Capítulo 15 - Intensidade.

1058 Words
Atena Oliveira 05/05 | Barcelona, ES O beijo de Vicente era melhor do que eu esperava. Tinha quase certeza de que o beijo dele era o melhor que eu já havia experimentado em toda a minha vida. Minhas mãos se enroscavam em seus cabelos enquanto ele apertava minha cintura com força e dominância. Sua língua invadia minha boca com ferocidade e desejo. Senti sua mão descer ainda mais e apertar minha bundå, fazendo-me arfar em meio ao beijo. Meu corpo parecia não seguir aos comandos do meu cérebro. Eu estava mais entregue do que costumava estar com os homens. Estava irreconhecível — mas tudo estava tão bom que não pareceu errado. Assim que afastamos nossos lábios, nossas respirações estavam desreguladas. Meu peitø subia e descia com velocidade. Com nossas testas coladas, eu podia sentir o cheiro delicioso do perfume de Vicente. — Eu deveria me afastar de você — ele disse, ofegante. — Antes que eu acabe arrancando essas roupas do seu corpo. Sua voz carregava tanto tesãø que meu corpo inteiro arrepiou, e um frio percorreu meu ventre. — E qual seria o problema? — perguntei por puro impulso. Ele riu, roubando-me um selinho demorado. — O problema, piccola, é que eu não gostaria que nosso primeiro sexø fosse tão selvagem a ponto de acontecer em cima de uma pedra. — comentou, fazendo-me sorrir e minha intimidadë pulsar. — Parece tentador — sussurrei, levando minhas mãos para as costas dele, completamente tensas. — Não brinque com fogo, Atena. — rosnou baixo, puxando-me ainda mais para perto. Meus olhos estavam fixos nos dele. Eu queria que ele perdesse o controle. Que me fødesse em cima daquela maldita pedra. Então apenas sorri, com puro desejø escancarado no olhar. Vicente arfou, apertando meu quadril com mais força. Então me virou, ficando por cima de mim, deixando-me deitada sobre a pedra fria, arrancando novos arrepios. Sua boca voltou à minha, mais intensa, mais faminta. Meu corpo parecia entrar em combustão. Vibrava com cada toque. Podia sentir meus mamiløs ficando rígidos sob o contato do calor dele através das roupas — e juro que ele também sentiu, porque arfou durante o beijo. Sua mão subiu até meu seiø, apertando com força, arrancando-me um gemidø abafado contra seus lábios. Ele colocou a mão por dentro da minha blusa; seus dedos gelados me fizeram arrepiar enquanto brincava com meu mamilø, apertando e puxando. Minha intimidåde pulsava de desejø. Eu queria mais. Muito mais. Queria sentir o calor da boca dele no meu pescoço, nos meus seiøs, na minha barriga, na minha b… Gemï ao sentir sua boca no meu pescoço — quente, macia e feroz. Ele deixava marcas, eu sabia, mas não me importava. Eu queria mais. Queria que ele fizesse isso pelo meu corpo inteiro, queria que chupåsse cada parte de mim com força. Seus beijos chegaram aos meus seiøs. Vicente subiu minha blusa, expondo-os ao frio do mirante. Mas rapidamente senti o calor da boca dele em um deles. Ele abocanhou quase todo o meu seiø, chupåndo com tanta vontade que não contive um gemidø nada discreto. Espero que não haja ninguém por perto. Caralhø … por que isso era tão bom? Segurei seu cabelo com força, fazendo-o morder meu mamilø em resposta. Gemï novamente. Vicente então foi para o outro seiø, repetindo cada movimento com a mesma intensidade devastadora. Então senti suas mãos descendo até o botão da minha calça, que foi abaixada com uma agilidade surpreendente. Seus dedos roçaram minha intimidåde por cima da calcinhå encharcada, e meu corpo inteiro queimou em resposta. Ele finalmente me olhou, com um sorriso esnobe no rosto. — Completamente pronta para mim. Senti meu clitórïs pulsar em resposta. Vicente fazia movimentos circulares lentos, quase uma tortura. Eu queria que ele arrancasse a minha qcalcinha com a porrå da boca. Queria sentir seus dedos dentro de mim enquanto sua língua brincava com meu clitórïs. Mas o desgraçado parecia gostar de me ver sendo torturada, porque mantinha aquele sorriso no rosto. — Vicente… — gemï perdida nos movimentos dele. — Por favor… Eu precisava de mais. Muito mais. Sentir seus dedos diretamente na minha pele, sem a maldita barreira da calcinhå entre nós. — O quê, minha piccola? — ele murmurou contra meu ouvido, a voz tão baixa e rouca que percorreu minha espinha como um choque. Meu corpo arqueou, buscando o toque dele sem qualquer controle. Vicente acelerou os movimentos, precisos, fortes, quase calculados para me desmontar. Meu clitórïs latejava, inchado e sensível, e cada deslizar de seus dedos ampliava a pressão dentro de mim. Eu gemiå sem filtro, sem vergonha, completamente tomada pela onda que me carregava. E então, ela veio — intensa, quente, arrebatadora — me rasgando em um orgasmoø que me tirou o ar, mesmo com aquela maldita calcinhå ainda no caminho. Minhas pernas tremiam sem parar. Meu peito subia e descia em uma respiração curta, urgente. — Você fica ainda mais linda gozåndo. — ele disse, afastando-se de mim devagar, como se estivesse se forçando a fazê-lo. Quando olhei para ele, o volume marcando sua calça era impossível de ignorar. Meu corpo reagiu imediatamente, como se fosse atraído por aquilo. Um impulso primitivo, quase animal, tomou conta de mim. Eu queria provar ele. Queria sentir seu gosto, senti-lo pulsandø na minha boca, queria deixá-lo tão fora de si quanto ele me deixou. E isso… isso me assustou por um segundo. Eu nunca tinha sido assim. Nunca tinha sentido esse tipo de urgência por ninguém. O que ele estava fazendo comigo? Levei a mão ao cós de sua calça, mas Vicente segurou meu rosto antes que eu pudesse ir adiante, guiando meu olhar para o dele. — Não. — disse firme, sem perder a suavidade. — Não faremos isso aqui. — Por quê? — perguntei, minha voz ainda rouca, quase trêmula. Ele sorriu — aquele sorriso dele, perigoso, faminto, o tipo de sorriso que deixa qualquer mulher pronta para pecar sem pensar duas vezes. — Se você quiser — disse, a voz baixa, quente — posso levar você a um lugar melhor. Meu corpo vibrou com a promessa. Não apenas de sexoø — mas de algo intenso, profundo, devastador. Apenas assenti, incapaz de dizer mais alguma coisa. — Então vamos, piccola. Quero ver se consigo fazer você gemer em português de tanto prazer. Gargalhei, em resposta. Esse maldito empresário seria minha perdição.
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