O silêncio da noite na fazenda era quase palpável, quebrado apenas pelo som suave da respiração deles. Bento, Isidoro e Teófilo. Meus três maridos. Uma vida que jamais imaginei, mas que me preenchia de uma forma que nenhuma tecnologia do meu tempo, 2025, jamais conseguiu. Um toque suave, quase um sussurro, me despertou. Isidoro. Seus lábios roçavam meu seio, a língua quente traçando círculos lentos e precisos. Um gemido escapou dos meus lábios, involuntário. — Isidoro… — murmurei, a voz ainda sonolenta. Ele não respondeu, apenas intensificou a carícia, a boca sugando com mais força, enquanto uma de suas mãos apertava o outro seio, o mamilo duro e sensível sob seus dedos. Senti outro toque, dessa vez na outra mama. Bento. Ele também me despertava com beijos e mordidas suaves, o corpo cola

