Falcão - Rio de Janeiro, 19 de agosto, Copacabana. 1 hora depois. Que sensação desesperadora. Eu preciso achar a minha mulher. PH está tentando de todas as formas, mas eu preciso saber. — Achei! — ele falou sério. — p**a merda, a última localização do celular deu numa casa, na Penha. — O rival, óbvio. — falei e passei as mãos pelo cabelo. — Vamo invadir. — eu falei e Danone me olhou assustado. — Tá maluco, Falcão? Entrar lá é suicídio. — ele falou. — Agora tu se preocupa? Vai tomar no cu, Danone. — ele me olhou puto da vida. — Vai me ajudar ou não, p***a? — Dá uma licença aí, PH. Deixa eu só bater um papo com ele? — Danone pediu calmo e eu comecei a me estressar. Ele esperou PH sair da sala e me olhou. — Qual foi, cara? — eu perguntei e ele se levantou e sentou mais perto de mim.

