Íris respirou fundo, ainda absorvendo cada palavra de Dorian. O ar da caverna parecia mais denso agora, carregado não apenas de umidade, mas de história e mistério. Cada pedra, cada gota que caía silenciosa sobre o chão úmido, parecia pulsar com memórias que remontavam à vida de sua mãe, à luta que ela travara e ao segredo que havia deixado para ela descobrir. Ela olhou para Elias, que permanecia vigilante, pronto para protegê-la, mas permitindo que fosse ela quem tomasse a dianteira dessa investigação, porque aquela era a forma de Íris se conectar com o legado de sua mãe. — Temos que explorar cada canto — disse Elias, a voz firme, mas carregada de paciência. — Sua mãe deixou pistas, mas também armadilhas. Ela sabia que quem viesse atrás de você poderia tentar encontrar essas mesmas respo

