Capítulo 14:

1238 Words
Capítulo 14: Alex Ávila Depois de finalmente conseguir sair da d***a da boate e chegar em casa, carreguei a Gabriela até seu quarto. – Hora de tomar banho. - falo e sento-a na cama em seguida vou até o banheiro do seu quarto, preparo a banheira enchendo a mesma com água e logo em seguida colocando o sabão. – Consegue tomar banho sozinha? – Não quero tomar banho, quero que você me deixe em paz. - diz rolando na cama. – Deixarei assim que estiver tomada banho. – Não Alex! Eu não quero! – Para de ser mimada Gabriela. - assim como fiz na boate a jogo sobre meus ombros e saio andando com a mesma até o banheiro, ela se sacode e solta gritos de protestos, mas eu apenas a ignoro e contínuo andando. Assim que chegamos no banheiro a ponho no chão e peço para que ela tire a roupa. – Vem tirar. - ela diz com um sorrisinho sorrateiro no rosto. – Achei que não fosse mais querer isso. – Foi você que me deu o pé na b***a i*****l! - ela rosna essas palavras e logo começa a se despir, rapidamente a mesma está apenas de lingerie na minha frente. - Acho que não consigo tomar banho sozinha. Xingo mentalmente e vou até ela, abro o seu sutiã e a ajudo a tirar a calcinha. Vendo-a completamente nua em minha frente sinto vontade de fode-lá aqui mesmo, acho que todas as consequências não valeriam de nada comparado ao prazer que sentiriamos. Sei o que penso sobre as mulheres, mas acho que nunca me dei tão bem com uma como estou me dando com a Gabriela, ela é única e autêntica, nunca conheci e com certeza nunca irei conhecer alguém como ela. Deixo meus pensamentos de lado e a ajuda a entrar na banheira, ela reclama da água fria mas logo se cala, provavelmente sentindo seus músculos relaxarem com o contanto. – As coisas nem sempre foram fáceis como faço parecer. - estava de cabeça baixa mas logo levanto para ouvi-lá com atenção. - Antes de você chegar... eu sentia um vazio, como se mesmo tendo tudo... eu não tivesse nada. - ela faz uma pausa e solta e longo suspiro, como se ele já estivesse ali para sair, mas lhe faltasse ar para expulsa-ló. – O que quer dizer com isso? - pergunto já preocupado. – A três anos... um cara no colégio, Felippe, veio até mim... na época eu tinha 14 anos e era muito curiosa. - novamente ela respirou fundo como se buscasse coragem, mesmo aflito com o que ela queria me contar segurei em sua mão lhe incentivando. – Ele estava no último ano e era um gato, todas as garotas do colégio queriam ficar com, até eu. Só não sabia quem ele era de verdade. – Como assim? O que esse cara te fez? – Ele me convidou para sair, como eu só tinha 14 anos sabia que o papai e mamãe não me deixariam ir, então inventei que passaria a noite na casa do Jorge, meus pais sempre gostaram muito dele e como éramos amigos não viram problema. – E então?... – Então eu me arrumei toda e saí com o Felippe ao invés de ir a casa do Jorge, ainda me lembro do quanto animada estava. - ela sorri de forma triste parecendo lembrar do ocorrido. – Fomos a um restaurante requintado, já que o Felippe vinha de uma família bem rica, após o jantar ele queria prolongar o programa e me convidou para ir na sua casa. Eu deveria saber que um cara de 19 anos não me levaria para casa dele apenas para conversar. - ela diz e em seguida solta uma risada amarga. – O que ele te fez Gabi? - falo passando minha mão em seu rosto num gesto de carinho. – Ele me levou para o seu quarto, eu ainda mantinha a animação, queria muito deixar de ser bv já que todas as minhas amigas não eram mais. - ela me lança um olhar triste mas logo em seguida volta a falar. – Mas não era só isso que o Felippe tinha em mente, não mesmo. Assim que entramos no seu quarto ele já veio me beijando, inexperiente apenas imitei seus movimentos, eu estava gostando, foi então que o Felippe enfiou as mãos por baixo da minha blusa, ele foi subindo até chegar nos meus s***s e começar a aperta-lós, foi legal no início, até eu pedir a ele para parar, o mesmo me ignorou e continou com as mãos bobas. Eu empurrei ele, o mesmo cambaleou para trás, mas logo voltou com tudo, ainda me lembro da forma agressiva como ele me jogou na cama e subiu em cima de mim. – Gabi eu... - ela aperta minha mão que está na dela como se pedisse para ficar calado, obedeço sentindo meu corpo tremer de raiva desse Felippe! Sei que ele não chegou a t*****r com ela pois a mesma era virgem quando ficamos pela primeira vez, mas ainda assim ele parece ter deixado um belo trauma na minha menina. – O Felippe começou a se esfregar a mim, em tentei me afastar mas ele não parava, o mesmo beijava meu pescoço e parecia se satisfazer com aquilo, enquanto eu... eu chorava e tentava empurra-ló. – Como conseguiu fugir? — A parte não contada. - diz e solta uma risada sem graça. – O Vini me salvou. – Vini... Vini? - pergunto confuso, como assim o Vinícius a salvou? – Mas o que fazia lá? – Ele é irmão, por parte de pai do Felippe. - ela desvia os olhos dos meus e fixa em um ponto invisível a sua frente. – Não conheci ele cuidando da Bruna, isso é o que meus acham, mas não é a verdade. – Uau... eu não sei o que te dizer. - respiro fundo me controlando porque sei que nada posso fazer. – Se eu estivesse aqui na época partiria esse pivete no meio. – Creio que sim. - diz sorrindo. – Mas infelizmente você não estava. Foi por isso que eu me mantive virgem, tinha medo dos... finalmentes, o único em que confiei foi você e possivelmente seria o Jorge. – Entendo. - passo a mão em seus lindos cabelos loiros. - Venha tirar esse sabão, já passou tempo demais ai. Gabriela sai da banheira devagar, sem protestar vai até o box e toma uma chuveirada tirando todo o sabão que havia ficado em seu corpo, logo em seguida lhe estendo a toalha, ela se enrola na mesma. Tão frágil e gentil, como alguém pode ter tanta falta de caráter ao ponto de tentar lhe fazer mau? A cada dia me decepciono mais com as pessoas. Nunca poderia imaginar que a Gabriela havia sofrido tanto, acho que realmente devo acabar com tudo isso, não dá para faze-lá sofrer ainda mais. Levo a mesma até a cama e a deixo sentada me esperando, vou até uma cômoda perto de seu banheiro e pego uma de suas calcinhas, levo até ela e a mesma a veste. – Agora durma precisa descansar. - só de calcinha ela se deita na cama, puxo o edredom e a cubro por completa deixando apenas sua cabeça de fora. Espero a Gabriela dormir, e quando tenho certeza que mesma já embarcou em um sonho profundo vou para o meu quarto. [...]
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