POV VICTORIA
Christopher agarra minha cintura e puxa meu corpo para si, fundindo nossos lábios em uma dança sensual. Eu passo minha mão pelo seu bíceps, arranhando-o com a ponta das unhas.
-"enrole suas pernas em mim" ele diz em uma voz sussurrada contra minha boca enquanto me levanta sobre meus pés. Eu passo as pernas ao redor dele, minhas mãos puxam seu cabelo para mim.
-"espero que não se importe pela sua calcinha" Christopher diz, e antes que eu possa reclamar, ele está puxando as laterais da mesma, fazendo a renda vermelha ceder e rasgar por completo.
-"ah" gemo em sua boca enquanto nos beijamos apaixonadamente. Sinto sua mão desprender os fechos do meu sutiã, que desliza pelos meus braços até alcançar o chão. Ele desliza sua língua até o meu mamilo esquerdo e arranha seus dentes pela extensão da pele até que esteja formigando sob seu toque.
-"Christopher " imploro. Movo o quadril em sua crescente ereção em busca de atrito.
-"tão impaciente, Sra. Blanc" Christopher brinca com meu mamilo entre os dentes, fazendo o calor entre minhas pernas entrar em ebulição.
Eu passo as mãos pelo seu cabelo, puxando e ao mesmo tempo empurrando meu seio em sua boca.
Ouço quando ele desliza a calça para baixo, liberando sua ereção e, em um piscar de olhos, ele está posicionando-se na minha entrada, afundando seu m****o no meu corpo, fazendo-me gritar seu nome incoerentemente.
-"Chris.." grito incapaz de formular uma palavra completa, tanto de surpresa quanto de prazer. A sensação da sua pele quente deslizando dentro de mim me causa arrepios, e não posso fazer mais que me agarrar aos seus ombros. Ele movimenta os quadris até estar totalmente dentro de mim, e lentamente sai, deixando um vazio temporário. Novamente ele me preenche, desta vez mais rápido e implacável, girando os quadris para criar um atrito entre nós.
Nos encontramos em cada movimento. Perdemos o controle sobre nossas próprias ações quando o prazer é imensurável. Nossos gemidos são sincronizados, uma verdadeira melodia erótica.
De repente, suas investidas param e permanecemos apenas conectados, porém não nos movimentando. É o milésimo de segundo que tenho para recompor os pensamentos perdidos enquanto Christopher estava se perdendo em mim.
-"mova-se" ele ordena, sussurrando no meu ouvido. Eu subo e desço lentamente em seu m****o, imitando seus movimentos com os quadris. Sua boca se forma em um perfeito "o" enquanto eu aperto meus pés na sua b***a, para tê-lo mais profundamente em mim.
-"Victoria..." meu nome sai da sua boca como uma ladainha. Suas mãos cravam na minha cintura, como se não quisesse nada além da minha proximidade. Contraindo a cada investida, eu sigo no meu ritmo, contrário ao seu.
-"me fode" peço. Quero que ele esteja no controle, que me leve ao extremo do prazer. Então Christopher me mantém imóvel, apenas sentindo seu pênis dentro de mim.
Christopher inicia uma sequência de beijos desde minha garganta até sua língua alcançar minha boca. E eu à recebo, explorando o céu da sua boca com minha língua, mesclando nossos lábios, e isso me faz querer me movimentar, realmente me movimentar, porém suas mãos seguram fielmente meu quadril.
-"por favor" murmuro quando tenho minhas tentativas frustradas.
-"o que você quer, Victoria?" Christopher sabe o que eu quero, e como quero, mas insiste em ouvir novamente. A garota de um tempo atrás iria considerar inconcebível esta opção, mas a mulher de hoje diz:
-"me fode" e ele fode. E como fode.
Seus quadris começam a girar lentamente, apenas isso me faz fechar os olhos e jogar a cabeça para trás, encostando-a na parede.
-"por favor" sussurro. Abro os olhos fracamente e vejo um sorriso vitorioso cruzar seus lábios. Estou sendo a mulher desinibida que ele quer que eu seja quando estamos fazendo amor.
-"pare de brincar comigo. Por favor" imploro, antes que ele decida continuar sua tortura. Minha voz está embargada com a sensação quase dolorosa em meu ventre.
Christopher me penetra implacavelmente, batendo nossos corpos um contra o outro, fazendo-me gritar e arfar seu nome. Tudo é tão repentino que não tenho tempo de assimilar os acontecimentos entre minhas última fala e seu ataque animalesco.
Suas mãos cravam mais forte na minha b***a e Christopher me levanta, somente para descer lentamente, da maneira mais prazerosa que pode. Eu movo os quadris para intensificar nosso contato, contudo ele tem total poder sobre mim.
Minhas entranhas apertam-se, e minhas pernas enrijecem completamente com o meu próximo orgasmo. Separo os lábios incapaz de conter os gemidos.
-"ah" grito enquanto alcançamos nossa libertação juntos, gozando da melhor forma que poderíamos. Eu deito minha cabeça no seu ombro, tentando recuperar meu fôlego e regular a respiração.
Christopher me leva até a cama e nos deitamos, ainda conectados. Ele por cima do meu corpo, segurando minha cintura com força, e eu ainda enrolando minhas pernas ao redor dele.
Estou esgotada, e isto no início do dia. Talvez toda a conversa sobre Ellen tenha contribuído pra isso, em vista dos últimos acontecimentos.
-"Você está bem?" Ele pergunta carinhosamente. O homem que me fode é o cavalheiro que me pergunta se estou bem parecem pessoas completamente diferentes.
-"sim" respondo, m*l contendo o sorriso.
-"Eu te amo tanto, Victoria" sussurra, então deixa um beijo na minha mandíbula. As lágrimas ameaçam cair porque eu não fiz nada para merecer esse homem. Ele é o meu príncipe encantado e eu não o mereço, seriamente, eu não o mereço.
Sorrio docemente e, percebendo que ele ainda está vestido com seu pijama, meu sorriso involuntariamente se alarga. A visão seria quase engraçada, se não fosse Christopher Blanc.
-"o que?"
-"você ainda está muito vestido, Sr. Blanc"
-"podemos corrigir isso na sala de jogos" a sugestão lasciva me anima. Depois dos últimos dias, de todo cansaço físico e psicológico, acho que é deste tipo de f**a depravada que precisamos. A masoquista em mim se incendeia com a idéia, sim, eu gosto de sexo pesado, mesmo que o baunilha seja excelente.
-"pelo seu sorriso, eu posso dizer que não é uma má ideia"
-"Não é" finjo indiferença, mas nossos rostos espelham o mesmo sorriso de antecipação.
-"não morda seu lábio, é suficientemente difícil estar dentro de você imóvel" ele, então, puxa meu queixo e automaticamente eu libero o lábio.
Christopher levanta-se e eu me sinto vazia no mesmo instante. Ele caminha até o closet e volta com uma das suas t-shirt, jogando-a para mim em seguida. Eu agarro a camisa antes de acertar meu rosto. Visto-a e ergo-me de pé, pronta para o que ele quiser fazer comigo no quarto vermelho, ou aqui...
-"primeiro, eu quero que você coma" suas palavras me decepcionam antes mesmo de fazerem sentido no meu cérebro.
-"para o que eu tenho em mente, preciso que esteja forte. E...Não quero que desmaie em cima de mim" ele acrescenta ao ver que, certamente, terá uma resposta minha.
-"tudo bem" eu digo, fazendo um beicinho exagerado.
Caminhamos de mãos dadas para a cozinha, onde Gina está colocando nossos pratos na bancada do café-da-manhã. Apenas o cheiro faz meu estômago roncar.
Parece realmente bom.
-"bom dia, Sra. Homes" digo alegremente. É incrível o quanto eu gosto dela, e o quanto meu dia ter começado da melhor forma faz meu humor estar reluzente.
-"bom dia, Sra. Blanc" ela responde em seu tom profissional, com um sorriso educado.
-"Sr. Blanc" ela o cumprimenta mais profissionalmente do que foi comigo, nada anormal.
-"bom dia, Gina" Christopher murmura.
Nos sentamos em nosso devidos lugares e esperamos Gina colocar nossas omeletes com bacon. Para mim, chá Twinning's English Breakfast e, para o Christopher, café puro.
Ele apoia sua mão no meu joelho, consciente de que a única roupa que estou usando é sua blusa. Finjo indiferença e levo minha xícara de chá à boca. O sabor do chá adocicado é reconfortante, e me faz pensar que tudo com Jason e Ellen foi apenas um pesadelo. Aliás, Christopher, nossa família, a normalidade e todo este amor me fazem pensar que foi um pesadelo.
Ele retira sua mão do meu joelho para cortar um pedaço de omelete, porém não retira seu olhar incisivo de mim, como um predador em busca da sua presa.
Me movo desconfortavelmente no lugar e cruzo as pernas para apertar as coxas uma na outra. Ele percebe minha reação nervosa e esconde o sorriso tomando um gole de café.
Por Deus! Nós acabamos de sair do quarto!
Sua mão volta à me tocar, desta vez, na altura da coxa, muito perto da minha zona de prazer. Ele acaricia minha pele com suavidade, circulando os dedos naquela região, apenas seu toque pode me fazer contorcer em antecipação, pois sei como tudo acaba.
Continuamos comendo, fingindo que esta é a única coisa que fazemos.
Seus dedos sobem até a barra da blusa e continuam subindo até roçarem minha virilha. Se eu não estivesse sentindo, diria que sua cara de indiferença diz 'sou inocente' com todas as letras. Com a ponta dos dedos, ele circula meu c******s levemente. Eu engasgo, e gemo ao mesmo tempo, sem qualquer reação coerente. Olho para Gina do outro lado da cozinha enquanto ela corta algumas frutas, alheia ao marido pervertido que tenho.
-"Christopher" repreendo.
Ele continua circulando meu c******s com os dedos, cada vez mais rápido e com mais intensidade. Mordo meu lábio inferior para controlar meus gemidos e respiro profundamente. Tento parecer tão alheia quanto ele, porém é quase impossível quando sua mão está entre minhas pernas!
-"não goza" Christopher diz sussurrando no meu ouvido. O que? Ele diz como se eu tivesse o menor controle sobre meu corpo. De repente, seus dedos param de me torturar e ele volta sua mão para seu próprio joelho, deixando-me frustrada e mais desejosa por ele.
Christopher observa Gina e, percebendo que ela está ocupada procurando um recipiente dentro do armário para colocar as frutas, ele diz:
-"abra a boca" ele comanda, já estendendo a mão para perto dos meus lábios. Abro a boca e ele empurra seus dedos indicador e médio, que estavam circulando meu c******s, dentro da minha boca.
-"agora chupe" ordena, seus olhos escurecendo e sua respiração irregular, mostrando que também me deseja. Fecho os lábios ao redor dos seus dedos e chupo levemente, rodando a língua na ponta, saboreando minha própria excitação. Faço como faria com seu p*u, e tenho certeza que ele está imaginando o mesmo.
-"ah" Christopher abafa um gemido de contentamento, empurrando seus dedos mais profundamente na minha boca. Roço os dentes em seus dedos e continuo chupando.
-"basta. Vamos para o quarto vermelho agora" diz em tom firme, levantando-se e estendendo a mão para mim. Eu aceito e levanto-me com cuidado por não estar usando uma calcinha e não querer mostrar nada para um dos funcionários.
Caminhamos em passos largos para o andar de cima. Quase tenho que correr para acompanhar seu passo ansioso.
Quando paramos em frente à porta, ele para e olha para mim com um olhar brilhante. Sei o quanto ele gosta de estar nesta sala, bem, eu também gosto. Aprendi a gostar mais a cada vez que entramos aqui.
-"entre e ajoelhe-se perto da porta" Christopher comanda. Apenas assinto com a cabeça e levo a mão até a maçaneta. Ele agarra meu braço antes que eu possa abrir a porta, me forçando a lhe olhar.
-"diga" seu olhar me diz exatamente quem ele está sendo agora; o meu dominador.
-"sim, senhor" sussurro olhando propositalmente para o chão.
-"boa menina" murmura soltando meu braço. Eu entro e logo me ajoelho perto da porta, como ordenado.
Ouço seus passos em direção ao Ipad e a música "crazy in love" começa à tocar. Seus passos vão em direção ao armário e de lá ele retira alguns objetos, que eu não vejo.
O curioso é que Christopher está vestindo seu pijama, e eu estou usando sua camisa. Não estamos "uniformizados", e isso me deixa mais confortável aqui.
Sinto apenas suas mãos tocando meu ombro, depois ele desliza uma máscara nos meus olhos, assim não posso ver o que ele está fazendo.
-"levante-se" ele pede - ou melhor, manda - e imediatamente me vejo de pé. Christopher me pega em seu colo e caminha comigo para o outro lado da sala. Ele me libera, quando meus pés tocam o chão frio. Não tenho noção de localização, então não sei em que parte do quarto estamos. Christopher me puxa para trás até que meu traseiro esteja pressionado contra sua ereção. Ele afaga o nariz na curva do meu pescoço, apenas para inalar meu perfume pós e pré f**a.
-"seu aroma é inebriante" sussurra, descendo sua mão, que estava na minha barriga, para a barra da blusa.
Christopher puxa a t-shirt é a retira por completo, jogando-a em algum lugar indecifrável do quarto. Ele me guia até os pés da cama e pede para que eu me deite com os seis para baixo e o traseiro para cima. Assim como ordenado, eu me deito nesta posição.
Eu deveria, talvez, mas não me sinto vulnerável ou envergonhada assim. Sinto apenas as vibrações do momento, tentando adivinhar o que virá em seguida, mas nunca sabendo ao certo.
-"vou bater em você. Dez vezes" ele informa, então passa sua mão pela minha b***a, levemente acariciando. Christopher ergue sua mão e desce novamente, me surpreendendo com um tapa forte. Imagino a marca que sua palma deixa, considerando a força implicada.
-"ah" grito pela surpresa. Meu traseiro começa a formigar sob sua mão repousada, uma agradável e conhecida dor. Ele repete o ato, me batendo na nádega esquerda.
-"estenda os punhos" Christopher murmura enquanto descansa sua mão na minha b***a.
Imediatamente eu estendo os punhos, não hesito em obedecer. Ele aproxima um dos objetos que tirou do armário; algemas em couro preto. Christopher segura meus pulsos e prende com uma agilidade que me deixa desconfortável. Quer dizer, quantas vezes ele fez isso antes?
O couro é frio, mas não me incomoda. Giro os pulsos para testar a flexibilidade das algemas, e concluo que é mínima.
Ele bate novamente onde sua mão estava. Mais dois tapas seguem-se no local e ele descansa sua mão, criando uma espécie de ritmo. Dois tapas e um repouso antes da próxima sequência de gemidos e formigamento. E assim os dez tapas são concluídos.
-"dez" ele diz, expressando que estava contando mentalmente. Eu estava ocupado levando alguns tapas, por isso não me preocupei em contar quantos foram.
Christopher sobe em cima de mim, apoiando-se em seus joelhos, um de cada lado do meu quadril, pressionando sua ereção na minha b***a mais uma vez. Seu peso está nos próprios joelhos, e tudo que sinto é seu m****o ansioso para estar dentro do meu corpo.
Christopher levanta-se e puxa-me juntamente com ele, sem muita dificuldade. Quando estamos ambos de pé, ele retira a venda dos meus olhos. Pisco algumas vezes para acostumar minha visão com a iluminação tênue do quarto.
-"você queria me despir?" esta é sua primeira pergunta. Respondo com um aceno de cabeça frenético, me lembrando de como eu queria ter feito isso ainda no nosso quarto. Eu amo despi-lo, tocar cada centímetro do seu corpo...
-"então o faça" Christopher sorri de lado, um tanto quanto lascivo. Com as mãos trêmulas, alcanço o elástico da calça e arrasto meus dedos pela pele quente antes de descer o tecido.
Eu me ajoelho à sua frente e desço a calça lentamente, a tempo de acompanhar seu m****o saltar para fora e me impressionar com o quanto está pronto para mim.
Minha deusa interior tem uma ideia…
Aperto meus dedos ao redor do seu pênis e espero um segundo antes de continuar. Ele não me mandou tocar, apenas despir, mas estou muito faminta pelo seu sabor. Minha mão sobe e desce, dando prazer ao meu marido, que não me impede de assumir o controle.
Wow! Ele está me deixando assumir o controle enquanto estou de joelhos. Talvez não seja controlar, e sim obedecer uma ordem não dita.
-"ah" ele geme. Dou um breve beijo na ponta e rolo para dentro da minha boca, roçando meus dentes suavemente e sugando em sincronia. Sua mão segura firme minha cabeça, controlando os movimentos da minha boca. Ele flexiona os quadris para alcançar um lugar mais profundo na minha garganta.
Tomo uma respiração nasal para não engasgar e continuo chupando cada polegada dele. Christopher afasta-se da minha boca, e tenho a distância necessária para circular com a língua na ponta do seu pênis enquanto ele flexiona o quadril e segura a minha cabeça para dar um melhor atrito.
-"não quero gozar na sua boca" ele anuncia, puxando-me para cima e alcançando minha boca com a sua língua deliciosamente quente.
Tudo acontece em poucos segundos.
-"eu quero você" digo em meio ao beijo. f**a-se se ele está sendo o dominador agora, eu só quero estar próxima do meu marido!
-"vire-se e apoie as mãos na cama" ele sussurra apontando para a cama, claramente afetado pelas palavras e ações do último minuto.
Eu apoio as mãos na cama e inclino minha b***a o mais alto que posso. Meu corpo está arqueado em um ângulo que faz Christopher pronunciar um epitáfio assim que me Victorialisa.
-"pronta?" Ele pergunta. Não sei exatamente para o que, mas tenho uma breve noção quando Christopher apoia uma das mãos na minha cintura.
-"sim, senhor" minha voz é apenas um sussurro rouco.
Lentamente, ele roça a ponta do seu pênis na minha entrada, depois esfrega sua ereção no meu ânus.
Meu Deus!
Suspiro ofegante e engasgo, sabendo muito bem suas intenções. Mesmo já tendo feito isso antes, a ideia politicamente incorreta me deixa corada.
-"calma, bebê" E como se estivesse adivinhando meus pensamentos, Christopher me acalma. Ele se esfrega mais uma vez em mim...lá.
Após repetir o processo algumas vezes para me lubrificar, como da última vez, ele começa a se afundar. Suspiro, não por medo ou dor, mas pela sensação ainda nova que isto me proporciona.
-"sem medo, baby. Vai ser bom como da última vez" ele garante.
Bom como da última vez...não tenho com o que me preocupar diante desta afirmação, e relaxo.
Christopher, com cuidado para me manter relaxada, me preenche polegada após polegada. Dói, inicialmente, mais do que da última vez, porém o cuidado que tem me faz suportar a sensação.
Ele ganha um ritmo suave, mesclando o prazer à dor de maneira que apenas ele poderia fazer. E, aos poucos, este contato se torna tão bom que preciso morder o lábio inferior para conter os gemidos.
-"ah" suspiro. Christopher movimenta minha cintura para nos encontrarmos nos movimentos rítmicos. Ele não está no seu limite, apenas o suficiente para me dar prazer e não proporcionar dor.
Agarro os lençóis sob minhas mãos, completamente entregue à luxúria do prazer pecaminoso. Meu corpo vibra quando Christopher desfere um tapa contra minha b***a, algo deliciosamente doloroso.
imagino o quanto disso estarei sentindo amanhã quando acordar!
-"Christopher" chamo. Ele diminui consideravelmente seu ritmo, lentamente entrando e saindo até que eu me acostume com a sensação de dor e prazer coexistindo.
Não me importo em demonstrar o quanto esta nova conexão me agrada, gemendo enquanto me acostumo e sinto todo prazer que posso absorver daquilo.
Christopher segura meus quadris aplicando mais força para impulsionar sua movimentação. E eu, como resposta, amasso o lençol na palma da mão. Ele se move com mais rapidez, tornando o prazer implacável, como todo sexo com ele.
Christopher leva uma das mãos ao ápice das minhas pernas, alcançando meu pico de prazer. Ele estimula meu c******s com seu dedo médio, circulando lentamente.
Me sinto mais molhada a cada segundo, com todas as ações que não posso assimilar. E quando Christopher desliza um dedo dentro de mim, grito seu nome em meio a um gemido.
Ele mantém um ritmo diferente com seu dedo, lento e superficial, acariciando meu c******s e minha entrada, entrando eventualmente.
-"Cris…" m*l consigo terminar a palavra.