Falcão - Rio de Janeiro, 23 de fevereiro, Complexo da Penha. Um mês depois. — Tá doendo amor? — perguntei sem saber muito o que falar, vendo Renata chorando de dor e sem poder fazer nada por ela. — Se você perguntar isso de novo eu vou cortar a sua mão. — ela falou e eu fiz uma cara de dor quando minha mão foi apertada. — Você tá contando as contrações? — Claro, vida! — olhei pro celular marcando mais uma. A médica entrou no quarto e sorriu simpática pra gente, como se não tivesse todo mundo desesperado. — Oito centímetros de dilatação. — a médica falou depois de examinar. — Falta pouco, você vai ser encaminhada pra sala de parto. — virou pra mim. — Se você puder ir colocar a roupa pra assistir, o momento é agora! — Beleza! — ela saiu e eu olhei pra Renata. — Vai ficar bem aí sozinh
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