Tentei disfarçar minha surpresa. — Alan é seu pai? O menino bateu palminhas, empolgado. — Sim! Conhece ele? Assenti, sorrindo fraco. Lembrei-me das informações do Alan sobre morar depois das saunas e no portão branco que me levaria a um caminho com roseiras. Talvez por ingenuidade ou falta de atenção, não supus que morasse com a família. Olhando com atenção, os traços marcantes do menino eram muito semelhantes aos de Alan, embora o cabelo escuro como a noite me lembrasse o do CEO. A assimilação me causou estranheza, mas coloquei os pensamentos para longe e foquei na criança. Não podia deixá-lo andar sozinho pela noite. Haviam muitos desconhecidos hospedados ali. — Vamos procurar ele juntos? — Ofereci à criança. Ele concordou prontamente, estendendo-me a mão pequena e me acompanhand

