Falcão - Rio de Janeiro, 01 de março, Complexo da Maré. 13:00 PM. — E aí, como vai ser? - DG perguntou sobre a contagem das drogas que acabou de chegar. — Tem que contar né, parceiro. Bloco por bloco. - falei olhando o movimento da rua na frente da boca. Não dava pra entender porque as pessoas passavam e evitavam olhar pra cá, nenhum de nós dá medo. Quase não reparei no que o DG falou, quando o furacão Rê passou na nossa frente soltando fogo pelas ventas. Mulherzinha do c*****o essa. Eu poderia ignorar, mas ela quase jogou Matheus da moto quando ele passou perto dela oferecendo carona, o coitado tava só fazendo o trabalho dele. — Não conta sem mim. - falei e me levantei indo pra perto dela que descia na velocidade. - Qual foi aqui? — Não sei chefe, essa aí não roda bem não. O molequ

