7

1422 Words
Capítulo 12 Persefone narrando — Eu não tenho o dinheiro para te pagar agora – eu falo para ele e ele cruza os braços me encarando – acabei perdendo a d***a para a policia, na verdade tenho somente isso – abro a gaveta e entrego a grana para ele. — Quando você perdeu a d***a? – ele pergunta me encarando — Há alguns dias atrás – eu olho para ele – estava vendendo perto da praia e eles me pegaram, ficaram com a minha mochila – ele começa a rir — Além de dever, ainda é burra – ele fala – tá de caó para cima de mim garota. — Jamais – eu respondo firme e ele me encara – estou falando a verdade, não tenho como te pagar essa grana — Vou te dar um prazo ele fala, você tem 30 dias para me pagar essa grana – eu o encaro – são doze mil reais. — Tudo isso? — Tem os juros – ele fala — Não tem como diminuir os juros? — Não, ainda tem que agradecer que to te dando um prazo bem grande. – ele fala tirando a arma da cintura — Por favor não, eu vou te pegar – eu olho para ele — Não quero saber como, eu só quero a minha grana e caso você não me pague – ele fala apontando a arma na minha cabeça – tu vai ouvir e não vai escutar garota, porque aqui dentro do meu morro ninguém me deve e fica vivo. Ele sai do meu quarto antes mesmo que eu o responda ou que fale algo, assim que ele sai, Sara entra com os olhos assustados. — Era Atibaia ? – ela pergunta — Eu preciso fugir daqui – eu respondo — Esquece, ele já deve ter dado ordem para todos os vapores ficarem de olho em você, ele não vai perder grana nenhuma. — E o que eu faço? — Se acalme – ela fala — Devendo 12mil e sendo ameaçada por aquele homem? — E olha que Duca ainda nem veio cobrar a parte dele – Sara fala me encarando e eu a encaro nervosa. Capítulo Persefone narrando Ele tinha me dado 30 dias para pagar a minha dívida e eu nao sabia de onde tiraria essa grana. Eu encaro Joe e ele me encara, eu me aproximo dele. - Joe , ele cobrou a dívida - Eu falo para ele - Me libera mais d***a para poder pagar - e aí vai criar mais dívida? Não dá Não dá - Ele fala - Atibaia já disse que vai cobrar de nós. - por favor me ajuda. - Vai dar não - Ele fala me encarando - não posso mais te ajudar. - Joe - Eu falo - Tenho que ir. Além de Atibaia eu também tinha duca e não demoraria muito para ele bater aqui, não queria fazer programa para aquele policial, eu sentia que eu iria me ferrwt me encontrando com ele e Sara a única coisa que sabe me dizer é que tenho que ir me encontrar com ele. Eu estava completamente perdida e sem saber o que fazer, de mão atadas. Eu peguei a grana que eu tinha e fiz alguns doces, passei o dia vendendo na praia, embaixo do sol, mas mesmo que eu fizesse isso durante os 30 dias não conseguirá a grana. Eu estava chegando no morro quando um carro me para em um beco antes da subida , Duca desce e eu o encaro. — Cadê a minha grana Persefone? - Ele pergunta me encarando.] Capítulo 14 Persefone narrando Eu olho para Duca e respiro fundo, me mantenho calma ou tento pelo menos. — Me de mais uns dias – eu falo para ele – eu vou conseguir o dinheiro – ele começa a rir — E você acha que eu vou acreditar em você? Está me devendo horrores. — Eu vou conseguir. — Eu já sei que você perdeu tudo para a policia, moleques do meu morro viram tudo – ele fala – você realmente quer que eu acredite que tu vai me pagar a porcaria da minha grana? — Eu vou conseguir – eu repito – me der mais uns dias — Você vai me pagar essa grana hoje. — Eu não tenho dinheiro aqui — De alguma forma você vai ter que me pagar – ele fala mostrando a arma — Eu não tenho o dinheiro Duca – eu falo para ele — Então você vai me pagar de outra forma – ele pega no meu braço — Me larga! – eu falo nervosa e tento o empurrar mas ele me joga contra a parede — Cala sua boca Persefone, você vai me pagar essa grana e vai ser da minha forma — M,e solta, me solta! – eu falo gritando e ele segura em meu queixo forte e u tento o empurrar mas a outra mão segurava em meu ombro. — Você vai virar minha p**a – ele fala — Nunca – eu falo para ele – eu jamais vou fazer isso — Ah você vai, porque você me deve grana — Nem nos teus pior pesadelo. Ele me vira de costa, eu tento me defender mas ele levanta a minha blusa e passa a mão nas minhas costas, eu tento sair mas ele me segura forte. Até que escutamos tiros e eu consigo sair dos seus braços. — O que está acontecendo aqui? – Atibaia pergunta — Essa p**a me deve uma grana – ele fala – ela vai me pagar da forma que eu quiser, ela vem comigo. A partir de agora ela vai ser minha p**a particular. Eu olho para Duca e depois para Atibaia, doisi demônios, os meus dois pesadelos juntos! Capítulo 15 Atibaia narrando Eu olho para Duca e depois para Persefone, Joé estava comigo e ele se aproxima. — Ela é moradora do meu morro, você não vai levar ela! – eu falo — Ela deve grana no meu morro, pegou d***a e não pagou – eu olho para ela e estreito os olhos percebendo que essa garota era mais furada do que eu pensava. – Ela precisa pegar, ela vai comigo e vai virar minha p**a! – ele diz nervoso — Você é cria minha Duca e tu sabe porque está como gerente daquele morro, porque eu deixei e te dei esse poder. — Atibaia tenho respeito por você mas esses Bo quem resolve sou eu – ele fala — Não – eu falo – No meu comando mulher nenhuma é estuprada e nem forçada a nada, você escutou? — Ela é uma v*******a, você acha que ela ganha a vida como? Uma p********a de quinto grau, transa em troca de trocados – ele fala — Não me importa o que ela faz ou deixa de fazer, você quer levar ela contra a vontade dela e eu já disse que ela é moradora do meu morro. — Mas ela deve grana para mim. — Então você cobra dela quando ela tiver fora do meu território – eu falo para ele – no meu território quem manda sou eu e você não está autorizado a cobrar ninguém aqui — Quer brigar comigo por causa de uma p**a qualquer? Fala sério Atibaia, achei que você tinha mais o que fazer. – ele fala e eu me aproximod ele — Não estou brigando por causa dela e sim porque você veio no meu morro querer forçar uma mulher a ir com você a força e isso aqui é inaceitável, se tu não quer levar um tiro no meio da tua testa, tu entra na p***a do teu carro e vai embora e a prxima vez que eu pegar você aqui querendo forçar uma mulher a ir com você ou tentando estuprar uma, não vai sobrar nem esse teu p***o mucho para contar história, tu entendeu? — VocÊ vai se arrepender por defender essa v***a! — Vai embora c*****o – ele antes de entrar no carro, encara Persefone — A gente ainda se encontra e você vai me pagar o que deve! – ele fala para ela – escuta o recado morena, tu vai pagar caro. Ele entra no carro e sai, a mesma estava paralisada ali, eu olho para ela. — Vamos eu te levo para casa – Joé fala para ela — Sobe Joé, Persefone vai comigo! – eu falo — Mas – ele fala — É uma ordem! – eu falo e ele assente com a cabeça.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD