O início da caçada
Vinganças cruéis sempre estiveram presentes nas tragédias gregas.
Ele suava, sua respiração estava acelerada, ela beijava seu pescoço e descia sua mão pelo corpo do jovem.
Ele não aguentou, pegou a pela nunca e a beijou, o sabor dela o levava a loucura, ele queria ir cada vez mais profundo, ele ergueu ela no colo e a colocou no sofá, os olhos escuros dela o hipinotizavam, el ele subiu encima dela e a beijou desesperadamente, ela colocou a mão no peito dele e empurrou interrompendo, ela saiu do sofá, ele sem entender nada pegou ela pelo braço.
- Lembra- se você me odeia Leandro...
Ela saiu pela porta o deixando sem saber o que fazer, Leandro pensou " Quando a presa se tornou o caçador?"
Leandro voltou parou em frente a casa de seus tios. Ele suspirou, fazia quase um ano que não voltava para aquele lugar, ele desceu do carro e olhou para o pequeno portão, ele poderia passar erguendo uma perna.
Logo vi o movimento na cortina e sua tia correu para abraça ele, o cabelo dela era castanho com cachos, que os olhos bem verdes.
- Que saudade! você nunca vem nos visitar...
- Tia eu vim no natal.
- Só no natal...
Entraram e sua tia continuou se queixando de como ele não avisava com frequência, em qualquer tipo típica casa do interior ela serviu bolos e sucos para ele.
Seu tio chegou, Leandro admirava mais que qualquer pessoa, ele eu havia criado desde os nove anos de idade, enquanto seu pai o havia abandonado e sua mãe ia loucura seu tio estava ao seu lado.
seu tio não era de abraços, deu apenas um tapinha em seu braço.
- Tudo bom ?
- Tudo tio...e com o senhor está?
- Bem... daquele jeito sua tia fica me enchendo para arrumar o quintal.
Os dois conversaram sobre coisas fúteis.
- Sua tia me disse que você está voltando para Coronel Deodoro...
- Sim...eu passei em um concurso...
-Por que você tá fazendo isso Leandro?
-sei lá tinha uma vaga tio...eu passei ... só...
- Leandro... você conseguia me vencer no xadrez com 11 anos... você sempre foi brilhante sempre achei que você pensava até demais...
- Finalmente não estou pensando muito. - garantiu Leandro.
-Leandro a gente tem que deixar o passado para trás.
- Eu sei...meu terapeuta disse que preciso me resolver com o meu... e talvez assim consiga dormir bem...
Seu tio olhou desconfiado, Leandro não queria revelar a verdade.
Para que os pesadelos parassem ele precisaria mais do que apenas fazer as pazes com o passado.
No outro dia seguiu viagem para Coronel Deodoro.
Chegou em sua nova casa, que viveria nos próximos dois anos.
Era um sobrados em uma chácara não muito não muito distante do centro da cidade.
A cidade tinha um pouco mais de 10 mil habitantes continuava do mesmo jeito que ele lembrava quando tinha nove anos.
Ele desceu sua mala enquanto esperava seu caminhão de mudança olhou seu f*******:.
Uma conta no f*******: especialmente criado para seu novo trabalho, fotos um Leandro sorridente e feliz.
Um personagem que ele assumiria a partir dali.
Logo sua vizinha do lado o veio cumprimentar, era uma mulher ruiva, alta e com curvas, usava aliança, ao ver Leandro ela até mesmo começou a gaguejar.
- bom dia, Sou a Margareth sua vizinha aqui do lado... só... só só em dizer que o que você precisar você pode contar com a minha família... eu moro com meu marido e meus três filhos...
Ela seguiu o corpo dele com os olhos, suas bochechas coraram.
Leandro viu naquilo uma grande oportunidade.
Ele abriu um grande sorriso e de forma mais gentil possível disse
-Eu me chamo Leandro e acabei de me mudar... a senhora saberia me dizer onde eu encontro um mercado?
Ele já tinha visto o mapa da cidade de centena de vezes nos últimos anos, não havia nada que ele não soubesse, mas ele precisava estabelecer seu personagem.
A vizinha passou a tarde inteira conversando com ele, o ensinando onde ficava cada coisa, onde eu poderia encontrar os melhores preços.
logo o caminhão de mudança chegou, Leandro só organizou o seu aparelho de musculação, de certa forma se sentia esgotado, ir dormir para ele sempre foi um desafio, ficava deitado olhando para o teto, por muitos anos havia tomado o remédio para dormir, mas eles perdiam seu efeito em poucos meses, e ele precisava mudar sempre para um mais forte, ele estava cansado disso, queria parar de tomar.
Na manhã seguinte eu posso dormir do apenas 2 horas, colocou o seu terno e se dirigiu, a recepcionista o levou até a sua secretária, a cidade era pequena e ele seria o único advogado da prefeitura, ele seria o braço direito do prefeito, ele sabia que precisaria ganhar essa posição, mas ele não era apenas bom em estratégias do xadrez.
sua secretária, era uma mulher de cabelos longos que usava saia, seu cabelo preto está preso em uma trança, ela tentou resistir, mas a cada sorriso de Leandro ela sorria junto.
- Vou precisar de muita ajuda Dona Lena...eu costumo perder as coisas...
Diz Leandro sorrindo para para ela, ele mostrou um defeito tentando mostrar que ela seria útil para ele.
- Estou acostumada, fui secretária dos prefeitos por 15 anos.
-Nossa que mentira a senhora nem tem idade para isso.
Ela gargalhava.
- Tenho idade para ser sua mãe...
Seu dia correu perfeitamente, como esperado.
NO final da tarde ele viu na praça em frente a sua casa um ônibus que levaria os estudantes da universidade em outra cidade.
Lá ele viu uma moça, Samara, 19 anos, cabelo preto preso em um r**o, duas roupas eram largas, seu rosto era sem graça.
Enquanto às outras moças usavam maquiagens e roupas bonitas, ela era simplesmente desinteressante, não havia nada ela que chamasse atenção.
Mas Leandro tinha um plano, então de da frente do seu portão, sorriu para moça, ela nem mesmo apareceu notar estava concentrada olhando para o chão, uma outra garota cutucou a moça, ela olhou para Leandro e enrugou a testa em dúvida.
Que garota tapada pensou o Leandro, ele estava tentando flertar com ela, e ela parecia não está entendendo nada.
Leandro havia achado as fotos da família dela no f*******: do prefeito, você pensou que ela seria a vítima perfeita, Leandro tinha os olhos azuis e o cabelo loiro escuro, era alto e cuidava do corpo, ele sabia que com sua aparência conseguiria seduzir alguém rapidamente, e pensou que não seria um desafio enganaram aquela menina.
Ela apenas ignorou o sorriso e o aceno dele e entrou no ônibus olhando para o chão.
Outras garotas atravessavam a rua para para tentar flertar com ele.
- Que burra...
Ele sussurrou...talvez não fosse ser tão fácil a sua caçada.