Perigosa narrando...
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Acordei com uma dor de cabeça, levantei e caminhei até meu banheiro, liguei o chuveiro e deixei a água gelada cair sobre meu corpo, logo relaxei, termino meu banho me visto e saio, tomo um remédio e desço em direção a cozinha, chego lá e minha mãe está terminando de fazer o almoço, ajudo a mesma colocando a mesa, assim que terminamos de colocar a mesa meu pai e meu irmão entram em casa.
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Eloah: Lavarem as mãos, bora. — eles apenas obedecem, sentamos na mesa e p***a minha mãe fez strogonoff, ela sabe que amo, nós nos servimos e meu pai fica me encarando.
Perigosa: Que foi pai?
Mestre: Tem nada pra me falar não? Qual a tua e do Chefinho, o que tá rolando? — Eu engasgo e minha mãe da umas batidinhas nas minhas costas.
Perigosa: Viaja não, não tem nada rolando. — Digo e o filho da p**a do meu irmão da risada e logo prende o riso quando eu olho pra ele com uma cara, meu pai observa nós dois.
Mestre: Chefinho é um garoto bom, é pela quebrada dele, é esforçado, mas é um mulherengo... Vigia, quero te ver sofrer não minha princesa. — Minha mãe gargalha e olhamos pra ela.
Nathan: Iih qual foi mãe? Tá doidona?
Eloah: Não, é que teu pai kkk até parece que na idade do Henry ele era um santo, mais mulherengo que ele não tinha. — ela fiz fitando meu pai.
Mestre: Iih viaja não Diaba, eu não era tanto assim.
Eloah: Ah não era né Arthur? Faça me o favor. — Iih chamo pelo nome é porq tá ficando bolada kkk.
Nathan: Chamou pelo nome tá fudido kkkk.
Mestre: Iih qual foi minha deusa, só quero o melhor pra nossa pequena, que isso.
Eloah: Eu sei, só estou dizendo que não pode crucificar o menino, você era igual ou até pior que ele. — Meu pai só concordou.
Perigosa: Relaxa pai, não tá rolando nada.
Mestre: Ta bom minha princesa, eu sei que você sabe se cuidar, mas eu me preocupo contigo, só quero ver a felicidade de vocês. — Ele diz olhando pra mim e pro meu irmão.
Terminamos o almoço e eu fui pra boca resolver os B.O que tinha, p***a, quem é essa desgraçada que tava devendo 15mil?
Acionei o PK no radinho e não demorou muito e ele bateu na porta, dei o aval e ele entrou.
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PK: O que manda patroa?
Perigosa: Preciso que vá até o beco 12 e traga a Eliana para mim.
PK: Pode deixar perigosa.
Ele saiu e em torno de 30min voltou com a Eliana, assim que ela me viu já abriu o olhão.
Eliana: Perigosa, por favor, eu vou pagar tudo, só preciso de mais tempo.
Perigosa: tá de caô comigo né? Se não tem nem onde cair morta, me deve 15mil, sabe o que acontece com quem não paga né? É vala.
Eliana: Por favor perigosa não faz isso, eu tenho uma filha pequena pra criar e tenho meu filho também, ele tem apenas 10 anos. — isso me dá mais nojo ainda, quando vou responder escuto uma conversaiada lá fora.
Perigosa: PK, ve o que tá rolando lá. — ele assentiu e saiu, logo voltou com um menor e uma menininha, que me parte o coração ver o jeito que eles estão, vontade de pegar os dois e cuidar. A menininha está um pouco melhor que o menino, mas é uma situação triste igual.
Menor: Mãe, no que a senhora se meteu p***a?
Eliana: Cala boca, eu sou a mãe aqui. — O menino só olha negando e fica fazendo carinho na sua irmã, eles são meio judiados. Observo o mesmo que me olha com os olhos lacrimejados.
Menor: Me chamo Bruno Perigosa e essa é minha irmã Marcela, quanto ela está te devendo? — Ele diz apontando pra mãe dele, o menino é posturado.
Perigosa: 15mil. — ele solta uma risada incrédula.
Bruno: 15mil, qual o seu problema? Já não basta nos tratar que nem uns m***a tu vem e faz isso agora? p***a mãe, qual o seu problema.
Eliana: Já mandei calar a boca moleque. — me da mais nojo e eu vou até ela e pego ela pelos cabelos.
Perigosa: Seu filho está certo, não grita com ele c*****o, a única filha da p**a que tem aqui é tu.
Bruno: Perigosa, eu vou pagar o que ela te deve, desculpa por isso, mas irei pagar, posso trabalhar pra ti, seila, mas ela é o único meio que tenho de não ir pro abrigo com minha irmã, eu preciso dela viva até eu fazer 18 anos. — Pk me olha e eu coço minha cabeça, merda... A decisão que vou tomar agora pode ser um pouco precipitada, mas não ligo.
Perigosa: Leva pra salinha, tortura até ficar podre, depois quero ela fora desse morro. — Bruno me olha com os olhos tristes e baixa a cabeça abraçando apertado sua irmã. — Vocês dois, peguem as coisas de vocês, vocês vão comigo pra minha casa.
Bruno: Não, que isso, não quero incomodar.
Perigosa: Não vai incomodar, PK larga ela na salinha e manda fazerem o que falei, vai com eles até a casa deles e depois leva eles lá na minha goma.
PK: Ok patroa. — eles saiem da sala e eu coço a cabeça e vou pra minha goma, preciso falar com meus pais sobre isso, caso eles não aceitem, to nem ai, vou pra minha casa que tenho aqui e cuido deles, simples.
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Assim que entro em casa meus pais estão na sala no maior love, eu coço a garganta tomando a atenção deles pra mim.
Mestre: Qual foi pequena?
Perigosa: Pai, mãe, talvez vocês queiram me m***r. — Eles me olham e Nathan brota da cozinha com a sobrancelha arqueada.
Mestre: Tá gravida p***a?
Perigosa: Que? Não, não viaja.
Eloah: Que foi então?
Nathan: Desembucha logo. — quando vou abrir a boca a campainha toca e o PK grita um "Patrooa", caminho até a porta e dou espaço pras crianças entrarem, agradeço ao PK e ele vai embora, meus pais estão me observando.
Perigosa: Esses são Bruno e Marcela. Eles não tem onde ficar e então vão ficar aqui comigo. — eles arregalam os olhos. — caso vocês não aceitem eu vou pra minha casa com eles sem problema nenhum... — conto a história da mãe deles e então meu pai se manifesta.
Mestre: Bem vindos a família, quantos anos vocês tem?
Bruno: Eu tenho 10 e ela 5.
Eloah: Vou ajeitar o quarto de vocês, podem ficar a vontade viu, a casa é de vocês agora também.
Bruno: Obrigada, é só até eu fazer 18 anos, ai consigo ficar com minha irmã.
Nathan: Que isso cara, vamos cuidar de vocês agora. — eu sorrio, minha família é incrível mesmo.
Bruno e Marcela sobem com minha mãe, meu pai me olha e vem até mim me abraçando.
Mestre: Eu tenho um orgulho da p***a da mulher que você se tornou, eu teria feito o mesmo por eles filha. — ele beijou o topo da minha cabeça e eu abracei o mesmo.
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Saio do banho e me visto, hoje decidi ir em uma balada fora do morro, as vezes é bom... Perguntei pros meus pais se estava tudo ok, ou iriam precisar de mim, mas Nathan se prontificou a ajudar os nossos pais, eles estão babando no Bruno e na Marcela.
Desço as escadas e meu pai me olha e n**a.
Mestre: Um dia tu vai me m***r do coração cara.
Perigosa: Que isso pai, fica tranquilo. — beijo ele e vou pro carro, saio do morro em direção a balada, assim que chego já entro, vim algumas vezes aqui e sempre fortaleci muito, então minha passagem é vip, subo pra área vip e preparo um whisky pra mim, fico bebendo e começo a dançar, logo sinto que estou sendo observada, e quando olho pro lado meu coração quase sai pela boca, é ele, Chefinho, todo gostoso, com uma blusa polo da Lacoste, p***a, ele ergueu o copo em minha direção e eu retribui, voltei a olhar pra frente, mas ainda sim era possível sentir seu olhar queimar sobre mim, comecei a dançar e não demorou muito senti alguém se aproximar, olhei e era um loirinho coisa mais linda.
Loirinho: Prazer Gata, Lucas.
Perigosa: Satisfação, Heloísa. — como perceberam sempre minto meu nome kkk.
Lucas: Posso? – ele diz se aproximando e eu confirmo, começamos a dançar junto e quando menos espero ele me beija e que beijo bom, mas logo sinto ele ser arrancado de perto de mim e quando vejo o Chefinho está grudado nele, não está batendo, mas está falando algo, o Lucas me olha e responde algo e sai, Chefinho vem até mim e eu o olho incrédula.
Perigosa: que p***a foi essa?
Chefinho: que p***a foi essa? — ele solta uma risada incrédula. — Eu é que pergunto, se agarrando com o cara. — Olho incrédula pra ele e quando vou responder ele me puxa pra um canto.
Perigosa: Me larga, o que acha que tá fazendo? Endoidou de vez? — Ele me pressiona na parede e me cala com um beijo sedento e eu me rendo completamente ao beijo dele, o que esse garoto tem sobre mim? p***a! Que beijo gostoso, passo minhas mãos em volta do seu pescoço e ele envolve seus braços em minha cintura e me puxa mais ainda pra ele.