CAPÍTULO 06

606 Words
LUCA PASINI — Sabe com quem está falando? — Pergunto friamente, até mesmo eu posso sentir meu tom gélido, assim como meu olhar. E ainda assim, ela segura minha filha nos braços. Essa moça tem Instituto protetor. Protege minha bambina dos pingos da chuva e de mim. A gostosa me olha atravessado. A filha de uma porca manca é realmente linda e tem um corpo de tirar qualquer homem do sério. Miserável dos infernos, eu poderia fode-la aqui se não fosse minha bambina e quem está me esperando no carro. Que p***a é essa, homem?  Me pergunto sem acreditar que estou duro pela desconhecida. Uma gostosa desconhecida. E bem desbocada. O que eu poderia fazer com essa boca carnuda...                                                                MICAELA  — Como um stronzo como você é pai de uma linda bambina? — Olho incrédulo para ele. Ele arranca a bambina dos meus braços deixando-a atrás dele, fico em pé e tento pegar ela de volta, mas ele não deixa. E, como é bem maior do que eu, e muito forte, não teve dificuldade em conseguir manter a docinho longe de mim. De alguma forma não acho que seja um perigo para mim, então olho firme para seu rosto lindamente esculpido. Tomo coragem, não vou mostrar como ele me afetou onde não deveria. Agora olho para a bambina e resolvo perguntar de uma vez. — Amore mio, este é seu papa? — Clara beija a face dele. — Esse é meu papà munito. — Sendo assim, já vou indo.  Falo enquanto o grosso fala baixo com um dos seus capangas. Agora vi que estou ferrada. Olho ao meu redor e vejo Kalita, ela se mantém de longe me olhando, percebo o quanto ela está nervosa, provavelmente algum problema com a mãe dela. Já que os meninos e ela parecem discutir algo. Volto o olhar para o stronzo mais lindo que já vi. Ele parece bem nervoso. Por que será? Ah sei lá... — Vai merda sua p**a. Nem uma v***a chega perto da minha filha. Olho indignada para ele. — Vai a merda você! Seu stronzo dos infernos. — A bambina volta chorar. — Não biga com a mimica, papà. — Meu coração doeu ao ver a aflição da pequenina, então resolvo intervir. — Está tudo bem meu amor. Seu papà e eu estamos só brincando de brigar. — Minto. Ela olha para o pai. A lindinha parece buscar uma resposta positiva dele. Pobre criança, tendo que conviver com um pai desses. E ainda dizem que a fruta não cai longe do pé. Na beleza não, afinal, ele é um muito lindo e a pequena é linda como ele. Na verdade, Clara parece uma linda pedra preciosa. Dessas bem raras de ver. Agora em delicadeza, isso com certeza ela puxou de outra pessoa, talvez a mãe dela. Saio dos meus pensamentos quando a pequena volta a chorar e o stronzo a fala. — Bambina vamos para casa. Clara dá os bracinhos para o lindo e grosso papà dela. Fico surpresa vendo que quando ele vai pegar a bambina, ela se direciona a mim. Tento pegar a pequena e o animal não deixa. — Tudo bem meu amor, outro dia eu pego você no meu colinho. — Falo carinhosa e calma tentando acalmar a bambina mais linda desse mundo. Mesmo assim ela praticamente salta do colo dele para os meus braços. — Bambina linda me ouça. — Ela deita a cabecinha no meu ombro. — Agora a lindinha precisa ir para casa. E tomar um banho quentinho, fazer um belo lanche. Quem sabe tomar leite bem morninho e depois descansar. Ou poderá se resfriar, meu amor.
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