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1520 Words
Marco Eu me debrucei sobre a mesa do meu pai, examinando o plano com atenção. Essa remessa que estávamos prestes a transportar para o cartel era crucial. Se eu estragasse tudo, todos saberiam que eu não era um substituto à altura do meu pai. Isso não poderia acontecer. Mirella explodiu em meu escritório. — Marco! Levantei os olhos dos meus papéis e a encarei com raiva. Já era r**m o suficiente essa mulher arrogante ter me atormentado por dias, mas agora ela invadia o local sem avisar e me interrompia nos negócios. — Eu não te disse para voltar ao traficante de armas? — folheei os papéis que não precisavam da minha assinatura até amanhã. Eu não permitiria que ela acreditasse que era importante o suficiente para eu largar tudo por causa do drama dela. — Eu não te disse que não dou ouvidos? — ela fechou a porta. — Não havia ninguém lá fora, então entrei. — Sem bater? Ela olhou por cima do ombro. — Quer que eu saia e bata na porta? — Sim. Inclinei-me de volta na cadeira, admirando o caminho que ela percorreu ao sair, o vestido vermelho sexy preenchendo cada curva. — Aceito. — Você está falando sério? Voltei a ler meus documentos. — Multa. Ela bufou enquanto se virava e pisoteava para fora do saguão. Levantei-me da mesa e caminhei para o outro lado quando ela bateu na porta. O fato de ela ter feito o que eu mandei com pouca resistência chamou a atenção do meu p*u. O que mais eu poderia fazê-la fazer? — Quem é? — perguntei. — Você está brincando comigo? — Cuidado com a boca, ou você pode não gostar do que eu vou fazer você cuidar dela. — Eu poderia enfiar meu p*u tão fundo na garganta dela que ela pensaria duas vezes antes de usar palavrões na minha frente de novo. — Sou eu Mirella Esposito. — Detesto o sobrenome dela. — Entre. Ela abriu a porta, entrou e a fechou atrás de si. — O que te traz de volta aqui? — deixei meu olhar percorrer sua pele impecável, seu corpo. — Quando fui tão específico da última vez que você esteve aqui. — Você não foi tão específico assim — disse ela. — E eu não acredito que você realmente quisesse que eu fosse. — O que te leva a dizer isso? — Eu percebi pelo jeito que você me beijou. — Ela baixou o olhar para a minha boca. — Você não queria que eu fosse embora, mas estava em conflito. Você acha que eu sou o vilão. — Eu sei que sou o vilão nessa situação, e você vai descobrir o quão r**m eu posso ser se continuar me provocando. — Eu não vim aqui para provocar você. — Então por que você veio? — Eu tenho uma oferta. — Ela colocou a bolsa sobre a mesa perto da porta. — Algo que vai lhe interessar muito. — Como você pode ter tanta certeza de que eu vou me interessar? Você não sabe nada sobre mim. — Eu sei uma coisa ou outra. — Ela mordeu o lábio inferior. — Eu presto atenção. — Você só presta atenção quando isso tem um preço alto e um nome de designer. O que ela faria por uma maratona de compras na Itália? Eu poderia nos levar de jato particular em menos de uma hora. Puta merda, não. Eu não quero isso. Eu não a quero. — O que você acha que sabe? — perguntei. — Você quer seu pai de volta. Ela disse isso com tanta naturalidade que parecia que poderia fazer acontecer. — Não vá por esse caminho. — agarrei a borda da mesa. — Não vai acabar bem para você. — E daí? — ela entrou mais na sala, rebolando os quadris. — Tenho algumas informações para você. — O que é? — Não vou entregar isso tão rápido. — Ela se jogou no sofá, e seus s***s animados escaparam do decote do vestido. — Vou dizer que você sabe o que eu sei, mas preciso de algo em troca. Eu a teria expulsado se ela não fosse tão agradável aos olhos. Os últimos dias tinham sido agitados, e eu precisava de um tempo para me livrar de toda a merda com que vinha lidando. — Foi seu pai quem te enviou? — O quê? Por que ele me mandaria para cá? — Não acredito que você tenha vindo aqui de boa-fé. — Aproximei-me sorrateiramente. — Seu pai não é o homem mais escrupuloso, mas enviar a filha para território inimigo vestida assim é baixo, mesmo para ele. — Não é isso que está acontecendo. — Ela cruzou as pernas e se inclinou para a frente. — Você não quer ouvir o que eu tenho a dizer? — Por que você precisa da minha ajuda? — sentei-me ao lado dela. — O que você acha que eu posso fazer por você? — Proteja-me. — De quê? — Eu não posso dizer ainda. — Não me faça perder tempo. — coloquei a mão na coxa dela. — Por que você precisa que eu a proteja? — Se eu lhe der essa informação, estarei traindo minha família e… Ela baixou o olhar para o colo enquanto meus dedos escorregavam mais alto, acariciando a parte interna da coxa. — E? Aproximei-me ainda mais, respirando seu aroma doce. — Meu pai tem planos absurdos para mim, e eu não quero concordar com eles. — Você acha que eu vou te ajudar a manipular seu pai? — enrosquei a outra mão em seus cabelos sedosos. — Você não vai fazer o que ele quer, e eu deveria te ajudar a desafiá-lo? Ela fechou as pernas com força quando deslizei meus dedos na direção da calcinha. — Não. Eu tenho informações sobre seu pai. — Pare com isso. — puxei seus cabelos, forçando seu rosto para perto do meu. — Não fale do meu pai. — Mas tenho algo que você vai querer ouvir. — Não, você não vai. Pressionei meus lábios contra os dela, calando-a. Por que eu estava me torturando assim? Eu sempre fazia escolhas que beneficiavam minha família. Ela poderia ser meu maior erro. Então por que beijá-la era tão bom? Ela gemeu baixinho, e eu apertei ainda mais seus cabelos. — Espere. — ela me empurrou. — Você vai me ajudar? — Depende. — soltei seus cabelos. — O que você vai me dar? — Eu já te contei. Ela se levantou do sofá e andou pela sala. — Eu tenho informações que podem ajudar você e seu pai. — Não quero suas informações. Se o pai dela a tivesse enviado, seria uma armadilha. Se ela veio sozinha, por que trairia a própria família? — Você nem sabe o que é isso — disse ela. Eu sabia mais do que ela imaginava. — Não me importa que tipo de informação você acha que tem. — caminhei até ela. — Não preciso da sua ajuda, mas é óbvio que você precisa da minha. Ela recuou até a parede. — Gostei do seu vestido. — encurralei-a. — Você o vestiu para mim? — Não. — Mentirosa. Cravei os dedos na parede, lutando contra a vontade de tocá-la. — Estou tentando ser honesta, mas você precisa aceitar meus termos. — Seus termos? — ri. — Não funciona assim, princesa. Eu estabeleço os termos. — Podemos continuar com isso? Eu não tenho muito tempo. Ela tentou escapar, mas eu a empurrei de volta. — Vou te ajudar. — deslizei os dedos por seu cabelo. — Você vai? — Mas não por essa informação inútil. — Não fale. Beijei-a com força novamente. — Você achou que não teria um preço? Deslizei meu dedo dentro da calcinha dela. — Não… — Então por que você veio? Acrescentei mais um dedo, enlouquecido pela sensação. — O que eu te disse sobre mentir? Ela gemeu, apertada e quente. — Podemos ser benéficos um para o outro… Empurrei seu corpo contra a parede, atacando sua boca. — Você está louca por mim. Espalhei o líquido dela em seus lábios. — Não… — Sim. — Pare com isso! Ela me afastou. Uma pirralha atrevida. — Lutar comigo só vai fazer eu te querer mais. — Você não é melhor do que eles… O lábio dela tremeu. — Isso foi um erro. — Você é igual a todos. Ela pegou a bolsa. — Vou descobrir sozinha. Quando tentou sair, fechei a porta. — Diga-me por que você está aqui. — Abra a porta! — Você está brincando com fogo. — Esse é o problema. Ela saiu sem olhar para trás. — Ainda bem. Servi-me de uma bebida. Eu não podia deixar que ela me afetasse. Uma batida na porta. — Chefe, — disse meu segurança. — A filha de Esposito está lá fora com Oliver Garcia. Descemos até o estacionamento. — Eles estão ali. — Chame reforços. Quando Oliver tentou empurrá-la para o carro, saquei minha arma. — Ela não é a única que vai pagar. — apontei para ele. — Posso te garantir isso.
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