Submissa ao Magnata

2564 Words
Aviso: Este capítulo contém linguagem explícita, descrições eróticas e situação de dominação s****l consensual entre adultos. Leitura destinada a maiores de 18 anos. O cheiro de tinta fresca ainda pairava no pequeno apartamento que Gabriel providenciara para Bianca e Letícia. Era um espaço bem diferente da quitinete decadente onde haviam morado — tinha dois quartos, sala iluminada e uma cozinha funcional, com janelas que deixavam a luz da manhã entrar generosamente. Em outra situação, Bianca teria ficado encantada. Parecia um lugar digno para criar a filha. Mas a realidade era menos cor-de-rosa: aquilo não passava de mais um instrumento de controle de Gabriel. Toda mobília, os utensílios de cozinha, os eletrodomésticos... Ele havia escolhido e pago cada detalhe. Em troca, exigia que Bianca estivesse disponível a qualquer hora, pronta para obedecer suas ordens. Desde que assinara o acordo, um nó constante se alojara em seu peito, lembrando-a de que devia submeter-se a desejos que, até então, só imaginara em pesadelos. — Mamãe, posso dormir nesse quarto? — Letícia perguntou, com os olhinhos brilhando ao ver a pintura colorida na parede. — Claro, meu amor — Bianca respondeu, forçando um sorriso. — Esse é todo seu. Viu como tem espaço pra seus brinquedos? A menina saiu correndo para explorar cada cantinho. Enquanto isso, Bianca passeava o olhar pelos cômodos, tentando não pensar na dívida que pagara: aceitar ser, de certa forma, “propriedade” de Gabriel. Ele quitara os agiotas, evitara o despejo, mas, em troca, queria algo que a enchia de vergonha e medo. Quase uma semana se passara desde que elas se mudaram. Nesse período, Gabriel não dera as caras pessoalmente. Mandara funcionários trazerem móveis, tapetes e algumas compras de mercado. Ele também depositara um valor suficiente para Bianca organizar minimamente a casa. Apesar de se sentir humilhada, ela não podia negar que Letícia estava melhor agora — sem ter de conviver com ameaças na porta ou goteiras no teto. No entanto, Bianca vivia sob a tensão de um telefonema ou mensagem que exigisse sua presença. Sabia que, mais cedo ou mais tarde, seria convocada a cumprir sua parte no contrato. A campainha soou, interrompendo seus devaneios. Ela arregalou os olhos, sentindo o coração acelerar. “Será que...?” Aproximou-se da porta e espiou pelo olho mágico. Reconheceu a figura de um homem engravatado, certamente um empregado de Gabriel. — Boa tarde, senhora. — Ele fez um cumprimento formal quando Bianca abriu. — O senhor Cavalcanti pediu que eu a levasse à mansão hoje. Tenho ordens de aguardá-la e providenciar transporte. Ela sentiu o corpo inteiro estremecer. Então, o momento chegara. Engoliu em seco, meneando a cabeça. — Certo... Só preciso deixar minha filha com a vizinha. Espere um minuto, por favor. Com o coração aos pulos, Bianca chamou Letícia e explicou, sem dar detalhes, que precisava resolver “coisas de trabalho”. A menina ficou chateada, mas a mãe prometeu que logo estaria de volta. Após encaminhá-la à senhora que morava no apartamento ao lado, Bianca voltou e, em menos de dez minutos, estava dentro de um carro preto, seguindo pelos bairros nobres da cidade rumo à mansão Cavalcanti. “Que Deus me ajude”, pensou, o estômago revirado. Chegada à Mansão A propriedade era a mesma em que vivera brevemente na adolescência, quando a tia ainda era casada com o pai de Gabriel. As memórias a invadiram ao ver o portão de ferro imponente e a alameda ladeada por um jardim impecável. A porta dupla da entrada guardava a residência luxuosa, que à noite se iluminava como um palácio. Desta vez, porém, não havia recepção calorosa. Um funcionário silencioso a guiou pelos corredores, até uma sala de estar com janelas que davam para a piscina. Parecia vazia, exceto por um ruído de passos no andar superior. — O senhor Gabriel pediu que você aguardasse aqui — o empregado informou, sério. — Fique à vontade. “O que significa ficar à vontade em um lugar onde sou tratada como mercadoria?”, pensou ela, amarga. Sentou-se no sofá macio, remexendo as mãos trêmulas. O silêncio cortava o ar, alimentando a tensão. Então, passos firmes soaram no corredor, aproximando-se. Ela reconheceu instantaneamente o modo autoritário de Gabriel caminhar. Ele surgiu na entrada da sala, vestindo uma camisa preta de botões ligeiramente abertos e calça social escura. O olhar de cima a baixo nela trouxe uma pontada de incômodo. Parecia avaliá-la, como se verificasse se estava “à altura” do que encomendou. — Veio rápido — ele comentou, a voz baixa, sem um cumprimento cordial. — Você mandou... eu não podia recusar, certo? — ela retrucou, tentando manter a calma. Gabriel aproximou-se, cruzando os braços. — Você está aprendendo. Bom. — Seus olhos brilharam com um misto de frieza e um desejo contido. — Sabe por que pedi que viesse? Ela respirou fundo. — Imagino que seja… para cumprir o contrato. — Exatamente. — Ele deu um sorriso enviesado. — Você me pertence, Bianca. E não estou pagando suas contas pra você ficar de enfeite. Vamos ver se o investimento valeu a pena. A sensação de náusea subiu à garganta. Mesmo assim, ela se manteve de pé, tentando aparentar dignidade. “É pra salvar minha filha”, repetiu mentalmente, buscando coragem. — Pois bem. — Gabriel pegou o celular do bolso, digitou algo rápido e guardou novamente. — Mandei os funcionários se retirarem por algumas horas. Não quero platéia. Suba pro andar de cima. A suíte principal fica no final do corredor. Me aguarde lá. Bianca abriu a boca para protestar, mas a expressão dele não deixava brecha. Suspirando, seguiu em direção à escadaria. A cada passo, sentia o coração acelerar. Podia ouvir o próprio sangue pulsando nos ouvidos. Subir aquela escada significava atravessar uma fronteira sem volta. No corredor, encontrou portas fechadas que levavam a quartos e escritórios. Reconheceu vagamente a distribuição, embora a decoração estivesse diferente do que lembrava. No fim, havia uma porta entreaberta, revelando um quarto amplo, com cama king-size e cortinas pesadas. Entrou e notou o ar-condicionado silencioso, a cama forrada com lençóis escuros. Ficou ali, de pé, abraçando a si mesma, sem saber se deveria se sentar ou esperar em silêncio. Foi quando ouviu os passos de Gabriel se aproximando. Ele entrou, fechando a porta atrás de si. — Tire a roupa — ordenou, sem rodeios. — Quero ver o que estou pagando. A voz soou c***l, sem qualquer pretexto romântico. Era um comando seco, deixando claro que aquilo era uma transação. Bianca sentiu as bochechas corarem, uma raiva misturada com humilhação. Mas lembrou-se do contrato — e do quanto precisava disso. Engoliu em seco e começou a desabotoar a blusa. Tentava se convencer de que não adiantava se envergonhar. Ele a queria exatamente assim: rendida. Gabriel descruzou os braços, aproximando-se. Quando a blusa caiu pelo chão, expondo seu sutiã simples, ele soltou um riso baixo. — Você não tem nada melhor pra vestir? — comentou, revirando os olhos. — Preciso providenciar lingeries decentes. Mas, por ora, continue. Ela engoliu a vontade de retrucar. Levou as mãos ao fecho do sutiã e o abriu, sentindo o ar frio dos ares-condicionados roçar seus s***s. — Humm… — Gabriel a fitou, como quem avalia uma mercadoria. — Nada m*l. s***s médios, pele macia… — Ele esticou a mão, tocando um dos s***s sem cerimônia. Bianca se encolheu, mas não se moveu para afastá-lo. — m*****s rosados… interessantes. Um arrepio percorreu a espinha dela. Não sabia se era de nojo, vergonha ou uma excitação estranha que insistia em aparecer nos confins do corpo. Precisava manter a mente firme: era só um “serviço” que lhe garantiria a segurança de Letícia. Gabriel desceu a mão até o cós da calça jeans que ela usava. — Tire isso também. Agora. Bianca soltou o zíper, puxando a calça para baixo, ficando apenas com a calcinha branca sem nenhum detalhe sensual. Sentiu-se pateticamente simples naquela mansão opulenta, mas não havia volta. Baixou a calcinha também, expondo-se por completo, tentando esconder com as mãos uma parte de si. Gabriel, porém, segurou seus pulsos. — Não ouse se cobrir. Quero ver tudo. Ela obedeceu, corando ainda mais. Ele deu dois passos atrás, examinando cada centímetro de seu corpo nu . — Vire-se. — A ordem veio acompanhada de um gesto de mão. Bianca virou, exibindo as costas e as nádegas. — Bom… você é mais gostosa do que eu lembrava, Bianca. Quadril bonito… pele clara… O que você sente ao saber que é minha p**a agora? A palavra “p**a” bateu como um tapa na cara, mas ela se manteve firme. Mordeu o lábio para conter qualquer protesto, encarando o chão. — Estou aqui cumprindo o acordo — foi tudo que conseguiu responder. — Então cumpre direito — ele rosnou, aproximando-se. Segurou a cintura dela por trás, pressionando o corpo contra o dela, ainda vestido. Ela sentiu o calor e a rigidez que denunciava o desejo dele. — Se ajoelha. Bianca sentiu as pernas tremerem, mas se ajoelhou no tapete macio. Gabriel afrouxou o cinto, abrindo a calça. Em poucos instantes, estava com o m****o ereto exposto, trazendo uma onda de calor insuportável ao rosto dela. — Me chupe. Sem frescura. — Ele a encarou de cima, a voz carregada de posse. — Prove que é digna do que estou investindo. Ela quase chorou de tanta vergonha, mas, novamente, lembrou-se do motivo que a levara até ali. Mesmo constrangida, se inclinou e começou a atender o desejo de Gabriel. Seus lábios envolveram o m****o dele, sentindo a aspereza da pele, enquanto as mãos tentavam manter o equilíbrio. Gabriel soltou um gemido rouco de aprovação, segurando os cabelos dela. — Isso… boa garota. — Ele puxou a cabeça de Bianca de leve, guiando o ritmo. — Engole mais. Sente meu gosto. Ela obedeceu, engolindo o máximo que podia, lutando contra o reflexo incômodo. O coração acelerava a cada investida, enquanto a boca ficava inundada pela sensação do corpo masculino pulsando. Gabriel murmurava palavrões baixos, roçando o quadril contra ela. — p***a, Bianca… — Ele gemeu entre dentes, apertando ainda mais. — Continue. Se para, eu fico puto. As lágrimas voltaram aos olhos dela, mas não parou. Permitiu-se focar apenas no ato, tentando bloquear a humilhação. Se era esse tipo de cena que Gabriel exigia, ela faria. Pensou em Letícia, no apartamento novo, na dívida que sumira graças a esse homem arrogante. Depois de alguns minutos, Gabriel a puxou bruscamente pelos cabelos, afastando-a. Bianca arfou, a boca entreaberta, sentindo um fio de saliva escapar pelo canto dos lábios. — Levante-se e deite na cama — ele ordenou, tirando a camisa. — Quero sentir cada maldita parte sua. Trêmula, Bianca se ergueu. O toque gelado do ar-condicionado em sua pele nua contrastava com o calor que emanava do próprio corpo. Deitou-se na cama macia, virada de frente para ele. Gabriel subiu, meio ajoelhado ao lado dela. Com uma das mãos, apertou o seio direito, fazendo-a soltar um gemido de leve. Os dedos correram pelo mamilo, firme e rosado, e ela estremeceu quando ele beliscou de leve. — Bem sensíveis… — O sorriso dele era cínico. — Vamos ver se entre as pernas também é tão receptiva assim. A mão livre deslizou até a virilha dela, abrindo caminho entre as coxas. Bianca sentiu a palma quente roçar sua i********e, os dedos descobrindo a maciez molhada que se formara, talvez por um misto estranho de excitação e repulsa. Fechou os olhos, mordendo o lábio para não gemer alto. — Já está úmida, hein? — ele debochou. — Viu? No fundo, você gosta de ser minha. Ela não respondeu. Um nó se formava na garganta, enquanto o corpo reagia involuntariamente às carícias invasivas. Gabriel avançou, encaixando-se sobre ela. Quando sentiu o peso dele e a ponta do m****o roçando seu centro, Bianca teve um ímpeto de tensão. Mas era tarde demais para recusar: tudo fora “acordado”. Ele penetrou de uma vez, soltando um grunhido grave. A pressão fez o corpo dela se arquear, um misto de dor leve e prazer retorcido. Apoiando as mãos nos ombros dele, Bianca deixou escapar um gemido abafado. Queria odiar aquilo, mas o corpo reagia com uma intensidade que ela não previa. — c*****o… é apertada — Gabriel ofegou, acelerando os movimentos. — Vai, abre mais as pernas. Ela obedeceu, sentindo as estocadas ritmadas que arrancavam suspiros e gemidos involuntários. Cada investida dele vinha junto de xingamentos, exigindo que ela se entregasse ainda mais. Apesar do desconforto moral, havia uma labareda de t***o crescendo, algo que a deixava confusa e envergonhada. “Por que meu corpo está reagindo assim?”, perguntava-se, tentando manter uma parede mental que a isolasse da humilhação. Gabriel cravou as mãos nos quadris dela, intensificando o ato. Os s***s de Bianca balançavam a cada investida, m*****s duros. Ele se debruçou, abocanhando um deles, mordendo de leve, provocando uma onda de arrepios que explodiu no baixo ventre dela. O ar ficou pesado com gemidos e respirações descompassadas. — É assim que tem que ser, p***a. Você é minha agora. Minha p**a. — A voz dele saiu rouca, misturando palavras de dominação com o barulho de pele contra pele. Bianca, meio atordoada, prendeu um grito ao sentir um espasmo interno, um calor insuportável que a levou ao clímax. O corpo contraiu por segundos intensos, e ela m*l conseguia acreditar que estava gozando naquele contexto doentio. Gabriel notou, gemendo junto, e socou o quadril contra ela mais algumas vezes, até também se derramar. Ele parou, ofegante, escorregando para o lado. Nenhuma palavra carinhosa, nenhum gesto de afago. Apenas um suspiro de satisfação e uma risada contida. — Parece que você serviu bem, Bianca. Ao menos não foi um erro completo gastar dinheiro em você. Ela se encolheu, ainda desnorteada, misturando culpa, vergonha e uma pontada de prazer residual. Queria levantar da cama, vestir-se e sumir, mas tinha medo de contradizê-lo. Gabriel saiu da cama, pegou uma toalha que estava sobre uma poltrona e limpou o corpo, sem cerimônia. Em seguida, vestiu a calça, enquanto ela ainda estava nua, tentando cobrir-se com o lençol. — Vista-se — ele ordenou, sem olhar diretamente para ela. — E depois desça. A gente vai conversar sobre suas obrigações daqui pra frente. Bianca quis perguntar se podia ir embora logo, mas percebeu que ele não estava disposto a negociar. Sentia-se suja, usada, mas não tinha voz para retrucar. A verdade do contrato era aquela: a qualquer momento, Gabriel podia exigir mais. E ela teria de se curvar para manter a filha protegida. Ao ficar sozinha no quarto, Bianca deixou as primeiras lágrimas escaparem, ainda sentindo o corpo latejar. Precisava ser forte, mas a realidade se impunha: tinha se tornado, de fato, a “p**a particular” de Gabriel Cavalcanti. E, depois do que acontecera ali, tinha certeza de que ele não hesitaria em ir ainda mais longe em suas exigências — uma espiral que a prenderia a desejos sombrios e humilhações constantes. Enquanto vestia a roupa, os lábios ainda formigavam, relembrando cada xingamento e investida que vivenciara. Precisava encarar Gabriel novamente no andar de baixo, tratar de “obrigações”. Mas será que seria capaz de suportar repetidamente aquele tipo de entrega forçada? O contrato não deixava espaço para recusa. E a cada gemido que escapava, a culpa se misturava ao prazer involuntário, corroendo o que restava da sua dignidade.
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