— Me larga! – eu falo nervosa e tento o empurrar mas ele me joga contra a parede
— Cala sua boca Persefone, você vai me pagar essa grana e vai ser da minha forma
— M,e solta, me solta! – eu falo gritando e ele segura em meu queixo forte e u tento o empurrar mas a outra mão segurava em meu ombro.
— Você vai virar minha p**a – ele fala
— Nunca – eu falo para ele – eu jamais vou fazer isso
— Ah você vai, porque você me deve grana
— Nem nos teus pior pesadelo.
Ele me vira de costa, eu tento me defender mas ele levanta a minha blusa e passa a mão nas minhas costas, eu tento sair mas ele me segura forte.
Até que escutamos tiros e eu consigo sair dos seus braços.
— O que está acontecendo aqui? – Atibaia pergunta
— Essa p**a me deve uma grana – ele fala – ela vai me pagar da forma que eu quiser, ela vem comigo. A partir de agora ela vai ser minha p**a particular.
Eu olho para Duca e depois para Atibaia, doisi demônios, os meus dois pesadelos juntos!
Capítulo 15
Atibaia narrando
Eu olho para Duca e depois para Persefone, Joé estava comigo e ele se aproxima.
— Ela é moradora do meu morro, você não vai levar ela! – eu falo
— Ela deve grana no meu morro, pegou d***a e não pagou – eu olho para ela e estreito os olhos percebendo que essa garota era mais furada do que eu pensava. – Ela precisa pegar, ela vai comigo e vai virar minha p**a! – ele diz nervoso
— Você é cria minha Duca e tu sabe porque está como gerente daquele morro, porque eu deixei e te dei esse poder.
— Atibaia tenho respeito por você mas esses Bo quem resolve sou eu – ele fala
— Não – eu falo – No meu comando mulher nenhuma é estuprada e nem forçada a nada, você escutou?
— Ela é uma v*******a, você acha que ela ganha a vida como? Uma p********a de quinto grau, transa em troca de trocados – ele fala
— Não me importa o que ela faz ou deixa de fazer, você quer levar ela contra a vontade dela e eu já disse que ela é moradora do meu morro.
— Mas ela deve grana para mim.
— Então você cobra dela quando ela tiver fora do meu território – eu falo para ele – no meu território quem manda sou eu e você não está autorizado a cobrar ninguém aqui
— Quer brigar comigo por causa de uma p**a qualquer? Fala sério Atibaia, achei que você tinha mais o que fazer. – ele fala e eu me aproximod ele
— Não estou brigando por causa dela e sim porque você veio no meu morro querer forçar uma mulher a ir com você a força e isso aqui é inaceitável, se tu não quer levar um tiro no meio da tua testa, tu entra na p***a do teu carro e vai embora e a prxima vez que eu pegar você aqui querendo forçar uma mulher a ir com você ou tentando estuprar uma, não vai sobrar nem esse teu p***o mucho para contar história, tu entendeu?
— VocÊ vai se arrepender por defender essa v***a!
— Vai embora c*****o – ele antes de entrar no carro, encara Persefone
— A gente ainda se encontra e você vai me pagar o que deve! – ele fala para ela – escuta o recado morena, tu vai pagar caro.
Ele entra no carro e sai, a mesma estava paralisada ali, eu olho para ela.
— Vamos eu te levo para casa – Joé fala para ela
— Sobe Joé, Persefone vai comigo! – eu falo
— Mas – ele fala
— É uma ordem! – eu falo e ele assente com a cabeça.