Renata - Rio de Janeiro, 27 de fevereiro, Complexo da Maré. Eu ainda tentava recuperar meu fôlego, joguei minha cabeça pra trás e Falcão aproveitou a deixa pra passar a ponta da língua no meu pescoço que estava livre pra ele — de baixo pra cima até chegar próximo ao meu ouvido. Filho da p**a do c*****o, ele é bom no que faz. — Gostosa da p***a tu, Rêzinha. — Ele falou no meu ouvido e eu mais uma vez me arrepiei e fraquejei. — Falcão... — Ele beijou mais embaixo, quase no meu peito, e eu me sentia nas nuvens. Puxei seu rosto pra cima de novo e beijei sua boca de forma agressiva. Ele riu entre o beijo e puxou alguns fios do meu cabelo. Nos separamos novamente por falta de ar e eu encostei minha testa na sua, sentindo ele regular a própria respiração enquanto eu fazia o mesmo. — Meu De

