"Às vezes, o maior desconforto não vem do que o mundo espera de mim, mas do que eu mesmo não quero sentir."
Christopher Davis
Depois de cumprir vários compromissos durante o dia, resolvi não ir para a minha cobertura e fiquei na suíte que montei em uma das minhas casas noturnas. Hoje é dia de casa cheia e minha presença aqui é indispensável. Teremos algumas celebridades e figuras da mídia que atraem muitas pessoas até nossas instalações.
Assim que entrei na Empire Nigths, senti o perfume que vem me tirando o sono nas últimas semanas. Victória Ashford estava aqui. Tenho pensado nela com mais frequência do que é confortável para mim. Sei valorizar uma mulher na cama, gosto de conversar com as inteligentes. Mas tudo se limita a sexo e prazer. Não faço promessas, garanto muitos orgasmos. Muito prazer, mas só isso.
A presença da Victória me tira da minha zona de conforto. E o meu conforto é escolher minha presa, cercá-la e devorá-la. Sem culpa, sem desculpas. Apenas usufruir de um belo corpo e uma boa companhia.
Por favor não me julguem. Você pode estar me odiando por enfatizar tanto o prazer. Talvez ache que eu apenas uso as mulheres. Mas não é nada disso. Eu também sou usado por elas. Para mim é como uma troca. Eu dou e recebo prazer, ofereço o luxo que o meu dinheiro pode comprar e elas gostam. Nada é forçado ou imposto.
Acredito que você deve estar tentando entender minha mente e os motivos que me tornaram assim. Pois é, eu nem sempre fui um cafajeste, mulherengo e “insensível” como algumas mulheres mais sensíveis me chamam. Houve um tempo em que eu amei alguém, tão intensamente que quando ela se foi levou com ela o meu coração, me incapacitando de amar novamente.
Então, viver sozinho é impossível. Eu adoro as mulheres, não posso amá-las, mas não vivo sem elas. Quanto a Victória. Ele mexe comigo, a delicadeza dos seus gestos, a força que emana dos seus olhos. Tudo parece me atrair e não é apenas físico. É visceral. Desde o dia em que ela esbarrou em mim e me sujou com vinho que eu a busco em toda parte e a todo momento em que me encontro na Empire e sei que está presente. Passei a evitar o contato para não avançar mais do que devo. Sou seu chefe e não quero nenhuma acusação de assédio. Nãos sei até quando poderei evitar chegar perto dela e permitir que meus instintos sejam atendidos.
A boate estava no auge da noite. Luzes vermelhas cortavam o salão, corpos se moviam ao ritmo da música, mas meus olhos só buscavam uma pessoa. Victória.
Ela estava atrás do balcão, ajeitando copos com a insegurança de quem ainda não se acostumou com o ambiente. O vestido simples contrastava com o brilho da casa noturna. Tímida, discreta, quase invisível para os outros. Mas não para mim.
Aproximei-me devagar, como um leão que cerca sua presa. Ela percebeu minha presença antes mesmo de me ver. O perfume dela já me provocava. Resisti durante duas semanas, mas hoje parece ser o dia em que Victória se tornou minha criptonita.
— Boa noite, senhor Smith... — disse, sem levantar os olhos, a voz baixa, quase trêmula.
Segurei seu queixo e a obriguei a me encarar.
— Olhe para mim, Victória. Você está linda — disse encarando os seus olhos e olhando a sua boca carnuda.
Ela engoliu em seco, os olhos verdes brilhando de nervosismo.
— Eu... agradeço o seu elogio, senhor... — murmurou, tentando escapar.
Sorri, aproximando meu corpo do dela, prendendo-a contra o balcão.
— Espero que esteja gostando de trabalhar aqui, tanto quanto eu estou gostando de te ver se movendo de um lado a outro.
Falo olhando seu corpo que já deixa o meu incendiando.
— Para mim não é uma questão de apenas gostar do meu trabalho, Sr. Davis. É uma questão de precisar. E... eu preciso desse emprego. Muito.
Seu rosto parece estar incendiando de tão vermelho que está. Não sei se de vergonha, constrangimento ou se ele está sentindo o mesmo fogo que me queima agora.
— Que bom que eu sou o dono daqui. O homem que pode te dar muito mais do que esse emprego. Já que está me dizendo que precisa tanto dele.
Ela mordeu o lábio, sem saber se recuava ou se se entregava ao clima que se criou entre nós... O silêncio dela era a resposta que eu precisava.
— Você é tímida... inexperiente... — sussurrei em seu ouvido. — Mas eu vou te mostrar o que é prazer de verdade.
Victória fechou os olhos quando minha boca encontrou a dela. O beijo foi intenso, dominador. Minhas mãos deslizaram por sua cintura, apertando-a contra mim. Ela gemeu baixinho, surpresa com a própria reação.
— Sr. Davis... eu não sei se devo... — disse, ofegante, tentando recuperar o fôlego.
— Não pense. Só sinta. — Respondi, mordendo seu lábio. — Hoje você vai aprender que quando quero alguma coisa, eu a tenho. E hoje eu quero você.
Ela se entregou. O corpo dela tremia, mas não de medo — era desejo. Eu a guiei pelo corredor escuro da boate, longe dos olhares curiosos. Encostei-a contra a parede, prendendo seus pulsos acima da cabeça.
— Você é hoje é minha presa, Victória. — Rosnei, encarando-a nos olhos. — E eu não vou te deixar escapar.
O beijo voltou, mais urgente. Ela já não resistia. O contraste entre sua timidez e minha fome tornava tudo ainda mais intenso.
O corredor escuro da Empire Nights parecia feito para nós. Continuei prendendo seus pulsos acima da cabeça. Seus olhos tremiam, misto de medo e desejo.
— Você nunca fez isso, não é? — perguntei, encarando-a de perto.
Ela hesitou, mordendo o lábio.
— Eu... não assim... não desse jeito.
Sorri, aproximando minha boca da dela.
— Então deixa que eu te ensino.
O beijo foi intenso, dominador. Ela tentou resistir por um segundo, mas logo se entregou. Minhas mãos deslizaram por sua cintura, explorando cada curva. Victória gemeu baixinho, surpresa com a própria reação.
— Sr. Davis... eu não sei se consigo... — murmurou, ofegante.
— Você não precisa saber. Só sentir. — Respondi, mordendo seu pescoço. — Eu vou te guiar.
Ela fechou os olhos, respirando rápido. Quando minhas mãos subiram por suas coxas, o corpo dela arqueou instintivamente.
— Não tenha medo, Victória. — sussurrei. — O que você está sentindo agora é só o começo.
Ela gemeu, tímida, mas já incapaz de esconder o desejo.
— Eu... eu quero... mas não sei como...
— Então deixa que eu mostre. — rosnei, pressionando meu corpo contra o dela. — Hoje você vai ser minha.
O ritmo aumentou. Beijos molhados, mordidas, gemidos abafados pelo som da música que vinha do salão. Victória já não era a funcionária tímida; era uma mulher se descobrindo nos meus braços.
— Mais... — ela pediu, quase sem voz. — Não para.
— Olha pra mim. — Ordenei, segurando seu rosto. — Quero ver você se perder nos meus olhos.
Ela obedeceu. E quando finalmente a penetrei ali mesmo, contra a parede, o grito dela se misturou ao som da boate. O corpo dela tremeu, mas não recuou.
— Senhor!... — Gemeu, agarrando meu pescoço. — Eu não sei se posso continuar, isso não faz sentido
— Não pense Vic. — Respondi, acelerando o ritmo. — Hoje você vai sentir de novo e de novo todo o prazer que merece.
O prazer nos consumiu. Victória, tímida e inexperiente, se entregou por completo. Eu a conduzi até o limite, e quando ela explodiu em gemidos, eu a segui, dominando-a, marcando-a como minha.
Ficamos ali, colados, suados, ofegantes. O mundo desapareceu. Só havia nós dois, o predador e sua presa, agora unidos pelo prazer.
Ela me olhou, ainda trêmula, os olhos brilhando.
— Por que você buscou isso comigo? — perguntou ainda ofegante. — Há tantas outras mulheres aqui...
Sorri, sem negar.
— Eu quis você desde a primeira vez que te vi. Você... você é diferente.
O corredor escuro já não bastava. Eu a puxei pela mão, firme, sem dar espaço para hesitação. Victória me seguia, o coração disparado, os olhos arregalados. Ela sabia que estava indo para um território desconhecido, mas não resistia.
Abri a porta da suíte reservada, o quarto iluminado apenas por luzes baixas e vermelhas. O som abafado da música da boate ainda vibrava nas paredes, mas ali dentro o mundo era só nosso.
Encostei-a contra a porta antes mesmo de fechá-la.
— Você não faz ideia do que vai sentir hoje — murmurei, prendendo novamente seus pulsos acima da cabeça.
Ela arfou, tímida, tentando esconder o nervosismo.
— Sr. Davis... eu nunca... eu não sei se consigo... continuar
Sorri, aproximando minha boca da dela.
— Não precisa saber. Só precisa me deixar te guiar.
O beijo foi urgente. Minhas mãos exploraram sua cintura, subindo pelo corpo até encontrar seus s***s. Ela gemeu baixinho, surpresa com a própria reação.
— Você é tão inocente... — sussurrei, mordendo seu pescoço. — E eu vou te ensinar cada detalhe.
Victória fechou os olhos, respirando rápido. Quando minhas mãos deslizaram por suas coxas, o corpo dela arqueou instintivamente.
— Eu... eu quero... mas tenho medo...
— O medo vai virar prazer. Confia em mim.
A conduzi até a cama, deitei-a devagar, mas mantive o olhar firme sobre ela. O contraste entre sua timidez e minha fome tornava tudo ainda mais intenso.
— Quero que olhe pra mim, Victória. — Ordenei. — Quero ver você gozar olhando nos meus olhos... olhe para mim quando estiver dentro de você.
Ela obedeceu. Eu a penetrei com uma só estocada, seu grito ecoou no quarto misturado ao som dos nossos corpos em movimentos. O corpo tremia, mas não recuava.
— Senhor Davis!... — Gemeu, agarrando meu pescoço. — Eu não sabia que podia sentir isso...
— Agora sabe. — Respondi, acelerando o ritmo. — E vai sentir de novo.
Cada movimento arrancava dela gemidos mais altos, cada toque revelava uma camada nova de prazer. A timidez desaparecia, dando lugar à entrega total.
— Mais forte... não para... — ela implorava, já sem medo.
— Você é minha presa, Victória. — Rosnei, dominando-a. — E eu não vou te deixar escapar.
O clímax foi inevitável. Ela explodiu em gemidos, o corpo arqueando sob o meu. Eu a segui, marcando-a como minha, deixando claro que aquela noite mudaria tudo.
Ofegante, ainda colada a mim, ela sussurrou:
— Você... você me fez descobrir algo que nunca imaginei existir.
Sorri, sem negar.
— E eu ainda nem comecei.